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  • Convidados internacionais IN24: Joseph Choukroun

    Joseph Choukroun, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site Incongress. Nome: Joseph Choukroun Funções: Especialista em Cirurgia Geral, Anestesiologia e Gerenciamento da Dor; Presidente do SYFAC - Simpósio Internacional sobre Fatores de Crescimento; Inventor da técnica de Fibrina Rica em Plaquetas (PRF). Livros editados: Capa do livro "Fibrina Rica em Plaquetas na Odontologia e Medicina Regenerativa e Estética Lista de artigos: Programação no IN24 - Curso de Imersão 24 de setembro - 11:30-13:30 Tema: Osteoimunologia - PRF Programação no IN24 - Mesa Redonda 25 de setembro - 14:00 - 18:00 Tema: Reconstrução óssea

  • Convidados internacionais IN24: Eric Van Dooren

    Eric Van Dooren, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site Incongress. Nome: Eric Van Dooren Funções: Clínica particular em Antuérpia, Bélgica, que se limita a Periodontia, Prótese fixa e implantes; Membro ativo da Academia Europeia de Odontologia Estética. Lista de artigos: Programação no IN24 - Curso de Imersão 27 de setembro - 9:00-11:00 Tema: Manejo de tecidos moles ao redor de dentes e implantes Programação no IN24 - Master Class 27 de setembro - 14:00 - 16:30 Tema: Odontologia Estética interdisciplinar

  • Convidados internacionais IN24: David Furze

    David Furze, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site Incongress. Nome: David Furze Funções: Pós-graduado em Prótese Dentária; Especialista em Implantodontia; Vencedor de prêmios com pesquisas em Odontologia Estética; A sua prática se restringe a Prótese avançada e Implantodontia. Lista de artigos: Programação no IN24 - Curso de Imersão 24 de setembro - 14:00-16:00 Tema: Diferentes implantes para diferentes situações clínicas Programação no IN24 - Mesa Redonda 26 de setembro - 9:00 - 13:00 Tema: Estabilidade tecidual

  • Convidados internacionais IN24: Diego Bechelli

    Diego Bechelli, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site Incongress. Nome: Diego Bechelli Funções: Especialista em Periodontia e Prótese Dentária; ITI fellow and speaker; Membro do Grupo ABC Interdisciplinary Team. Lista de artigos: Programação no IN24 - MasterClass 25 de setembro - 10:00-12:30 Tema: Implantes dentários na zona estética: ciência e experiência clínica Programação no IN24 - Curso de Imersão 25 de setembro - 17:00 - 19:00 Tema: Abordagem interdisciplinar sobre a perda múltipla de dentes anteriores

  • Microbiota gastrointestinal: a causa da fobia social?

    Variações na microbiota gastrointestinal podem gerar fobia social? Escrevi este post enquanto aguardava o momento do banho. Não por haver fila, mas porque tinha comido uma bela tigela de pipoca acompanhada de um refrigerante, enquanto assistia um dos meus filmes preferidos: The Thing (O Enigma de Outro Mundo, de 1982, dirigido por John Carpenter). Nele, uma espécie alienígena é desenterrada e passa a controlar mentalmente os corpos de um grupo de exploradores, fazendo com que se voltem uns contra os outros. Entretanto, dei uma pausa no filme para imediatamente escovar os dentes. E outro lance passou pela minha cabeça: “as bactérias da boca não são tão inteligentes quanto os alienígenas do filme de Carpenter, mas guardam 45% de semelhança com as bactérias das nossas fezes”. Impressionante! As nossas bactérias convivem entre si sob relações complicadas. Mas, em algum momento, havendo um desequilíbrio entre as espécies (conhecido como disbiose oral), teremos estados inflamatórios associados que podem, por exemplo, causar uma doença periodontal ou serem parte dos mecanismos do diabetes, aterosclerose e obesidade. E para se entender a gravidade das nossas relações com as bactérias, uma revisão aponta que a disfunção erétil poderia ser 2,8 vezes mais comum em homens com doença periodontal crônica. A ponte de ligação? O estado inflamatório gastrointestinal. Frank Zappa, famoso guitarrista e compositor, costumava cantar um trecho de sabedoria que dizia “você é o que você come”. Nos últimos anos, a mucosa gastrointestional tem sido alvo de muitas investigações, principalmente porque uma alteração local (chama-se leaky gut) faz com que os microrganismos caiam na corrente sanguínea e causem perturbações no sistema imune e nos aspectos hormonais do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal, refletindo-se em alterações no funcionamento cerebral e por consequência em nossa saúde mental. Uma dessas patologias é a fobia social, que afeta milhares de pessoas pelo mundo. Pessoas com fobia social têm medo e ansiedade intensa, evitando contatos com outras pessoas. O apoio psiquiátrico é fundamental e deve ser iniciado logo. Segundo a evidência mais recente, uma das respostas para a fobia social também passaria pela análise da composição intestinal. Fobia social: quais as bactérias candidatas? Cientistas do Reino Unido, ao compararem a microbiota (análise 16S rRNA) das fezes de pessoas neurotípicas com pessoas diagnosticadas com fobia social, descobriram uma variação em três espécies: Bacteroides nordii, Bacteroides cellulosiyticus, e Phocaeicola massiliensi. As duas primeiras tiveram maior frequência em pessoas com fobia social. Seguindo o procedimento científico, fezes foram coletadas destes dois grupos de pessoas, os microrganismos isolados, identificados, e inoculados em 80 ratos para observar seu comportamento social. Os ratos contaminados com as fezes das pessoas socialmente fóbicas tiveram redução nos níveis de cortisona e na função imune (memória e ativação imune inadequadas). Mais tarde, quando os cérebros desses ratos foram analisados, os marcadores neuro inflamatórios e a barreira hematoencefálica também estavam afetados. Além disso, os níveis de oxitocina (hormônio do prazer), localizados na região cerebral responsável pelo comportamento social, estavam significativamente reduzidos. Boa escovação e nutrição, sempre. E que a colaboração entre a Odontologia, Medicina e Nutrição seja cada vez maior.

  • HA, B-TCP e BCP: biocerâmicas e a formação óssea

    A composição química e a porosidade do biomaterial modulam sua resposta final Biocerâmicas à base de fosfato de cálcio (CaP) são materiais de enxertia, implantáveis, para regeneração óssea. Dentre as variações comumente utilizadas, podemos encontrar: hidroxiapatita (HA) beta tricálcio fosfato (B-TCP) fosfato de cálcio bifásico BCP (HA/B-TCP : 60/40) fosfato de cálcio bifásico BCP (HA/B-TCP : 20/80) Agora, imagine que você foi capaz de criar discos com estes materiais, que possuem a mesma espessura e porosidade, e mais tarde implantá-los em animais roedores, para verificar seu grau de formação óssea. No estudo mais recente, essas quatro composições foram analisadas para a osteoclastogênese (os monócitos se transformando em macrófagos) e até que ponto a incorporação das células-tronco mesenquimais afetaria as respostas finais. Ainda, o osso bovino seco foi cortado em forma de disco e usado nesse experimento. Os toques finais: osteoclastos e células-tronco semear osteoclastos e células-tronco sobre os discos aplicar grânulos do biomateriais no subcutâneo para verificar a formação óssea ectópica O que aconteceu com as biocerâmicas? HA pura impediu a maturação dos osteoclastos, fato não observado com os outros biomateriais; a capacidade de formação ectópica de osso, havendo células-tronco, é observada em todos os biomateriais, mas ocorreu nessa ordem: B-TCP > BCP (20/80)> BCP (60/40) > HA Para refletirmos sobre as biocerâmicas e a formação óssea.

  • Convidados internacionais IN24: Daniel Buser

    Daniel Buser, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site Incongress. Nome: Daniel Buser Funções: Professor e Chefe do Departamento de Cirurgia Oral, Universidade de Berna, Suíça; pioneiro em Regeneração Óssea Guiada; Educação Continuada na Academia Buser & Sculean de Periodontia e Implantodontia Livros editados: “20 anos de Regeneração Óssea Guiada”. Capa do livro 20 anos de Regeneração Óssea Guiada. Livros editados: "Guia de Tratamento ITI" Capa da série Guia de Tratamento ITI. Foto: www.iti.org Lista de artigos: Programação no IN24 - MasterClass 25 de setembro - 10:00-12:30 Tema: Implantes dentários na zona estética: ciência e experiência clínica Programação no IN24 - Curso de Imersão 26 de setembro - 10:00 - 12:00 Tema: O desafio do tratamento estético com implantes em pacientes parcialmente edêntulos: quais são os fatores chave para o sucesso cirúrgico?

  • Convidados internacionais IN24: Algirdas Puisys

    Algirdas Puisys, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site Incongress. Nome: Algirdas Puisys Funções: Cirurgião-dentista pela Universidade de Vilnus, Lituânia; Mestre e Doutor em Periodontia, ITI Fellow. Livros que participa: “Conceito de Perda Óssea Zero”. Capa do livro Conceito de Perda Óssea Zero. Foto: Napoleão Editora. Lista de artigos: Programação no IN24 - MasterClass 24 de setembro - 10:00-12:30 Tema: Situações estéticas desfavoráveis, doenças e sequelas na Implantodontia: como resolvê-las? Programação no IN24 - Curso de Imersão 25 de setembro - 9:00 - 11:00 Tema: Implantes em alvéolos comprometidos

  • Convidados internacionais IN24: Alberto Monje

    Alberto Monje, palestrante internacional do IN24 Congress, programado para Setembro, Distrito Anhembi, São Paulo, realizado pela VMCom. Foto: site INCongress. Nome: Alberto Monje Funções: Diretor da Divisão de Periodontia - Instituto CICOM, Badajoz, Espanha; Curador da Sociedade Espanhola de Periodontia (SEPA); Diplomado pelo Conselho Americano de Periodontia; Professor assistente no Depto. de Periodontia - Universitat Internacional de Catalunya, Espanha; Professor assistente clínico adjunto no Depto. de Periodontia - Universidade de Michigan, EUA. Livros editados: “Desdobrando a peri-implantite”. Capa do livro Unfolding Peri-Implantitis, editado por Alberto Monje, ainda sem versão para a língua portuguesa no Brasil. Foto: Quintessence Publishing. Lista de artigos: Programação no IN24 - Mesa Redonda 27 de setembro - 9:00-13:00 Tema: Peri-implantite Programação no IN24 - Curso de Imersão 27 de setembro - 15:00 - 17:00 Tema: Elementos chave no tratamento da peri-implantite

  • Comprometido, condenado, sem esperança: quando aplicar esse prognóstico dentário?

    Prognóstico dentário: quatro fatores fundamentais "Comprometido, condenado, sem esperança". Este seria o fim da linha no prognóstico dentário? Ou, em linhas gerais, a pergunta é: até que ponto o seu dente pode funcionar bem? O que é um hopeless tooth? "Hopeless tooth" é uma expressão em inglês que, em tradução livre, significa "condenado, comprometido, sem esperança". O ser humano funciona bem com quantos dentes mesmo? Excelente pergunta. Dos 32 dentes existentes na raça humana, quatro (os do siso, os terceiros molares) dão mais trabalho do que ajudam. Então, comecemos com 28 dentes. Porém, uma cárie aqui, uma restauração lá, tratamento de canal, um trauma dentário, uma trinca...técnicas de prevenção contemporânea que ganharam força nos anos 1990 e começo dos anos 2000...essa conta biológica fecharia, até o primeiro molar de cada lado, na maxila e na mandíbula, em 20 dentes. Arco dentário curto: próteses parciais removíveis ou implantes dentários? Na Odontologia, trabalhamos também com a possibilidade de um haver um arco dentário curto. Quando temos pelo menos 20 dentes (entre os pré-molares em ambas as arcadas), o que nos dá chance para colocação de implantes dentários ou próteses parciais removíveis. Um dente é tão complexo quanto um prédio: paredes externas muitos duras (o esmalte, para cortar e mastigar), paredes intermediárias (a dentina, que é colágeno e tem função estrutural), e finalmente seus moradores (a polpa, reservatório de vasos sanguíneos e nervos, nosso "mini coração"). E como todo "prédio", ele precisa de uma boa fundação de concreto (o osso da maxila ou da mandíbula) e suas vigas (o ligamento periodontal). Se os prédios precisam de manutenção por diversos motivos, com os dentes não seria diferente. Os implantes dentários custam mais do que um tratamento periodontal adequado? Por exemplo, seria efetivo extrair dentes nesta situação e colocarmos implantes dentários? Uma pesquisa recente indica que o custo de manutenção dos implantes parece superar o custo de manutenção em dentes periodontalmente comprometidos. Os quatro aspectos importantes do prognóstico dentário quantidade de remanescente periodontal: o sinal de alerta é quando tivermos menos de 30% da altura óssea alveolar, incapacidade para higienização correta, evidência de doença periodontal ativa; quantidade de remanescente estrutural: <30% de altura coronal, sem permitir boa proporção entre coroa e raiz, e ausência de efeito férula; endodontia: tratamento endodôntico irregular, retratamentos endodônticos que não funcionam; posição no plano oclusal: dente severamente fora do plano, comprometendo dentes antagonistas, dificuldade de higiene, dificuldade de movimentação ortodôntica, tratamento efetivo comprometendo a proporção coroa / raiz As condições acima indicam que o risco de perder esses dentes ao longo do tempo é alto. Desta forma, cabe ao profissional decidir se o dente nessas condições, por exemplo, serviria como um bom pilar de uma prótese parcial fixa. Importante: se a quantidade de estrutura acima da margem gengival for zero, com as lesões invadindo a dentina, ou se houver uma trinca que se estende até o ápice, o prognóstico dentário mudaria para extração.

  • Os vírus da cavidade bucal e o SARS-COV-2: o que precisamos saber?

    Desenho do vírus da COVID-19 Vírus são elementos que também ocorrem na cavidade bucal, além das bactérias e dos fungos. Interagem? Sim. Contribuem para a saúde ou para a doença? Tudo depende do seu sistema imune e do grau de higienização que você dedica todos os dias aos seus dentes, língua e gengivas. Essa "turma" tem uma lista abrangente, passando pelos herpes vírus, o citomegalovírus, o Epstein-Barr, e o mais recente membro, o SARS-COV-2. Tudo porque é na cavidade bucal (glândulas salivares, língua, gengiva, polpa) que também encontramos a ACE2, enzima na qual a proteína do SARS-COV-2 (spike) pode se ligar. De acordo com a revisão mais recente, quais seriam as possíveis manifestações ou doenças orais encontradas nos casos clínicos de pacientes com COVID-19? gengivite necrosante pigmentação escura xerostomia disgeusia mucosite infecção periodontal eritema no palato perda das papilas da língua Entretanto, a verdadeira relação entre as doenças orais e o SARS-COV-2 (efeito de potencialização/bidirecional) ainda é desconhecida. Por enquanto, o elo de ligação é a "tempestade de citocinas", especialmente na doença periodontal crônica. E como a higiene oral pode aliviar esses sintomas, aproveite para rever seus conhecimentos no diagnóstico da gengivite e periodontite clicando no botão abaixo:

  • Bisfosfonatos e Odontologia: tudo começa 20 anos atrás

    Bisfosfonatos na Odontologia: uma história de mais de 20 anos. "Embora todos os pacientes estivessem tomando medicamentos que afetassem negativamente a cicatrização das feridas, somente o pamidronato e o zoledronato eram a única classe de fármacos comuns aos 36 indivíduos". Foi desta maneira que Robert Marx, cirurgião bucomaxilofacial, se referiu ao estranho achado numa carta publicada em setembro do ano de 2003 na revista Journal of Oral Maxillofacial Surgery, mostrando o surgimento de uma "lesão intraoral incomum ora na maxila, na mandíbula, ou em ambas as arcadas." Ambos os medicamentos (bisfosfonatos nitrogenados) eram utilizados por via intravenosa no tratamento da hipercalcemia relacionada ao mieloma múltiplo (18 pacientes) , carcinoma metastático da mama (17 pacientes) ou osteoporose (1 paciente). Havia o conhecimento prévio de que os bisfosfonatos eram inibidores da reabsorção óssea. O alvo era impedir o funcionamento dos osteoclastos (células que "comem" osso). E se você precisa aprender um pouco de biologia óssea em cinco minutos, faça uma pausa e reflita sobre o texto abaixo: Quando os osteoblastos se encontram circundados pela matriz óssea, transformam-se em osteócitos. Mas os osteócitos só duram por 150 dias. Assim, quando morrem, a matriz óssea ao seu redor perde nutrição e pode trincar por carga ou trauma. Adivinha quem deve remover esta matriz? O osteoclasto! Mas como fazer isso, se o tais osteoclastos não funcionam justamente porque esses bisfosfonatos nitrogenados os impedem? Como apontado na carta, "Os maxilares são os únicos ossos do corpo humano que se comunicam com o meio externo, através dos dentes, que com frequência apresentam inflamação periodontal, abcessos, problemas endodônticos, e outras patologias que aumentam a demanda e a taxa de metabolismo ósseo." Ainda: "...observamos que em 28 destes 36 casos, as lesões ocorreram após a extração dentária." E embora fosse relatado que "....a remoção dos dentes comprometidos aliviasse a dor, isto poderia acentuar o nível de exposição óssea.." Então, por isso as lesões eram caracterizadas como um osso avascular e necrótico, surgindo como sequestros e afetando os tecidos moles, gerando "crateras". Em 2003, a recomendação para tratamento incluía "antibióticos por longos períodos de tempo, além do controle local usando bochechos de clorexidina 0,12%." Acesse o trabalho original:

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