Próteses totais: CAD/CAM resolve as fraturas nos dentes artificiais?
- Paulo Rossetti

- há 6 horas
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Objetivo
comparar os valores de fratura (base/dentes artificiais) em função dos métodos de confecção para próteses totais: convencional, CAD/CAM (monolítico e cimentação), e impressão 3D (monolítico e cimentação)
Material e Métodos
dente 11 escolhido como modelo
apenas uma marca comercial
sete grupos testados:
prensagem convencional da base + dentes artificiais
fresagem convencional com disco único base e de dentes
fresagem da base + dentes artificiais
fresagem da base + dentes fresados
impressão 3D monolítica base e dentes
base impressa + dentes artificiais
base impressa + dentes impressos
carga de fratura em 90 graus e na superfície palatina
microscopia eletrônica de varredura
análise do tipo de falha
Resultados
há diferenças significativas entre os 7 métodos de fabricação (p < 0,001)
fresagem monolítica gerou a maior carga de fratura (504 N)
bases impressas 3D com dentes cimentados geraram altos valores de carga de fratura (361 e 348N, respectivamente), superando a prensagem convencional (p < 0,001 ; p = 0,002)
bases fresadas com dentes cimentados e impressões monolíticas geraram cargas de fratura moderadas
prensagens convencionais e bases fresadas com dentes pré-fabricados cimentados geraram os menores valores de fratura (251 e 232N, respectivamente)
fraturas coesivas nos valores de carga mais altos
fraturas adesivas ou mistas nos valores de carga mais baixos
Conclusão
método de fabricação da prótese total tem efeito significativo na carga de fratura
prótese total fresada CAD/CAM monolítica superou todos os outros grupos na resistência à fratura
impressões 3D com adesão otimizada nos dentes artificiais também geraram alta resistência à fratura em comparação ao método de prensagem convencional




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