Fraturas na zircônia monolítica: 3300 unidades depois de 5 anos
- Paulo Henrique Orlato Rossetti

- há 2 dias
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A saga da zircônia monolítica continua.
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Qual é o título?
Taxa de sobrevivência após 5 anos e os padrões de falha em próteses totais de zircônia monolítica implantossuportada: uma análise retrospectiva de 3300 casos do mesmo laboratório
Qual é o objetivo?
Avaliar a sobrevivência e as complicações nesse tipo de prótese oriunda do mesmo laboratório em Dubai, Emirados Árabes Unidos.
Como foi realizado o estudo?
Esse estudo retrospectivo transversal analisou 3300 próteses aparafusadas de 3Y-TZP zircônia monolítica, com porcelana de recobrimento na área gengival, fabricadas entre agosto de
2019 e agosto 2024.
Dados de 1900 próteses na maxila e 1400 próteses na mandíbula, bem como suas complicações, razões para devolução, e eventos de falhas foram extraídos dos registros eletrônicos.
Repetições em função de problemas técnicos ou falha do material foram incluídas.
Quais são os resultados?
A taxa de sobrevivência cumulativa foi de 91,67%.
Houve uma tendência de 2 eventos no primeiro ano, aumentando para 14 eventos até o quinto ano.
Fraturas na infraestrutura (n = 38, sendo 18 na maxila e 20 na mandíbula) foram a causa principal de falha, especialmente nas próteses com espaço vertical insuficiente, enquanto o lascamento na cerâmica (n = 4) afetou especialmente as próteses mandibulares com revestimento excessivo.
Não houve soltura ou fratura dos cilindros de titânio onde as próteses monolíticas estavam cimentadas.
Complicações secundárias relacionadas: trinca localizada no material de revestimento.
Quais são as conclusões sobre a zircônia monolítica?
Após cinco anos, a durabilidade das próteses monolíticas em zircônia foi considerada excelente.
A maioria das falhas relacionadas ao lascamento na cerâmica ou problemas na infraestrutura.




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