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  • Foto do escritor PAULO ROSSETTI

Infecção na prótese de quadril por S. aureus: vancomicina ou cefazolina?

Atualizado: 30 de mai.


Placa de Petri utilizada na identificação de colônias bacterianas

Ligas de titânio são usadas há muito tempo não só nos implantes dentários, mas também na fabricação de próteses de quadril.


Ambos são procedimentos cirúrgicos invasivos onde o meio interno do nosso corpo fica exposto ao meio externo. E daí toda a preocupação com a possibilidade de contaminação, principalmente por uma bactéria conhecida como S. aureus.


Se você conhece ou usa uma prótese de quadril, sabe o que é uma contaminação e o contratempo que ela causa dentro de um hospital.


Em alguns casos, depois de algum tempo, a prótese de quadril passa pelo processo de revisão, ou seja, ela será trocada por uma prótese nova.


Entretanto, escolher um antibiótico para tratar a contaminação por S. aureus pode ser uma tarefa desafiadora.


Principalmente porque essas bactérias são capazes de mudar toda a sua estrutura externa quando aderidas à liga de Titânio-Alumínio-Vanádio. Essa mudança poderia representar a necessidade de adesão entre as células e consolidação do biofilme.


Num artigo recente, uma cepa de S. aureus foi depositada sobre a superfície do titânio grau médico.


Para se fixarem, as células modificaram seu meio interno, tornando sua superfície externa, antes carregada por cargas negativas, agora com mais cargas positivas do que negativas.


Desta forma, essa bactéria mostrou uma tolerância maior à vancomicina (que tem mais cargas positivas da sua superfície) do que à cefazolina (que tem mais cargas negativas de superfície).



Acesse o trabalho original:


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