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  • Foto do escritor PAULO ROSSETTI

Posição e quantidade de implantes dentários na maxila edêntula: biomecânica

Atualizado: 2 de fev.


O número a e posição dos implantes dentários na maxila
O número a e posição dos implantes dentários na maxila

Quantos Quantos implantes dentários na maxila edêntula nós podemos colocar e em quais posições? É uma pergunta bem frequente na clínica.


Profissionais da Odontologia podem utilizar a tomografia de feixe cônico para entender o volume ósseo. E mesmo que você não seja um grande especialista em imagens, pode consultar dois parâmetros básicos no seu planejamento:


  • a altura de osso disponível

  • a largura de osso disponível


Além disso, podemos fabricar a prótese de duas formas:

  • prótese segmentada

  • prótese toda unida


Considerando os dois fatores acima, Papadimitriou et al., em 2014, publicaram um trabalho que eu considero fundamental.


Olhando apenas para a maxila totalmente edêntula, esse artigo mostra três situações clínicas e a distribuição dos implantes dentários em cada uma delas, considerando também a biomecânica da prótese, com implantes tendo pelo menos 4,1mm de diâmetro por 8mm de comprimento:




Osso em altura nas duas metades da maxila


Prótese segmentada



 


Osso em altura, apenas em um dos lados da maxila







 


Osso em altura, apenas na região anterior





 

Nota: é evidente que, durante a cirurgia, se a densidade óssea não permitir a estabilização inicial dos implantes dentários planejados nestas posições, podemos lançar mão da inclinação, principalmente se a maxila se encontrar extensamente pneumatizada e severamente reabsorvida, como na proposta de Jensen e Adams, redesenhada na imagem abaixo, onde podem ser usados implantes convencionais e/ou zigomáticos nas posições de incisivo lateral/canino e no segundo pré-molar, bilateralmente:





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