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Coroas impressas 3D: que tipo de tratamento superficial rende mais?

  • Foto do escritor: Paulo Rossetti
    Paulo Rossetti
  • há 8 horas
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Título


Comparação dos protocolos de tratamento de superfície em coroas impressas em resina 3D: efeitos na rugosidade superficial e desempenho adesivo


Método


  • uma resina (Saremco Print Crowntec) para impressoras LCD

  • 168 corpos de prova (10 × 10 × 2 mm3)

  • 7 grupos: controle, jato abrasivo de Al2O3 (110 µm, 50 µm), ácido fluorídrico 9% (1 and 3 min), laser de CO2 laser (padrões paralelo e grade)

  • com e sem primer em cada um dos grupos

  • um cimento resinoso

  • testes de cisalhamento na interface resina & cimento


Resultados


  • os tratamentos de superfície afetam a resistência adesiva

  • maiores valores: jato abrasivo de Al2O3 110 µm (14,05 ± 3,78 MPa), laser de CO2 com linhas paralelas (11,86 ± 5,51 MPa)

  • condicionamento com HF 1 min (9,47 ± 4,04 MPa) e grupo controle (7,08 ± 2,98 MPa) com resistências menores

  • o uso do primer não afetou a resistência adesiva

  • relação fraca entre resistência e rugosidade de superfície


Conclusões sobre as coroas impressas 3D


  • jato abrasivo de Al2O3  110 µm gerou a maior entre todas as resistências

  • entretanto, o laser CO2 pode ser uma alternativa

  • HF por 3 min melhora os resultados adesivos

  • a variação isolada nas rugosidades superficiais não é suficiente para ajudar na adesão


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