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  • Copa do Dentista 2026: pessoa física ou jurídica no imposto de renda?

    Dentista: é melhor dar o drible do que fazer tabelinha com o Leão. No Brasil de ontem e de hoje, não existe ato mais forte do que fazer uma campanha daquelas de “chacoalhar a roseira” para que as pessoas peguem de vez o gosto pela coisa. Independente de ser algo simples (mudar nome de rua, consertar uma calçada) ou até mais complexo (vacinação, ajudar centenas de famílias que passam fome), essas campanhas que funcionam porque tocam no emocional coletivo. E quando chegamos nessa fase, a mágica da comunicação simples está feita. Na classe Odontológica, esses esforços já recomeçaram. A campanha mais recente, adivinhem, é aquela que promete mexer no bolso de maneira significativa. Assim, a profissão cirurgião-dentista (o famoso “odontólogo”, como ficava registrado em diversos sistemas bancários) se vê frente às novas regras da Receita Federal, definitivamente em ação nesse julho de 2026. Depois de dezenas de idas e vidas sobre “quem deve para quem” e “quem vai pagar o que”, o “rugido desse leão 4.0” gera mais preocupação do que o imaginado. Entretanto, do ponto de vista histórico, a Odontologia sempre enfrentou batalhas pelos seus direitos (mais do que adquiridos). Não é agora que vamos deixar a peteca cair, certo? Abaixo, alguns táticas para driblar esse Leão dentro das quatro linhas e marcar um gol de placa. O dentista e a reforma no imposto de renda: IVA (IBS + CBS) Com a implementação do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), a transparência digital tornou-se a regra, e a escolha entre atuar como Pessoa Física ou Pessoa Jurídica nunca foi tão determinante para a saúde do seu bolso. Essa mudança vai muito além da troca de siglas: ela exige uma reestruturação na gestão financeira do consultório. Sim, é hora de conversar (novamente) com o seu escritório de contabilidade. O fim do recibo de papel, Receita Saúde, CNPJ técnico Então, desde janeiro de 2026, o sistema eletrônico é a nova rotina. O antigo recibo de papel não tem mais validade fiscal para reembolso de convênios ou dedução no Imposto de Renda do paciente. A novidade: a partir de julho de 2026, todo profissional autônomo (incluindo o dentista) deve possuir um CNPJ técnico. Motivo: é o sistema para localizar a apuração desses impostos (IBS e CBS). Ainda, também serve para cruzar dados do prestador de serviços (você) e do tomador de serviços (seu paciente). No final, a medida acima evita a ocorrência de uma situação de "malha fina" na sua Declaração Anual. Importante: sem esse registro, estaremos impedidos de emitir o Recibo Digital pelo sistema Receita Saúde, o que inviabiliza o benefício fiscal para seus pacientes. O uso do Receita Saúde, felizmente, está incorporado no dia a dia da clínica. E realmente não tem outra saída: ou a gente faz ou treinamos o pessoal do financeiro. IBS e CBS: os componentes do IVA (Imposto sobre o Valor Agregado) IBS e CBS substituem PIS, COFINS, ISS (aqueles impostos que aparecem nas notas fiscais). Para profissionais liberais, como os dentistas, houve uma conquista importante: uma redução de 60% na alíquota padrão. Na prática, isso significa que a carga somada desses novos impostos (IBS e CBS) gira em torno de 10,6%. Dessa forma, poderemos gerar créditos tributários sobre as compras de materiais odontológicos, equipamentos e até aluguel, abatendo esses valores do imposto pago sobre seus serviços, desde que tenhamos todas essas notas fiscais. Então, não deixe para depois: comprou material na dental, peça imediatamente a sua nota fiscal de serviços eletrônica. Momento de atenção: mantenho a pessoa física ou mudo para pessoa jurídica no meu imposto de renda? Chegamos ao ponto que mais preocupa (o seu bolso). A dúvida sobre qual modelo seguir é uma questão de cálculo: Cirurgião dentista no regime de Pessoa Física: como fica esse cenário? Aviso: a carga tributária total pode corroer quase um terço do seu faturamento bruto. No exemplo fictício abaixo, acompanhe como funcionaria o IBS/CBS e os créditos: faturamento mensal: 50 mil reais IBS/CBS bruto (alíquota 10,6%): 5.300 reais compras de materiais no mês: 5 mil reais créditos sobre os materiais (alíquota cheia 26,5%): 1.325 reais IBS/CBS a pagar (5.300 – 1.325 reais): 3.975 reais Em seguida, vamos ao carnê-leão: faturamento mensal: 50 mil reais despesas dedutíveis: materiais + IBS/CBS: 8.975 reais base faturamento para cálculo: 41.025 reais tabela do IRPF (27,5% + desconto): 10.300 reais Como ficou no total dos impostos pagos: IBS/CBS: 3.975 reais + 10.300 reais = 14.275 reais Como ficou a carga tributária total: Esses 14.275 reais representam 28,55% em relação aos 50 mil reais. Cirurgião dentista no regime de Pessoa Jurídica: como fica esse cenário? faturamento mensal: 50 mil reais alíquota efetiva: 12% guia DAS (IBS, CBS, CPP e ISS): 50 mil x 12% = 6 mil reais pró-Labore e CPP: Além do DAS, você terá o custo previdenciário sobre o seu pró-labore (salário do sócio), estimado em torno de 1.200 reais (considerando um pró-labore de um salário-mínimo para fins de exemplo). total de Impostos (DAS + Previdenciário): 7.200 reais Carga tributária total: Agora, esses 7.200 reais representam 14,4% em relação aos 50 mil reais. Importante: fazendo tudo dentro da lei, essa diferença representa uma economia que pode ultrapassar R$ 7.000,00 por mês. No final de um ano, por exemplo, essa diferença representa mais de 84 mil reais no seu bolso. Mesmo assim, o raciocínio acima é só o começo na sua planilha de despesas: o dentista também vai aos outros profissionais, tem filhos como dependentes, e outras despesas que podem ser abatidas por lei. Mais uma vez: fique livre das enxaquecas visitando o seu contábil. Convênios e reembolsos: como estão operando? Os convênios de saúde já estão operando 100% integrados aos novos sistemas. Para o paciente, a segurança de receber o reembolso depende da emissão correta da NFS-e (se você for PJ) ou do Recibo Digital (se você for PF). Documentos que não contenham o destaque correto do IBS/CBS ou que não estejam autenticados pelos portais federais serão sumariamente glosados pelas operadoras.

  • O Relatório Gies: 100 anos de um marco histórico para a Odontologia

    William J. Gies: quando a Odontologia abraça a ciência. A odontologia contemporânea deve sua existência a um único documento publicado há quase um século. William J. Gies (1872 – 1956), professor da Universidade de Colúmbia, Estados Unidos, foi editor e fundador do JDR (Journal of Dental Research), editor e fundador da IADR (International Association for Dental Research), e secretário e fundador da AAAS (American Association for the Advancement of Science). Atenção: no final deste post, vamos compreender melhor porque todas as realizações acima foram fundamentais à classe Odontológica. Em 1926, William J. Gies entregou à Fundação Carnegie o boletim número 19 que alteraria permanentemente o destino da saúde bucal no mundo, conhecido como Relatório Gies. Ao celebrarmos 100 anos deste marco em 2026, precisamos revisitar como este relatório transformou um ofício técnico em uma disciplina acadêmica de elite. O Cenário Pré-1926: Do Empirismo à Crise de Identidade Antes da intervenção de Gies, a odontologia operava em um vácuo científico. A maioria das escolas funcionava sob o modelo "proprietário", onde o lucro dos donos das faculdades superava o rigor do ensino. O Dentista como Artesão Mecânico No início do século XX, a sociedade enxergava o dentista como um mecânico de dentes. O foco residia quase exclusivamente na extração e na prótese artesanal. Não existia uma compreensão clara da biologia oral ou da patologia sistêmica. A Necessidade de uma Reforma "Flexneriana" Inspirada pela reforma da medicina de 1910 (Relatório Flexner), a odontologia precisava de uma limpeza estrutural. William Gies, um bioquímico da Universidade de Columbia, assumiu o desafio de auditar cada escola de odontologia nos EUA e Canadá, aplicando um olhar científico implacável. As Pilastras do Relatório Gies: O Nascimento do "Doctor of Dental Surgery" Gies não apenas criticou o sistema: ele projetou um novo modelo de profissional. Ele defendeu que a boca não é um compartimento isolado, mas uma janela para a saúde do corpo humano. A Odontologia como Equivalente à Medicina A tese central de Gies afirmava que a odontologia deveria ser "o equivalente a uma especialidade da medicina". Ele argumentou que, embora a odontologia devesse permanecer uma profissão independente, sua base educacional precisava espelhar o rigor médico. O Fim das Escolas Proprietárias Gies forçou o fechamento de instituições de baixa qualidade. Ele estabeleceu que a educação odontológica só teria validade se ocorresse dentro de universidades de pesquisa, integrando o estudante ao ambiente acadêmico e científico. A Conexão Biológica: Periodontia e Saúde Sistêmica Um dos pontos mais visionários do relatório foi a antecipação do que hoje chamamos de Medicina Periodontal. Gies compreendeu que infecções orais, como a então chamada "Pyorrhea", tinham consequências biológicas profundas. Inflamação e a Visão de Gies Mesmo sem as ferramentas de biologia molecular contemporâneas, Gies previu que a inflamação crônica na cavidade oral afetava a saúde geral. Ele incentivou a pesquisa em bioquímica e bacteriologia para entender como as bactérias orais interagiam com o hospedeiro. Da Bioquímica à Inteligência Artificial Gies introduziu a bioquímica no currículo. Hoje, em 2026, integramos a IA no diagnóstico e a medicina regenerativa na reconstrução de tecidos, seguindo a mesma trilha de inovação baseada em evidências. O Dentista como Gestor da Saúde Longevidade O profissional moderno, conforme idealizado por Gies, atua na prevenção de doenças sistêmicas através do controle da inflamação oral, sendo um ator crucial na biologia do envelhecimento e na promoção da longevidade. Além disso, ao integrar a odontologia na AAAS, Gies garantiu que as pesquisas odontológicas fossem apresentadas e discutidas no mesmo nível que a física, a química e a biologia. A magia do ano de 1926 na Odontologia O ano de 1926 também teve outros fatos importantes, como a introdução do retalho deslocado coronalmente por Norberg, que personifica a transição do "extrair" para o "preservar e regenerar" que Gies tanto defendia. Simultaneamente ao relatório, a fundação da Escola de Gnatologia por B. B. McCollum em 1926 buscou aplicar as leis da física e da biologia ao movimento mandibular. O Relatório Gies de 1926 salvou a odontologia da obsolescência técnica. Ele nos deu o status de doutores e a responsabilidade de sermos cientistas clínicos. É bom lembrar: quando adentrarmos em nossos consultórios todos os dias, estaremos partilhando da visão de um homem que acreditou que a ciência era o único caminho para a excelência na saúde.

  • Quiz - Prótese sobre implantes - 2

    Quiz - Prótese sobre implantes - 2. Chegou a hora do Quiz número 2! Teste seus conhecimentos na prótese sobre implantes: Quais dos fatores de risco abaixo podem gerar a falha do implante por peri-implantite? a) história de periodontite tratada b) tabagismo c) obesidade d) a e b Qual é o tipo de oclusão recomendado no carregamento imediato de uma prótese All-on-four? a) oclusão balanceada bilateral b) contatos leves nos posteriores c) contatos uniformes nos dentes anteriores d) letras b e c estão corretas Na maxila, o que se pode fazer para que o implante dentário fique bem estabilizado? a) usar enxertia óssea b) usar sub instrumentação na fresagem c) apenas a letra b está correta d) usar implantes de rosca agressiva e sub instrumentação Sobre a linha de sorriso alta, suas causas são: a) lábios curtos e hiperativos b) erupção passiva alterada c) excesso maxilar vertical d) todas acima Sobre o desenho do pôntico, assinale a correta: a) o desenho "sobre o rebordo" é o melhor b) pode ficar de 2-3mm dentro do alvéolo de extração c) o desenho do pôntico modificado sobre o rebordo é ruim d) todos acima Confira as respostas: 1) d; 2) d; 3) d; 4) d; 5) b

  • Quiz - Prótese sobre Implantes - 1

    Quiz - Prótese sobre Implantes - 1 Aproveite e teste seus conhecimentos nesse Quiz temático: prótese sobre implantes 1 – Sobre o cantilever em prótese sobre implantes, é correto: a) Pode ser feito apenas na região posterior. b) Recomenda-se 20mm na mandíbula, 20 mm na maxila. c) O parafuso do implante mais distal sempre sofre mais a ação das cargas sobre o cantiléver em extremidade livre. d) Todas as alternativas acima estão corretas. 2 – Os parafusos numa prótese sobre implantes total aparafusada: a) São apertados da direita para a esquerda. b) São apertados da esquerda para a direita. c) São apertados intercalados. d) São apertados de forma cruzada. 3 – As primeiras próteses sobre implantes eram: a) Diferentes das próteses parciais fixas sobre dentes. b) Em liga de ouro e com faceta estética de resina acrílica. c) Em liga de cobalto-crômio e faceta de porcelana. d) Em liga de paládio-platina e faceta estética de resina acrílica. 4 – Numa prótese parcial fixa sobre três implantes: a) Os pilares protéticos são todos rotacionais. b) Os pilares são pré-fabricados ou customizados. c) Os implantes devem ficar em linha reta ao longo da arcada. d) Apenas a e b estão corretas. 5 – Sobre a biomecânica dos pilares protéticos, assinale a incorreta: a) A maioria dos parafusos devem ser apertados até 35Ncm nos pilares UCLA de uma prótese sobre implantes. b) O pilar CeraOne™ tradicional possui retenção excessiva. c) Parafusos passantes normalmente ficam entre 10-15Ncm de torque de aperto. d) A chave manual basta no aperto dos parafusos dos mini-pilares. 6 - Sobre o material de selamento das embocaduras dos parafusos: a) Guta-percha é sempre a melhor solução. b) O algodão evita que a cabeça do parafuso seja machucada. c) A infiltração não ocorre se um silicone for utilizado. d) Apenas a letra b está correta. Clique aqui e veja as respostas: Respostas: 1) c - 2) d - 3) b - 4) d - 5) d - 6) d.

  • Reembasadores para prótese total: EMG, EAV, força de mordida

    QuickPick 07/2025 - reembasadores macios em prótese total. Objetivo: Desvendar o papel dos reembasadores macios em pacientes com e sem prótese total Métodos: revisão sistemática (3 bases de dados, limite de maio 2025) reembasadores macios ou rígidos relatos de casos, séries de casos, estudos in vitro: excluídos análise dos vieses: escalas ROBINS 2, ROBINS-I, GRADE para certeza da evidência Resultados: 32 artigos, 710 pacientes (6 meses de acompanhamento) Força de mordida, qualidade de vida, desempenho mastigatório melhor no grupo dos reembasadores macios Dor: reduções (EAV e questionário) nos reembasadores macios EMG: amplitude e duração sem diferenças entre grupos Conclusão: O uso de materiais macios de reembasamento (acrílicos ou não) melhora a força de mordida, mastigação, e a qualidade de vida. Leia o estudo original gratuitamente clicando no link abaixo: https://doi.org/10.1111/jopr.70183

  • PPF versus implante unitário: tem diferença clínica?

    PPF 3 elementos versus implante unitário: tem diferença? A Implantodontia contemporânea completa 60 anos de Osseointegração. Nesse meio de tempo, diversas questões ficaram para trás, dentre elas as comparações nos desenhos das próteses. Essa lista é gigantesca, mas a equipe de pesquisa do ITI tem-se mostrado preocupada com uma delas em especial. Será que uma prótese parcial fixa de três elementos é mais efetiva do que um implante dentário unitário? Parece uma pergunta boba? Na verdade, não. Entretanto, qual a melhor maneira de respondê-la, além de um estudo bem desenhado? Qual é o incentivo que todos os pesquisadores precisam? Oferecer patrocínio financeiro, é claro. PPF versus implante dentário: sua equipe de pesquisa pode participar Dessa maneira, o ITI coloca esse assunto na berlinda e disponibiliza as regras globais (sim, globais!) para fornecer possíveis respostas a um dos questionamentos que mais tira o sono dos protesistas e dos implantodontistas. Veja abaixo os requisitos (em tradução livre). Quem sabe, esta pode ser a sua vez! Implantes unitários versus próteses dentárias fixas de 3 elementos 1. Justificativa Científica A escolha entre um implante unitário e uma prótese fixa de 3 elementos suportada por dentes é uma das decisões clínicas mais frequentes na prática diária, mas dados comparativos robustos sobre resultados de longo prazo, desfechos relatados por pacientes e custo efetividade ainda são escassos. Esta chamada convida pesquisas baseadas em hipóteses para preencher essa lacuna. 2. Domínios Prioritários de Pesquisa Desfechos Clínicos de Longo Prazo: Taxas de sobrevivência/sucesso, perfis de complicação, modos de falha em ≥5 anos, incluindo análise retrospectiva de conjuntos de dados existentes Desfechos Reportados por Pacientes (PROMs): Qualidade de vida, estética, função e carga do tratamento Economia em Saúde: Análises de custo utilidade e modelagem relevante para pagadores em diferentes sistemas de saúde Fatores de Decisão de Tratamento: Idade, condição do pilar, volume ósseo, saúde sistêmica e acesso ao cuidado 3. Elegibilidade Clínicos e pesquisadores afiliados a universidades em implantodontia, prótese dentária ou cirurgia oral Grupos de pesquisa em economia da saúde e desfechos com expertise odontológica Redes multicêntricas, consórcios universitários e ex-alunos de pesquisa do ITI O Primeiro Candidato deve ter vínculo com uma instituição acadêmica credenciada 4. Critérios de Revisão Relevância para a pergunta de pesquisa definida Originalidade e força da hipótese Rigor metodológico e viabilidade Orçamento transparente e realista Informações Adicionais Cronograma Abertura da Chamada: 1º de junho de 2026 Prazo Final: 31 de agosto de 2026 Notificação: Novembro de 2026 Abrangência: Global Financiamento Disponível Pequeno Porte (até 50.000 dólares norte-americanos): Estudos focados; pesquisadores em início de carreira expandindo seu escopo em implantodontia Grande Porte (até 200.000 dólares norte-americanos): Grupos experientes; ensaios clínicos randomizados multicêntricos e síntese de evidências em larga escala Como se candidatar Portal de inscrição: research-application.iti.org Por favor, indique o tipo de pesquisa e campo correspondente "Implantes Unitários vs. Pontes de 3 Elementos" ao preencher o formulário de inscrição. Submissões de propostas de pesquisa fora desta chamada direcionada permanecem abertas. Os candidatos devem indicar o tipo de estudo, campo de pesquisa e tópico correspondentes ao escopo de seus projetos. Dúvidas: research@iti.org Single Implants vs. 3-Unit Tooth-Borne Bridges: 1. Scientific Rationale The choice between a single implant and a 3-unit tooth-borne fixed dentalprosthesis is among the most frequent clinical decisions in daily practice, yetrobust comparative data on long-term outcomes, patient-reported results, andcost-effectiveness remain scarce. This call invites hypothesis-driven research toclose that gap. 2. Priority Research Domains Long-Term Clinical Outcomes: Survival/success rates, complication profiles, failure modes over ≥5 years, including retrospective analysis of existing data sets Patient-Reported Outcomes (PROMs): Quality of life, aesthetics, function, and treatment burden. Health Economics: Cost-utility analyses and payer-relevant modelling across health systems. Treatment Decision Factors: Age, abutment condition, bone volume, systemic health, and access to care. 3. Eligibility University-affiliated clinicians and researchers in implantology, prosthodontics, or oral surgery Health economics and outcomes research groups with dental expertise Multicentre networks, university consortia, and ITI Research alumni First Applicant must hold affiliation with an accredited academic institution 4. Review Criteria Relevance to the defined research question Originality and strength of hypothesis Methodological rigour and feasibility Transparent and realistic budget Additional information Timeline Call Open: June 1, 2026 Deadline: August 31, 2026 Notification: November 2026 Scope: Global Available Funding Small Grant (up to USD 50,000) Focused studies; early-career researchers expanding their scope in implant dentistry Large Grant (up to USD 200,000) Experienced groups; multicentre RCTs and large-scale evidence synthesis How to apply Application portal: research-application.iti.org Please indicate the corresponding research type & field “Single Implants vs. 3-Unit Tooth-Borne Bridges” while filling out the application form. Submission of research applications outside of the targeted call remain open. Applicants should indicate the study type, research field and topic matching their projects scope. Questions: research@iti.org

  • A Odontologia e a ANVISA: protegendo você e seus pacientes!

    Odontologia e ANVISA: protegendo o seu empreendedorismo. O Brasil é um país com muita criatividade e soluções inventivas. Disso ninguém duvida. O problema é que muitas vezes, essa inventividade “pula a cerca” da regulamentação. É muito simples: o que aconteceria se você fizesse um xarope caseiro e dissesse que ele cura o câncer? Afinal, você teria o selo de inspeção do Ministério da Saúde ou registro na ANVISA? Jamais. Essa é uma das histórias mais clássicas do FDA (a ANVISA dos Estados Unidos da América): o xarope também curava queda de cabelo (entre outras coisas). A sua ideia até pode ser revolucionária, mas antes é preciso proteger seus pacientes, há dezenas de passos. Na sua clínica, usar um produto sem registro é, além de um ato de irresponsabilidade, por em risco a vida dos seus pacientes. Ao contrário do que muitos colegas acreditam, a ANVISA está aí para proteger o seu empreendedorismo. Uma competição injusta: sua “empresa de fachada” e a “empresa que gera empregos e paga impostos” Quando a sua ideia se torna um produto comercial (com embalagem, esterilização, nota fiscal) ela passa a recolher tributos / impostos. Quando a sua ideia se torna um produto comercial, isso significa que existe uma fábrica, onde há funcionários CLT para dar conta não só da produção, mas também de todo o atendimento ao consumidor final. Quando a sua ideia se torna um produto comercial, isso significa que ele foi testado sob normas ISO (final desse post), profissionais experientes externos foram pagos por horas de consultoria, testes externos foram validados em laboratórios independentes. Tudo isso custa muito dinheiro. Qualquer coisa diferente dos três itens acima é ilegal e diminui a boa impressão tanto da classe odontológica quanto do sistema de atenção à saúde bucal no Brasil. Sou dentista, quero empreender: o que a ANVISA exige de mim? Empreendedorismo é uma ação que pode resultar numa grande empresa? Sim, startups de sucesso começaram assim! A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) atua para garantir a segurança, a qualidade e a eficácia de todos os produtos e serviços de saúde no território brasileiro. Para a classe odontológica, essa regulação protege tanto o profissional quanto o paciente, assegurando que insumos, materiais e equipamentos atendam a padrões rigorosos antes de sua utilização clínica. A importância da agência se estende à fiscalização ativa em eventos e feiras do setor, onde profissionais verificam a regularidade de produtos expostos, a existência de registros válidos e a conformidade das empresas expositoras. É fato: comercializar ou expor itens sem a devida anuência nesses ambientes pode resultar em interdições imediatas, apreensão de mercadorias e sanções administrativas severas. A classificação do produto define as suas obrigações Todo dentista que decide transitar da clínica para o empreendedorismo de produtos deve compreender que a ANVISA enquadra dispositivos médicos em quatro classes de risco (I, II, III e IV). A RDC nº 751/2022 estabelece as regras de classificação e os procedimentos para regularização. Em termos práticos, você deve identificar se o seu produto exige registro (aplicado a itens de maior risco, como implantes e biomateriais) ou apenas notificação (procedimento simplificado para itens de baixo risco, como instrumentais manuais). A ausência dessa regularização impede a venda legal e expõe o profissional a processos éticos e criminais. O marketing e a operação exigem rigor técnico A operação de uma empresa de produtos odontológicos exige a obtenção da Autorização de Funcionamento (AFE). Este documento funciona como um "alvará sanitário" federal, emitido pela ANVISA, que permite à empresa fabricar, distribuir ou importar produtos de saúde. As orientações detalhadas para a solicitação podem ser acessadas na página oficial de AFE da ANVISA. Além da estrutura operacional, o marketing deve seguir normas éticas rígidas, evitando promessas de resultados milagrosos ou alegações de saúde sem o respaldo científico no dossiê técnico do produto. Boas Práticas de Fabricação e Distribuição Para garantir que cada unidade produzida mantenha o padrão de qualidade, a ANVISA exige a implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade baseado na RDC nº 665/2022. Em termos leigos, as Boas Práticas de Fabricação (BPF) são um conjunto de regras que organizam desde a seleção de fornecedores até a rastreabilidade do produto. Isso significa que, se um lote apresentar defeito, você deve ser capaz de identificar exatamente quais pacientes ou clínicas receberam aquelas unidades. A conformidade com essas normas é verificada através de inspeções sanitárias e é condição indispensável para a manutenção do negócio. Implantes e biomateriais odontológicos: o que a ANVISA precisa e fiscaliza? Para a regularização de implantes dentários e biomateriais na ANVISA, a agência não exige apenas uma norma isolada, mas um conjunto de padrões internacionais (ISO) que garantem a segurança biológica, mecânica e a qualidade da fabricação. Como esses produtos são geralmente classificados como Classe III ou IV (alto risco), as exigências são rigorosas e fundamentadas na RDC 751/2022. Abaixo estão as principais normas ISO exigidas ou referenciadas pela ANVISA para esses materiais: Gestão da Qualidade e Risco (Obrigatórias para a Empresa) Antes do produto, a empresa fabricante deve seguir normas de gestão que são a base para a certificação de Boas Práticas de Fabricação (BPF): ISO 13485: É a norma específica para Sistemas de Gestão da Qualidade de dispositivos médicos. A ANVISA baseia sua auditoria de BPF (RDC 665/2022) nos princípios desta ISO. ISO 14971: Estabelece a aplicação do Gerenciamento de Risco para dispositivos médicos. É obrigatório apresentar um relatório de gerenciamento de risco no dossiê técnico do implante ou biomaterial. Biocompatibilidade (Essencial para Biomateriais e Implantes) Como esses produtos ficam em contato direto com tecidos e ossos, a série ISO 10993 é a bíblia da regularização: ISO 10993-1: Avaliação e testes dentro de um processo de gerenciamento de risco. ISO 10993-5: Testes de citotoxicidade in vitro. ISO 10993-10: Testes de irritação e sensibilização cutânea. ISO 10993-11: Testes de toxicidade sistêmica. Normas Específicas para Implantes Dentários Para comprovar que o implante não vai quebrar ou sofrer fadiga precoce, a ANVISA exige testes mecânicos específicos: ISO 14801: Odontologia — Implantes — Ensaio de fadiga dinâmica para implantes dentários endósseos. É o teste mais crítico para o registro de implantes dentários. ISO 1942: Termos e definições odontológicas. ISO 5832: Especifica as características dos materiais metálicos (como o titânio) usados em implantes cirúrgicos. Esterilização e Embalagem Se o produto for vendido estéril (o que é o padrão para implantes e biomateriais), deve-se comprovar a validação conforme: ISO 11135: Esterilização por Óxido de Etileno. ISO 11137: Esterilização por Radiação (Gama ou Feixe de Elétrons). ISO 11607: Embalagem para dispositivos médicos esterilizados terminalmente. Em resumo, a ANVISA não veio para complicar a sua vida. Ela serve para lembrar aquilo que você não sabia que tinha esquecido. Boa sorte aos novos empreendedores porque precisamos cada vez mais de soluções que atendam aos desejos dos nossos pacientes!

  • A nova fronteira da Odontologia Regenerativa está no espaço sideral

    O secretoma das células-tronco do periósteo: uma futura farmácia sideral. O que acontece com o corpo humano quando ele deixa a proteção da gravidade terrestre? Para os astronautas, o espaço não é apenas a "fronteira final", mas um laboratório biológico implacável. Aqui, um dos maiores desafios da vida fora da Terra é a perda óssea acelerada, um processo que lembra uma osteoporose "em modo turbo". No entanto, uma pesquisa recente publicada na revista Cells com ênfase em odontologia regenerativa traz uma descoberta fascinante: células-tronco do nosso corpo não apenas sobrevivem à falta de gravidade, como também começam a produzir um "coquetel" regenerativo mais potente. Em termos simples, é como se fosse o princípio de uma "pequena farmácia no espaço sideral". Esse fenômeno envolve dois conceitos que estão na fronteira da medicina moderna: a microgravidade e o secretoma. O que é a Microgravidade e por que ela afeta seus ossos? Para entender: vamos desmistificar a microgravidade. Muitas pessoas acham que no espaço não existe gravidade, mas isso é um erro. A microgravidade é a condição de "quase ausência de peso" que ocorre quando um objeto está em queda livre orbital. Na Estação Espacial Internacional (ISS), por exemplo, a gravidade ainda existe, mas como tudo está “caindo” na mesma velocidade, o efeito prático é a flutuação. O impacto mecânico nas células Nossas células, mesmo com dimensões tão pequenas, ainda são "sensíveis". Isso significa que elas sentem o peso e a pressão. Na Terra, a gravidade exerce uma carga constante que sinaliza para o corpo: "Ei, precisamos de ossos fortes para sustentar este peso!". Quando essa carga desaparece na microgravidade, o corpo entende que não precisa mais de tanta estrutura óssea e começa a reabsorvê-la. É por isso que astronautas podem perder até 1% de sua massa óssea por mês no espaço. Além disso, há outros efeitos colaterais relatados, como aponta o nosso astronauta brasileiro, Marcos Pontes: Marcos Pontes: a vida de astronauta também cobra um preço alto. O Secretoma: A "Linguagem Química" das Células-Tronco Se a microgravidade é o ambiente, o secretoma é a resposta. Imagine que as células do seu corpo são pequenas fábricas. Elas não apenas realizam funções internas, mas também "exportam" produtos para o exterior. O secretoma é o conjunto total de moléculas (proteínas, hormônios e fatores de crescimento) que uma célula secreta no ambiente ao seu redor. Por que o secretoma é a nova fronteira da medicina? Antigamente, acreditávamos que as células-tronco curavam o corpo se transformando em outros tecidos. Hoje, sabemos que o seu maior poder está no que secretam. Elas funcionam como maestros de uma orquestra, enviando sinais químicos que dizem às outras células para reduzir a inflamação, regenerar tecidos ou, no caso deste estudo, fabricar mais osso. A Surpresa do Periósteo: Células que "Amam" o Espaço O estudo liderado por pesquisadores brasileiros e internacionais focou em células-tronco específicas retiradas do periósteo (aquela membrana fininha que recobre os nossos ossos). Eles colocaram essas células em um equipamento chamado clinostato, que simula a microgravidade aqui na Terra. Enquanto a maioria das células-tronco da medula óssea "desiste" e para de formar osso no espaço, as células do periósteo fazem o oposto. Resultados que desafiam a lógica espacial Os pesquisadores observaram que, sob microgravidade simulada, essas células aumentaram sua viabilidade e potencializaram seu secretoma pró osteogênico (formador de osso). Elas produziram mais osteoprotegerina (OPG), uma proteína que impede a destruição do osso, e reduziram fatores inflamatórios que causam a perda óssea. Basicamente, essas células detectaram o ambiente hostil e "ligaram" um modo de defesa regenerativo, secretando substâncias que promovem a saúde do esqueleto. Do Espaço para a sua Saúde: Aplicações na Terra Você pode se perguntar: "Por que investir tanto em entender o que acontece no espaço?". A resposta é simples: o espaço acelera processos que levam décadas na Terra. O futuro do tratamento da Osteoporose Ao entender como a microgravidade altera o secretoma das células do periósteo, os cientistas podem isolar essas substâncias regenerativas e transformá-las em medicamentos. No futuro, poderemos tratar a osteoporose ou acelerar a cicatrização de fraturas complexas usando apenas o "coquetel químico" (o secretoma) que essas células produzem, sem a necessidade de injetar as células em si. Regeneração de tecidos e envelhecimento Essa pesquisa também abre portas para combater o inflammaging, a inflamação crônica ligada ao envelhecimento não apenas geral mas periodontal também. O grande desafio: se conseguirmos "treinar" nossas células para secretar fatores anti-inflamatórios tão potentes quanto os observados no estudo, daremos um passo gigantesco em direção à longevidade saudável. O periodonto: a odontologia regenerativa no espaço sideral A ciência espacial está nos ensinando que o corpo humano possui mecanismos de adaptação incríveis. O estudo das células do periósteo na microgravidade prova que a "conversa química" entre as células (o secretoma) pode ser a chave para regenerar o esqueleto humano, seja na Terra ou em outros planetas. Uau! Que venham os próximos estudos!

  • Revisão de literatura: modelo grátis

    Revisão de literatura: checklist necessário e modelo grátis para usar. Porque fazer uma revisão de literatura? Pela quantidade e tipos de estudos que existem e para entender qual é a situação do assunto A ou B. Existem diversas formas de fazer uma revisão de literatura: algumas são mais simples, outras são mais extensas. Fato 1: a revisão de literatura é uma narração temporal Fomos treinados para fazer revisões de literatura que são narradas, ou seja, reunimos os artigos e construímos um texto contínuo, dividido por tópicos, sem nos preocuparmos com os vieses comuns em todos os artigos. Mas, todas as vezes em que precisarmos analisar em maior detalhe as evidências disponíveis, o modelo de revisão sistemática, aquele que tenta sintetizar todos os fatos com uma frase, ou muitas vezes com um número (meta-análise), é o que talvez nos forneça uma visão mais ampla. Ele não é definitivo, mas pode responder diversas perguntas. Fato 2: em nenhuma (ou poucas) vezes, fomos treinados para criarmos revisões sistemáticas Os itens para fazer uma revisão sistemática são conhecidos. Bastaria praticar sob orientação? Sim, e mais tarde, pedir para alguém que já fez uma revisão desta natureza correr os olhos. Revisão de literatura modelo grátis: pegue o seu! Para os que desejam começar, há um modelo gratuito em formato de arquivo para Word (.docx) no final deste post. E para completar a informação, uma revisão sistemática original em arquivo PDF, que usa diversas das ferramentas descritas no modelo gratuito. Aproveite para se desenvolver com a revisão de literatura modelo grátis e tirar suas próprias conclusões!

  • Osteoimunologia - Parte 4 : o que fazem os metais parceiros do titânio da tabela periódica?

    Osteoimunologia: os metais parceiros do titânio da tabela periódica. Nas partes 1 e 2, eu comentei que alguns metais participam de processos em nosso organismo. Na parte 3, uma explicação simples de como as células ósseas e imunes podem se comunicar. Agora, vamos falar sobre alguns metais que são importantes na atividade enzimática e em outros mecanismos, deixando o titânio de lado por um instante. Ainda, coincidência (ou não), a maioria desses nomes fica na mesma linha da tabela periódica dos elementos químicos, sendo classificados como metais de transição. Começando pela linha 4 e na coluna 4, da esquerda para a direita, temos: Ti (Titânio) = 22 V (Vanádio) =23 Cr (Cromo) = 24 Mn (Manganês) = 25 Fe (Ferro) = 26 Co (Cobalto) = 27 Ni (Níquel) = 28 Cu (Cobre) = 29 Zn (Zinco) = 30 Vanádio: importante no metabolismo do colesterol, atividade osteogênica, oxidação da glicose e síntese hepática do glicogênio. Cromo: transportado pela transferrina, albumina e globulinas, potencializa a ação da insulina para captação da glicose circulante. Manganês: apresenta papel importante na digestão, atividade antioxidante, no sistema imune, e na resposta neuronal. Ferro: eritropoiese e no funcionamento de diversas proteínas, inclusive no estímulo aos osteoblastos. Cobalto: constituinte da vitamina B12, que responde pela manutenção da mielina no sistema nervoso central. Níquel: essencial para diversos seres vivos, menos nos vertebrados. Cobre: elemento essencial para vida, participa de diversas enzimas que atuam na resposta imune, metabolismo energético, coagulação sanguínea, formação óssea, síntese de DNA. Zinco: encontrado em todos os tecidos do corpo, está na proteína que atua como fator de transcrição para produção de matriz óssea.

  • IN26: Sascha Jovanovic junta-se ao time!

    IN26: Sascha Jovanovic - abordagem 360 graus na zona estética. Sim, agora vocês já sabem! Sascha Jovanovic volta com força total ao IN26. Atuante há mais de três décadas nas regenerações óssea e tecidual guiadas (ROG e RTG), fez parte do grupo inicial formado por Daniel Buser, Massimo Simion, James Mellonig, William Becker, entre outros nomes consagrados da Periodontia. Agora, ele retorna ao IN26 para uma atividade especial, totalmente livre para congressistas. Imperdível! Só no IN26! Confira na programação abaixo o tema de Sascha Jovanovic: Dia 23 - QUARTA - 9:30 horas - 11:30 horas Dominando a zona estética: uma abordagem 360 graus para a terapia com implantes, desde dente único até arco total. Aproveite e confira uma lista com as principais publicações de Sascha Jovanovic: Peri-implantitis-Is it mainly a clinician-initiated complication of implant therapy? Chen ST, Monje A, Strauss FJ, Schwarz F, Roccuzzo A, Sailer I, Tarnow D, Lambert F, Jovanovic S, Buser D. Periodontol 2000. 2026 Jun 8. https://doi.org/10.1111/prd.70051 Horizontal ridge augmentation using GBR with a native collagen membrane and 1:1 ratio of particulate xenograft and autologous bone: A 3-year after final loading prospective clinical study. Meloni SM, Jovanovic SA, Urban I, Baldoni E, Pisano M, Tallarico M. Clin Implant Dent Relat Res. 2019 Aug;21(4):669-677. https://doi.org/10.1111/cid.12808 One-stage horizontal guided bone regeneration with autologous bone, anorganic bovine bone and collagen membranes: Follow-up of a prospective study 30 months after loading. Meloni SM, Jovanovic SA, Pisano M, De Riu G, Baldoni E, Tallarico M. Eur J Oral Implantol. 2018;11(1):89-95. Horizontal Ridge Augmentation using GBR with a Native Collagen Membrane and 1:1 Ratio of Particulated Xenograft and Autologous Bone: A 1-Year Prospective Clinical Study. Meloni SM, Jovanovic SA, Urban I, Canullo L, Pisano M, Tallarico M. Clin Implant Dent Relat Res. 2017 Feb;19(1):38-45. https://doi.org/10.1111/cid.12429 Sinus lift grafting with anorganic bovine bone vs 50% autologous bone mixed with 50% anorganic bovine bone: 2 years after loading results from a randomised controlled trial. Meloni SM, Jovanovic SA, Pisano M, Xhanari E, De Riu G, Tullio A, Tallarico M. Eur J Oral Implantol. 2017;10(4):425-432. Platform switching versus regular platform implants: 3-year post-loading results from a randomised controlled trial. Meloni SM, Jovanovic SA, Pisano M, Tallarico M. Eur J Oral Implantol. 2016;9(4):381-390. Postextraction socket preservation using epithelial connective tissue graft vs porcine collagen matrix. 1-year results of a randomised controlled trial. Meloni SM, Tallarico M, Lolli FM, Deledda A, Pisano M, Jovanovic SA. Eur J Oral Implantol. 2015 Spring;8(1):39-48. Partial lateralization of the nasopalatine nerve at the incisive foramen for ridge augmentation in the anterior maxilla prior to placement of dental implants: a retrospective case series evaluating self-reported data and neurosensory testing. Urban I, Jovanovic SA, Buser D, Bornstein MM. Int J Periodontics Restorative Dent. 2015 Mar-Apr;35(2):169-77. https://doi.org/10.11607/prd.2168 Prevalence of peri-implantitis in patients with implant-supported fixed prostheses. Schuldt Filho G, Dalago HR, Oliveira de Souza JG, Stanley K, Jovanovic S, Bianchini MA. Quintessence Int. 2014 Nov-Dec;45(10):861-8. https://doi.org/10.3290/j.qi.a32566 Platform switching vs regular platform implants: nine-month post-loading results from a randomised controlled trial. Meloni SM, Jovanovic SA, Lolli FM, Pisano M, De Riu G, De Riu N, Lugliè PF, Tullio A. Eur J Oral Implantol. 2014 Autumn;7(3):257-65. The "All-on-4" concept for implant rehabilitation of an edentulous jaw. Ho CC, Jovanovic SA. Compend Contin Educ Dent. 2014 Apr;35(4):255-9; quiz 260 Vertical ridge augmentation with titanium-reinforced, dense-PTFE membranes and a combination of particulated autogenous bone and anorganic bovine bone-derived mineral: a prospective case series in 19 patients. Urban IA, Lozada JL, Jovanovic SA, Nagursky H, Nagy K. Int J Oral Maxillofac Implants. 2014 Jan-Feb;29(1):185-93. https://doi.org/10.11607/jomi.3346. Horizontal guided bone regeneration in the posterior maxilla using recombinant human platelet-derived growth factor: a case report. Urban IA, Lozada JL, Jovanovic SA, Nagy K. Int J Periodontics Restorative Dent. 2013 Jul-Aug;33(4):421-5. https://doi.org/10.11607/prd.1408. Definitive abutment-driven stage-two surgery as a means to reduce peri-implant soft tissue changes: introduction of a new concept. Pelekanos S, Ntounis A, Jovanovic SA, Euwe E. Int J Periodontics Restorative Dent. 2013 Mar-Apr;33(2):193-9. https://doi.org/10.11607/prd.1458. Vertical ridge augmentation using guided bone regeneration (GBR) in three clinical scenarios prior to implant placement: a retrospective study of 35 patients 12 to 72 months after loading. Urban IA, Jovanovic SA, Lozada JL. Int J Oral Maxillofac Implants. 2009 May-Jun;24(3):502-10. An esthetic solution for single-implant restorations - type III porcelain veneer bonded to a screw-retained custom abutment: a clinical report. Magne P, Magne M, Jovanovic SA. J Prosthet Dent. 2008 Jan;99(1):2-7. https://doi.org/10.1016/S0022-3913(07)00313-7. Bone rehabilitation to achieve optimal aesthetics. Jovanovic SA. Pract Proced Aesthet Dent. 2007 Oct;19(9):569-76. Bone reconstruction following implantation of rhBMP-2 and guided bone regeneration in canine alveolar ridge defects. Jovanovic SA, Hunt DR, Bernard GW, Spiekermann H, Wozney JM, Wikesjö UM. Clin Oral Implants Res. 2007 Apr;18(2):224-30. https://doi.org/10.1111/j.1600-0501.2006.01324.x. Esthetic therapy with standard and scalloped implant designs: the five biologic elements for success. Jovanovic SA. J Calif Dent Assoc. 2005 Nov;33(11):873-80. Long-term functional loading of dental implants in rhBMP-2 induced bone. A histologic study in the canine ridge augmentation model. Jovanovic SA, Hunt DR, Bernard GW, Spiekermann H, Nishimura R, Wozney JM, Wikesjö UM. Clin Oral Implants Res. 2003 Dec;14(6):793-803. https://doi.org/10.1046/j.0905-7161.2003.clr140617.x The Management of Peri-implant Breakdown Around Functioning Osseointegrated Dental Implants. Jovanovic SA. J Periodontol. 1993 Nov;64 Suppl 11S:1176-1183. https://doi.org/10.1902/jop.1993.64.11s.1176

  • Gesso na Medida Certa: Monte seu Modelo no Articulador

    Gesso na medida certa: montando o seu modelo no articulador (em vídeo). Gesso na medida certa: montando seu modelo no articulador No vídeo abaixo, você aprende como se livrar dos excessos e ainda economizar gesso na hora de montar o seu modelo superior no articulador semiajustável: Gesso na medida certa para montar seu modelo no articular! Aprenda em 1 minuto!

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