Maxila posterior atrófica: nova classificação para carga imediata
- Paulo Rossetti

- há 1 dia
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A maxila atrófica é uma situação clínica onde a perda estrutural, por diversos motivos, leva à reabsorção óssea em altura e espessura.
No entanto, esse grau de atrofia varia em quantidade e qualidade, podendo ser leve, moderado ou severo.
Na terceira situação, implantes zigomáticos e pterigoides estão indicados.
Na Implantodontia, quando estamos planejando as posições dos implantes dentários e lidando com uma maxila atrófica, as três preocupações fundamentais são:
no design (diâmetro/comprimento/superfície) desses implantes
na distribuição desses implantes (cantiléver)
na estabilidade primária
Maxila posterior atrófica e carga imediata: a nova classificação
Ao longo dos anos, diversas possibilidades têm sido discutidas.
Entretanto, a mais recente traz uma nova interpretação biomecânica sobre a anatomia (classificação PAM), visando a região posterior atrófica da maxila (dentes molares) e para obtenção de uma alta estabilidade primária.
Ela progride de uma situação inicial branda (Classe I) para a atrofia óssea mais severa (Classe V):
Classe I: 7mm de largura, 8mm de altura
implante convencional e em posição axial, ancoragem local, não há necessidade de enxertia
Classe II: 7mm de largura, 4-8mm de altura
implante convencional ou longo, ancoragem local ou remota, posição axial ou inclinada, com enxertia no seio maxilar
Classe III: 7mm de largura, 1-4mm de altura
implante longo, posição axial ou inclinada, ancoragem remota, enxertia no seio maxilar
Classe IV: < 7mm de largura, 1-4mm de altura
implante longo ou zigomático, posição inclinada, ancoragem remota, enxertia no seio maxilar e aumento horizontal do rebordo alveolar
Classe V: >1mm de largura, <1mm de altura
implante zigomático, posição inclinada, ancoragem remota, sem enxertia




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