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- Apneia do Sono: é o fim do CPAP?
Apneia do sono: o dilema do CPAP e a alternativa cirúrgica mais recente. Foto. I.A. A apneia do sono pode estar com os dias contados? Você finalmente vai dormir do jeito mais natural possível? Será? Novidade: um pequeno implante, colocado no pescoço e no peito. Nada de máscara e tubo (o famoso CPAP). Neste texto, vamos entender a apneia obstrutiva do sono, como é essa nova cirurgia, e quais são os pacientes que mais podem se beneficiar. Apneia do sono: o que é e porque faz tanto estrago no seu corpo? Quando dormimos, em algumas pessoas, os músculos da garganta relaxam demais. É como fechar uma porta no fundo da garganta. Daí, o ar para de passar por alguns segundos, o cérebro percebe a falta de oxigênio, dá um alarme e a pessoa desperta por um instante. Em casos graves, esse ciclo pode acontecer mais de 30 vezes por hora, a noite inteira, por todas as noites. O resultado no dia seguinte é cansaço, sonolência, dor de cabeça ao acordar. A apneia do sono não tratada está ligada à pressão alta, problemas no coração, derrame, diabetes e até perda de memória. Por que tanta gente abandona o CPAP? O CPAP é um aparelho que sopra ar sob pressão por uma máscara, mantendo a garganta aberta. E mesmo sendo considerado tratamento padrão, muita gente não se adapta. Tem quem sinta claustrofobia, quem tenha o nariz entupido, quem não durma bem com o barulho, quem precise de pressões altas e sinta desconforto. Há também quem viaje muito ou durma fora de casa com frequência. Existem alternativas — aparelhos que a pessoa coloca na boca para projetar a mandíbula, travesseiros especiais, perda de peso — mas nenhuma delas resolve todos os casos. E é justamente nesse espaço que entra o recurso cirúrgico. O implante: como funciona na apneia do sono? O nome técnico é "estimulação do nervo hipoglosso". A ideia é simples. Existe um nervo, o hipoglosso, que comanda os músculos da língua. Quando a pessoa dorme e os músculos relaxam, a língua cai para trás e ajuda a fechar a garganta. A proposta do implante é: em vez de empurrar ar de fora para dentro, como o CPAP faz, dar um pequeno estímulo elétrico no nervo para que a língua se mantenha firme. O estímulo é minúsculo — a pessoa não sente dor. É como um "personal trainer" para a musculatura da língua, mas que trabalha a noite toda. Há duas versões diferentes? Existem dois tipos de implante no mercado, e a diferença é onde o estímulo é aplicado Em um deles, o eletrodo é colocado em ramos mais finos do nervo e faz a língua ser empurrada para a frente. Nesse outro — que é o avaliado no estudo que veremos a seguir — o eletrodo envolve o nervo principal, como uma pulseira fina em volta dele. Nesse caso, o efeito é diferente: a língua não é projetada, ela fica mais firme e estável, o que impede que caia e feche a passagem de ar. São dois jeitos de resolver o mesmo problema. Como é a cirurgia? Não é uma cirurgia grande. São dois cortes pequenos, um no pescoço e outro no peito, e o paciente costuma ir para casa no mesmo dia ou no dia seguinte. No pescoço, o cirurgião chega até o nervo e coloca em volta dele a tal "pulseira" com os eletrodos. No peito, embaixo da clavícula, entra uma caixinha — parecida com um marca-passo — que gera o estímulo. Um fio liga a pulseira do pescoço até a caixinha, passando por baixo da pele. Antes de fechar, o médico testa se o estímulo está chegando no lugar certo. Depois, o paciente passa por um período de cicatrização antes de o aparelho ser ligado de verdade. Duas coisas importantes para quem pensa em fazer: A caixinha é recarregável, então é preciso criar o hábito de recarregar, mais ou menos como se faz com o celular. O implante não é compatível com ressonância magnética. Isso é decisivo, porque se você precisar desse exame no futuro, o aparelho vira um problema. O que a pesquisa de três anos mostrou? Em 2026, uma pesquisa publicada numa das principais revistas de pneumologia do mundo acompanhou 138 pacientes por três anos. Todos tinham apneia moderada ou grave, idade média de 55 anos, e passaram pelo implante. No início, esses pacientes tinham em média 36 episódios por hora. Três anos depois, esse número caiu para 19 por hora. No grau de satisfação, 8 em cada 10 disseram estar satisfeitos, 9 em cada 10 repetiriam a cirurgia e 9 em cada 10 recomendariam para um amigo. E a segurança foi boa: poucos eventos adversos no período do segundo ao terceiro ano. Os mais comuns foram desconforto com o estímulo e casos em que o aparelho precisou ser retirado. O que o implante não faz — e isso precisa ficar claro O implante não cura a apneia. Ele reduz bastante o problema, mas a pessoa continua tendo episódios. Ele age principalmente sobre os episódios mais leves. O bloqueio total da respiração praticamente desaparece. O que sobra são as "quase paradas", em que o ar passa pouco. Nem todo mundo responde bem. No estudo, quatro pacientes pediram para retirar o aparelho: um porque precisou de ressonância magnética e três porque a fadiga não melhorou. Quem pode fazer, e quem não pode O implante não serve para qualquer pessoa. A apneia precisa estar entre 20 e 65 episódios por hora. O índice de massa corporal deve ser de até 35 — o que inclui quem está acima do peso, mas não casos de obesidade importante. As apneias do tipo central (quando o problema vem do cérebro, e não da garganta fechando) precisam ser menos de 10% do total. Uma condição exclui completamente o tratamento: quando as apneias centrais e mistas somam 25% ou mais do total. Isso é comum em pessoas com insuficiência cardíaca — justamente um grupo que se beneficiaria de alternativas ao CPAP, mas que fica de fora. E quem tem marca-passo? Não é um "não" automático, mas exige cuidado. Dois aparelhos no peito podem interferir um no outro, e o gerador do implante costuma ficar no mesmo lugar do marca-passo. O que se faz, nesses casos: avaliar junto com o cardiologista, consultar o fabricante do aparelho cardíaco, colocar o implante do lado oposto do peito e programar o marca-passo de um jeito que reduza o risco de interferência. A experiência publicada é pequena, mas positiva: 14 pacientes com aparelhos cardíacos receberam o implante, sem problemas de interferência. É um bom sinal, não uma garantia. Por que o dentista entra nessa história? Pode parecer estranho, mas muita gente descobre a apneia no consultório do dentista. O motivo é simples: quem dorme mal e ronca costuma ter sinais: dentes desgastados por apertar, boca seca ao acordar, dor de cabeça pela manhã, gengiva inflamada. Existem questionários rápidos, que podem ser aplicados no próprio consultório, que indicam se vale investigar. E quando o diagnóstico se confirma, o dentista também participa do tratamento — com os aparelhos intraorais, para casos selecionados, e acompanhando os efeitos da doença na boca. O que ainda falta saber? O número de pacientes ainda é modesto: 138 pessoas é suficiente para mostrar que funciona, mas pouco para descobrir quem responde melhor. Um estudo maior, chamado OSPREY, está em andamento e deve trazer respostas mais sólidas. Podemos "aposentar" o CPAP? Não. O CPAP continua sendo o primeiro tratamento recomendado, porque funciona, não exige cirurgia e pode ser interrompido a qualquer momento. O que a pesquisa mostra é outra coisa: existe agora uma alternativa real para um grupo específico — pessoas com apneia moderada ou grave que não conseguem se adaptar ao aparelho. O que o implante faz bem: reduz o número de episódios de forma duradoura, melhora o sono, melhora o oxigênio no sangue e diminui muito a sonolência do dia seguinte. O que o implante não faz: não cura, não serve para todos e não substitui o CPAP como primeira opção. Que nesse dia do Dentista, vocês durmam melhor sabendo que seus pacientes com apneia do sono possuem mais uma opção de tratamento. 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- Per-Ingvar Brånemark: memória viva
Capa do livro 60 Anos da Osseointegração de Brånemark, lançado pela VM Cultural Editora. Homenagem ao mestre Brånemark: o Brasil na frente mais uma vez Certamente, há poucos lugares no mundo que honram a memória de Per-Ingvar Brånemark. O principal deles é o Brasil. Melhor, esse lugar se traduz na voz de uma editora, a VM Cultural, comandada pelo seu Publisher, Haroldo Vieira. Além disso, esse médico ortopedista sueco também foi um dos responsáveis por reunir o grupo de professores e editores que deram origem à revista ImplantNews Com esse livro histórico, a VM Cultural representa milhares de brasileiros e brasileiras, incluindo dentistas e pacientes, que se beneficiaram dessa técnica de cirurgia e prótese ao longo dos anos, aclamada popularmente como protocolo Brånemark. Melhor: não se trata apenas de um livro científico - claro, há inserções específicas quando pertinentes - mas também de um resgate cultural para profissionais que amam ou ministram suas aulas sobre implante dentário. Em resumo, é o material definitivo para preservar a memória das gerações passadas e inspirar as gerações de futuros implantodontistas. Brånemark: finalmente, em ordem cronológica Através de um trabalho espetacular de coleta de informações em tempo recorde, todo dentista (Implantodontista ou não) finalmente vai conhecer, em ordem cronológica, a história da Osseointegração contemporânea, dentre acertos e tropeços, como tudo o que se faz na vida. Per-Ingvar Brånemark teve laços muito fortes na terra descoberta por Pedro Álvares Cabral. Idealizou seu instituto, atendeu pacientes, formou gerações, atraiu o que havia de melhor em tecnologia para dar qualidade de vida aos que mais precisavam. Essa homenagem de mais de 320 páginas é singular porque vai além dos 60 anos oficiais (1965-2025): traz fatos e fotos inusitados de suas passagens pelos quatros cantos do mundo, incluindo o nosso Brasil, sua segunda residência. Essa leitura se mescla às conjunturas geopolíticas de todas as épocas - um aspecto vital para compreender o contexto - e apresenta as pessoas (profissionais, empresas) que contribuíram para que o implante dentário se tornasse um dos recursos terapêuticos mais acessíveis da Odontologia. Com muita honra, uma iniciativa jamais realizada, e com todo orgulho, feita aqui no Brasil. Boas leituras! 60 Anos da Osseointegração de Brånemark, 320 páginas, VM Cultural Editora Ltda. Ficha técnica: 60 anos da Osseointegração de PI Brånemark Paulo Rossetti, João de Andrade Neto, Inahiá Castro sobrecapa & capa dura com relevo metálico papel couché 320 páginas 20,5 x 27,5 cm 1a edição, São Paulo, VM Cultural Editora Ltda., 2026 ISBN 978-85-64763-28-5 SUMÁRIO Muito além da descoberta O protagonismo de uma revolução Empresas protagonistas da nova Implantodontia Expediente Conselho consultivo do projeto Prefácio – por Ivete Aparecida de Mattias Sartori Apresentação – por Paulo Henrique Orlato Rossetti PERÍODO 1 — 1965-1979 — A ORIGEM DE UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA 1952: o mundo em reconstrução e a ciência à beira de uma revolução silenciosa Da menacanita ao titânio: dois séculos de tentativas e persistência científica Per-Ingvar Brånemark: o olhar que mudou a Odontologia O paciente que mudou a história O que veio depois de Gösta Larsson Todos contra Brånemark: os anos em que a Osseointegração quase foi silenciada A volta por cima: o protocolo conquista a Suécia A união de mentes brilhantes Os implantes dentários além de P-I Brånemark Do torno manual à indústria Enquanto o mundo questionava os implantes, P-I Brånemark já dava aula PERÍODO 2 — 1980-1994 — GLOBALIZAÇÃO E PIONEIRISMO 1980: a Osseointegração deixa o laboratório para conquistar o mundo Toronto: a capital mundial da Osseointegração em 1982 Enfim, a indústria da Implantodontia Para onde caminhava a Osseointegração? A Osseointegração desembarca no Brasil Os pioneiros da Osseointegração brasileira O início da promissora indústria brasileira da Implantodontia O nascimento oficial da Implantodontia A Osseointegração muito além dos dentes Quando uma descoberta deixa de ter dono PERÍODO 3 — 1995-2009 — O PROTAGONISMO BRASILEIRO 1995: o mundo muda, e a Implantodontia também Quando P-I Brånemark descobriu o Brasil Novos limites para a Osseointegração O Brasil aprende a pesquisar Brasil, a nova casa de P-I Brånemark Instituto Brånemark: um sonho para o futuro Os 40 anos da Osseointegração: por que o Brasil? A Osseointegração ganha voz e palco no Brasil Da importação à indústria nacional: o Brasil vira protagonista Brasil: uma voz na elite da Osseointegração mundial PERÍODO 4 — 2010-2025 — MUITO ALÉM DO IMPLANTE 2010: bem-vindo à era digital A Implantodontia na era digital Ciência: como ficam os conceitos biológicos? Erro: um impulso para o desenvolvimento da Osseointegração Osseointegração: o tamanho da uma revolução Enfim, o mercado global da Implantodontia Educação continuada: o conhecimento viaja sozinho Implantodontia: muito mais do que uma especialidade A última entrevista para o Brasil O mundo se despede do gênio da Osseointegração Barbro Brånemark, sempre ao lado de P-I A Osseointegração ainda existe? Tomas Albrektsson, Maurício Araújo, Adriano Piattelli, Jamil Shibli, Paulo Rossetti, Carlos Alberto Dotto Um mergulho na história da Osseointegração Acesso às Referências bibliográficas Para adquirir o seu exemplar: Telefone: +55 11 2168-3400 falecom@vmcom.com.br Siga nas redes sociais: @vmcomoficial Site oficial Leia mais sobre:
- Dente no chip: o que é isso?
Dente-no-chip: fim dos testes em animais? Foto: I.A. Existe “dente no chip"? Sim. E o campo está crescendo rápido. Calma, seu dente não será "plugado" na tomada da parede. Suspeito também que você ainda não saiba o que é um "órgão-em-chip". Vem comigo que eu explico. Os testes em animais finalmente acabaram? Camundongos, ratos e coelhos, e todos aqueles outros animais fofinhos que seus filhos amam de paixão na vida e nos desenhos animados finalmente terão um pouco de sossego? Todo mundo sabe: um remédio passa por testagem nesses animais até chegar à prateleira da farmácia. Mas nem sempre o que funciona no organismo de um roedor, por exemplo, tem o mesmo efeito no ser humano. Nesse cenário surge uma tecnologia que promete reescrever essa história: os organ-on-a-chip (órgãos-em-chip). São pequenos dispositivos que recriam a estrutura e a fisiologia de órgãos humanos usando células reais. O dente também é um órgão: o que o FDA decidiu? O dente também é um órgão do corpo humano. Esse assunto é tão importante que até o FDA (ANVISA dos EUA; FDA Modernization Act 2.0, 29 de dezembro de 2022) mudou a lei para acomodar o órgão-em-chip: testes em animais foram substituídos por métodos não clínicos. os testes animais deixaram de ser obrigatórios, sem serem proibidos. empresas podem submeter dados de órgão-em-chip em pedidos de novos medicamentos a lei não aboliu os animais da noite para o dia. Dente no chip? Mire na polpa O alvo principal é a polpa dentária, o tecido vascularizado e inervado no coração do dente, composto por fibroblastos, odontoblastos, células-tronco mesenquimais, células neuronais, endoteliais e imunes. A interação entre essas populações é essencial para a homeostase da polpa e sua regeneração após cáries e traumas. Quais são as aplicações clínicas concretas? teste de materiais odontológicos: adesivos dentinários, cimentos e materiais restauradores podem ser avaliados quanto à citotoxicidade trans dentinária antes de chegar ao paciente — algo que os modelos 2D não capturam. endodontia personalizada: terapias pulpares testadas em contexto humano, paciente a paciente, abrindo caminho para tratamentos individualizados. regeneração pulpar: plataformas para estudar como a polpa se regenera após cárie ou trauma, incluindo o papel das células-tronco da papila apical (SCAPs). toxicologia oral: avaliação de xenobióticos que entram em contato com a cavidade bucal — materiais dentários, produtos de higiene, fármacos e tabaco. Dente no chip: o que a literatura diz? O artigo seminal (2020): França, Tahayeri, Rodrigues, Ferracane e Bertassoni publicaram no Lab Chip o primeiro "dente no chip": um sistema micro fisiológico que mimetiza a interface biológica entre o dente e os biomateriais, permitindo acompanhar em tempo real a atividade enzimática na camada híbrida formada por adesivos dentinários. A consolidação (2021-2022): o grupo de Bertassoni (OHSU, EUA) publicou o "Pulp-Dentin Complex-on-a-Chip" , estudando interações entre biomateriais, biofilme e polpa. Em paralelo, Hu et al. (Dental Materials, 2022) usaram um modelo de "dente no chip" para avaliar a citotoxicidade do diamino fluoreto de prata em células da polpa sob fluxo, com barreira de dentina real. A nova geração (2025-2026): o grupo de Mitsiadis (Zurique) e Rasponi (Milão) apresentou no Advanced Healthcare Materials um dispositivo que cocultiva células-tronco da polpa, odontoblastos, células endoteliais e neurônios trigeminais, recriando redes vasculares complexas, nichos perivasculares de células-tronco e a interface odontoblasto-dentina. No Chile, o grupo de Bucchi publicou no JoVE um protocolo passo a passo usando um disco de dentina humana real empilhado verticalmente no dispositivo. Uma revisão sistemática no Annals of Biomedical Engineering consolidou o estado da arte. Mitsiadis e Pagella também publicaram no Journal of Endodontics uma revisão dedicada aos dispositivos "polpa dentária na polpa". Embora o campo dental esteja mais atrasado que em outras áreas, a motivação é ainda mais forte em Odontologia: os modelos animais de roedor não traduzem bem a biologia dentária humana — esmalte e polpa diferem bastante entre espécies. Os chips com células e tecidos humanos oferecem exatamente o que faltava: um contexto com testes fisiologicamente relevantes. Além do dente no chip: existe "organoide dentário"? Um organoide é uma cópia 3D, pequena e mais simples do que o órgão de origem. Imagem colocar uma boca completa de dentes numa caixinha e levar para todos os cantos. Além dos dentes nos chips, a tecnologia que cerca os organoides dentários avança rapidamente. Para se ter ideia, o grupo de Hermans, Bronckaers e Vankelecom (Bélgica) já estabeleceu organoides de molares e incisivos e organoides de tecido dentário humano. Diferente da polpa, o grande alvo é o esmalte (a capa dura de proteção): como os ameloblastos se perdem após a erupção dentária, o esmalte humano, uma vez comprometido/fraturado, não se regenera biologicamente. Assim, nossos dentes ficam bem susceptíveis aos microrganismos e fluídos ácidos. Em 2023, Alghadeer et al. geraram esmalte humano a partir de organoides, e em 2026 Patni et al. demonstraram a maturação de ameloblastos derivados de células-tronco pluripotentes induzidas (iPSC) com formação de tecido tipo esmalte, abrindo caminho para o "reparo biológico" do esmalte e o estudo de doenças como a amelogênese imperfeita. O passo final: a revisão de Zhong et al.(2026) propõe justamente a integração das duas linhas: a complexidade tridimensional dos organoides combinada ao controle fisiológico dos chips. Leia mais sobre:
- Preciso fazer exame de sangue antes do implante?
Exames de sangue ajudam a prever as melhores respostas com os implantes. Cuide-se mais. Sim, precisa. Na cirurgia, o que você carrega nas suas veias é o que vai “conversar” com o seu implante nos primeiros segundos. Depois, as características desse implante (biomaterial) é que aumentam ou diminuem a chance de a cicatrização ser boa. Pelo menos é o que diz o artigo mais recente na revista Acta Biomaterialia (Kalashnikov & Vorstenbosch, 2026) avaliando materiais que você certamente já usa ou vai usar no seu consultório odontológico. Cinco materiais poliméricos e não biodegradáveis Os pesquisadores testaram cinco materiais cirúrgicos comuns (PDMS, polipropileno, PTFE, polietileno de alta densidade, nylon) em contato com três fluidos biológicos (plasma, soro e fluido de dreno cirúrgico). Depois, mapearam as proteínas grudadas em cada superfície (proteoma) e a resposta das células de defesa (transcriptoma). Primeira etapa: a capa de proteínas do seu sangue prevê a reação As proteínas grudadas nos materiais e a consequente resposta das células andaram juntas (existe uma relação que é muito forte). As moléculas que mais conectaram os dois lados foram proteínas ligadas ao metabolismo e às gorduras do sangue — como lipoproteínas. Assim, o que está em jogo é a "qualidade" da capa que chega no local do implante. Doenças como diabetes, colesterol alto, obesidade e tabagismo alteram o seu sangue para pior. Em seguida, essa capa de proteínas é lida pelas células de defesa: macrófagos. Se estiver boa, os macrófagos ficam mais calmos. Se a capa estiver ruim, os macrófagos ficam pilhados! Mas isso é só metade do processo porque tem que haver um “match” na etapa seguinte. Segunda etapa: o material dita a reação das células: vai dar bom ou vai dar ruim A resposta dos macrófagos é determinada principalmente pelas características do material — rigidez, rugosidade e hidrofobicidade. Materiais mais rígidos e ásperos geraram mais inflamação. Ou seja, a fórmula é real: macrófagos pilhados + materiais rígidos/ásperos = reação de corpo estranho mais agressiva. Em vez de “acalmar”, o tipo de biomaterial piorou a resposta do organismo. Em resumo, pelos dados desse trabalho: Polidimetilsiloxano (PDMS) e nylon mostraram perfil menos inflamatório Polipropileno (PP), politetrafluoretileno (PTFE) e polietileno de alta densidade (HDPE), mostraram perfil mais inflamatório. estresse metabólico, remodelação tecidual Afinal, o que tem de bom nessa novela biomaterial + sangue? A capa de proteínas consegue “prever” o comportamento dos macrófagos. E isso tem nome: as moléculas que mais mediaram isso foram as lipoproteínas e proteínas associadas ao metabolismo, como exemplo, a alfa-2-macroglobulina de zinco e a transtirretina (pré-albumina humana). Isso significa que o seu dentista, ao pedir testes específicos nos exames de sangue, consegue ter uma ideia do que poderá ocorrer. Cirurgia e os exames de sangue na Odontologia Implantes dentários, membranas de PTFE para regeneração óssea guiada (ROG), enxertos sintéticos, e fios de nylon para sutura são biomateriais que usamos quase todos os dias em nossos pacientes? Sim. Agora, o que podemos fazer para deixá-los “mais calminhos”? Da nossa parte, é pedir os exames de sangue. Por exemplo, verificar os níveis de hemoglobina glicada. Abaixo, alguns indicadores que a literatura já fornece e são de grande importância: Diabetes mal controlado é o fator mais consistente. Uma revisão sistemática de 2026 (54 estudos, BMC Oral Health) confirmou que, embora a sobrevida de implantes em diabéticos seja frequentemente alta (> 90–95%), o diabetes mal controlado (HbA1c > 8%) associa-se a maior perda óssea marginal, maior profundidade de sondagem, mais sangramento e níveis elevados de marcadores inflamatórios (IL-6, TNF-α). Já pacientes bem controlados (HbA1c ≤ 7%) apresentam desfechos comparáveis aos não diabéticos. Pré-diabetes também importa. Uma revisão sistemática (J Prosthet Dent, 2026) mostrou sobrevida de 100% em pré-diabéticos, mas com parâmetros peri-implantares piores: maior profundidade de sondagem, mais sangramento e maior perda óssea marginal, com os fatores IL-6 e TNF-α elevados. A carga inflamatória sistêmica prediz falha. Estudo de coorte retrospectivo (Cureus, 2026) demonstrou associação independente entre o Systemic Inflammatory Burden Score (SIBS) e a falha de implantes, com relação dose &resposta — mesmo uma carga moderada influencia desfechos de longo prazo. A peri-implantite tem impacto sistêmico. Outra revisão sistemática (J Periodontal Res, 2026) encontrou concentrações circulantes de proteína C-reativa (PCR) convencional mais altas em pacientes com peri-implantite — a inflamação local que dialoga com o organismo (J Periodontol 2025). Do outro lado, a tarefa é com os pesquisadores: selecionar biomateriais "mais inteligentes". E isso é a bola da vez em desenvolvimento de biomateriais. A era do biomaterial "cego" está com os dias contados. O futuro é de superfícies desenhadas para a biologia de cada paciente. Leia mais sobre assuntos relacionados aos implantes e biomateriais clicando nos links abaixo:
- Fraturas na zircônia monolítica: o cerco se fecha?
Fraturas na zircônia monolítica: o cerco se fecha? Foto: I.A. A saga das fraturas na zircônia monolítica sobre implantes continua. No estudo mais recente, pesquisadores sugerem que realmente podem haver limites mínimos para a altura da prótese e o tamanho do cantiléver, tanto na maxila quanto na mandíbula. Afinal, a "regra do 80-10" seria uma boa pedida? Aproveite 3 minutos do seu tempo para tomar um café e ler o resumo abaixo. É importante já que ele pode salvar você de futuras dores de cabeça. Qual era o propósito desse estudo? Verificar a taxa de sobrevivência e as complicações em 140 próteses totais implantossuportadas feitas em zircônia monolítica. Qual o tempo de acompanhamento da zircônia monolítica? entre 1 e 8 anos (média de 3 anos) levantamento retrospectivo O que havia como amostra? Quais os materiais utilizados? 140 maxilares totalmente edêntulos 4 a 8 implantes em cada paciente confecção através do fluxo digital 4 marcas de zircônia monolítica 3Y-TZP ou multicamadas bases de titânio como pilares em alguns casos micro recobrimento estético na região gengival 5 dentistas diferentes no processo Quais eram os desfechos primários? taxas de sucesso e sobrevivência Quais eram os desfechos secundários? área de superfície transversal (altura x largura) altura (espaço protético) Porque esses desfechos importavam? Tentativa de relacionar as dimensões da zircônia monolítica com as taxas de sucesso e sobrevivência Resultados 6 fraturas em 140 próteses totais monolíticas de zircônia taxa de sobrevivência geral: 95.7% taxa de falhas: 4,29% 3 fraturas na maxila, 3 fraturas na mandíbula Na maxila, qual foi o comportamento biomecânico? as próteses que não fraturaram tinham 80,5 mm2 de área transversal, ao passo que os casos de fratura ocorreram com 62,5 mm2 de área de secção essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,001) o espaço protético (altura) nas próteses que não fraturaram era de 10,58 mm, diferente dos 9 mm nos casos de fraturas, e mais uma vez a diferença foi significativa (p = 0,018) Na mandíbula, qual foi o comportamento biomecânico? as próteses que não fraturaram tinham 79,4 mm2 de área, enquanto as com fratura chegavam aos 54 mm2, com a diferença sendo estatisticamente significativa (p < 0,001) o espaço protético (altura) nas próteses que não fraturaram era de 11,89 mm, diferente dos 9,55 mm nos casos de fraturas, e mais uma vez a diferença foi significativa (p < 0,001). Quais são as duas principais conclusões? dentro das limitações desse estudo, a área de secção transversal na região dos conectores deve ter pelo menos 80 mm2, bem como a altura deve ficar acima dos 10 mm quando a prótese sobre zircônia monolítica for desenhada no computador (CAD/CAM) para garantir resistência contra fraturas ainda, parece razoável deixar o comprimento do cantiléver, tanto na maxila quanto na mandíbula, em 10 mm Além do estudo: porque isso impacta na sua prática clínica? próteses feitas em zircônia monolítica não podem ser soldadas em caso de falha catastrófica, regressando os pacientes á fase de próteses totais provisórias sobre implantes próteses totais feitas em zircônia monolítica não toleram bem distorções ou tensão no momento de serem aparafusadas os custos associados às próteses totais sobre implantes dentários são maiores, especialmente quando a zircônia monolítica é preferida em relação à liga metálica revestida por resina acrílica e dentes artificiais a prevenção das possíveis fraturas é real e se encontra na possibilidade de desenhar esse tipo de prótese no computador (CAD/CAM) junto do laboratório que fornece esses serviços o protótipo em resina acrílica é obrigatório e deve ser usado antes da peça definitiva em zircônia ser instalada os índices de verificação (posição dos implantes na boca x no modelo de gesso) também são obrigatórios quando falamos em próteses sobre implantes de natureza monolítica Leia mais sobre zircônia monolítica nos links abaixo:
- Zircônia monolítica ou com revestimento em próteses totais sobre implantes dentários?
Zircônia monolítica em próteses totais sobre implantes: um bolo com ou sem cobertura? As zircônias monolíticas ainda possuem um desempenho melhor do que as zircônias com revestimento em próteses totais aparafusadas sobre implantes. Entretanto, ainda está difícil entender o papel de cada fator clínico nessa equação. Mais de 3 mil próteses totais sobre implantes analisadas em conjunto Um ponto interessante nesse trabalho é definir no seu começo o que é uma zircônia monolítica (peças com revestimento mínimo e na área estética) ou com revestimento (material estético envolvendo também as áreas funcionais). Aqui se encontra uma grande dificuldade no dia a dia do laboratório. Essas peças são desenhadas em computador e os técnicos precisam de muita orientação no momento da redução digital. Caso contrário, a rotina prevalecerá e a porcelana feldspática será aplicada como nos casos para porcelana fundida ao metal (as boas metalocerâmicas). Assim, 85% das peças (aparafusadas também) representavam o desenho monolítico. Sucesso, sobrevivência, ou ambos nas próteses totais sobre implantes feitas em zircônia? Quando falamos em restaurações cerâmicas, o sucesso representa a ausência de fraturas. Já a sobrevivência traz consigo pequenas falhas. Sobrevivência monolíticas: 88% a 100%. com revestimento: 66,7% a 100%. Alguns estudos relataram a sobrevivência cumulativa em 10 anos em 87%. Sucesso monolíticas: 92,4% a 100%. com revestimento: O sucesso geral variou de 20% a 88,5%. E as taxas de complicações? Aqui, definidas como menores (por exemplo, um lascamento) ou maiores (fraturas amplas). monolíticas: de um total de 2670 peças, ocorreram 25 complicações maiores (1,0%) e 49 menores (1,8%). O lascamento afetou 27 de 2560 unidades (1,1%). com revestimento: de um total de 368 peças, foram relatadas 30 complicações maiores (8,2%) e 78 menores (21,2%). O lascamento afetou 26,1% das próteses. Quais peças desse quebra-cabeças ainda precisam de mais esclarecimento? Toda vez que um artigo dessa natureza é publicado, mesmo em forma de meta-análise, sempre haverá dúvidas clínicas não reportadas e pelos mais diferentes motivos. E para os clínicos é um ponto complicado. Afinal, eu faria ou não esse tipo de prótese nos meus pacientes? O benefício compensaria os custos? tipo de implantes, comprimento e diâmetro: fatores não analisados detalhadamente, mas reconhecidos como importantes. presença ou ausência de pilar intermediário: não foi um foco direto do estudo. localização dos implantes no arco: dados inconsistentes entre os estudos. procedimentos de regeneração óssea: não foi um foco. tipo de carga (imediata ou tardia): influência controversa devido à inconsistência dos dados. número de implantes por prótese: variado entre os estudos. presença ou ausência de cantiléver: influência controversa. desenho da estrutura e processo de fabricação: a heterogeneidade dos métodos dificultou uma análise conclusiva. tipo de arco antagonista: sugestão das complicações serem mais frequentes quando o arco oposto é do mesmo material; porém, outros achados são conflitantes (exemplo: antagonista de zircônia vs. dentição natural, tendo probabilidade similar de complicações). uso ou não de placa oclusal: pode estar relacionado com as complicações, mas não houve uma palavra final sobre o assunto. Mas existe alguma vacina de ação imediata contra as fraturas em zircônia monolítica? Por enquanto, a melhor "vacina" (se é que podemos chamar assim) é uma restauração de teste, um protótipo em PMMA que pode ser ajustado confortavelmente na boca e usado como gabarito para a escolha do desenho e do material final da prótese total. O bom e velho conhecido do nosso dia a dia: o "provisório" aparafusado sobre os implantes dentários. Outras recomendações fundamentais: tenha no mínimo 12mm de espaço interoclusal disponível teste a passividade de assentamento da prótese controle os protocolos de sinterização use materiais originais e compatíveis tenha ao seu alcance o projeto original da restauração em caso de complicações tenha também ao seu alcance primers e adesivos para reparos imediatos verifique sempre a oclusão e o polimento Leia mais sobre:
- Dia do Professor: cinco dicas para proteger o seu ganha-pão
Dia do Professor: estratégias para proteger o seu ganha-pão. Foto: I.A. Se você é do nosso time, sabe que tem uma missão de vida um tanto difícil: disseminar conhecimento, ensinar da melhor maneira possível. E não importa se a sala tem 10 ou tem 100 pessoas. Nunca foi sobre isso. A gente nasce com essa missão. Não tente entender. Difícil é explicar para muita gente que vemos a sala de aula como segundo escritório. Nesse santuário, chegamos uns 30 minutos antes para vistoriar o quadro de anotações, mudar a posição dos móveis, a luz da minuteria, a potência e o foco do retroprojetor. E ainda tentaremos prever situações diversas: toda classe tem as suas, quer sejam pelo trânsito ou temperatura. Entretanto, esse também é o nosso ganha-pão. Afinal, ninguém dá aula por esporte. O seu tempo é valioso e é justo ter a recompensa financeira. Voltando ao processo de ministrar aulas: um bom slide é fruto de anos de reflexão. Por trás daquela imagem existem horas e horas de meditação, reflexões, e ajustes na evolução da linha de raciocínio. Mas quais são os perrengues pelos quais passamos? Nesse dia do Professor, cinco situações comuns e como lidar com elas. Pegue um café, relaxe, e dê umas boas risadas. Número 1: “Professor, me passa a sua aula?” Confesso que raras foram as vezes, mas pode acontecer. Como assim você quer a minha aula? Por acaso vós, que sois mais jovem e com muito mais tempo, não conseguis fazer algo parecido ou melhor? Tradução: Ora bolas, nesse rolê, sou eu quem mastiga, mas quem engole é você, meu chapa? Sim, também ouviremos aquela famosa frase: “Professor, eu faltei na sua aula passada. Poderia passá-la para mim?” A resposta mais irônica: “Meu jovem, não se preocupe. Tome aqui uma carrada de artigos. Usei todos eles para montar a minha aula. Seja feliz”. A saída mais elegante: “Meu jovem, você não tem uma memória, flashdrive, pendrive ou qualquer tipo de “chupa-cabra”? Vou lhe passar minha aula. Mas como eu sei que é só para você estudar, está tudo em branco e preto, ok?” Por que funciona? Segundo a ciência, a sensação de ganhar algo aumentará os níveis de dopamina. E haja neurotransmissor para dar conta dessas figurinhas. Dica para jamais se preocupar: agregue seus artigos dentro de um QRCode e peça à plateia que o fotografe. Número 2: “Professor, posso fotografar o seu slide?” Você mal adentra a sala de aula e a turma está a postos. Parece uma grande cobertura de imprensa, com laptop e celulares no tripé. E o que será que vão fazer com esses filmes? A “broderagem” do compartilhamento vai correr solta e você não verá um tostão sequer a mais no seu bolso! Será que todos os seus alunos e alunas vão postar no Pinterest? A resposta ética: avise que não podem filmar e nem fotografar; nas suas imagens, coloque aquela marca d´água de fundo, e jamais esqueça de abrir os braços (usem a técnica de alongamento do filme Titanic) bem no meio daquele slide que faz inveja até ao mais esperto desses pentelhos. A saída elegante: “Colegas, prestem atenção que eu direi quando é bom fotografar porque nesse slide (reforce com uma cara séria) realmente precisa”. Por que funciona? Coloca a classe para pensar com você. Dica para jamais se preocupar: renove periodicamente os seus slides. Número 3: “Professor, eu fiz isso aí a vida inteira e não funciona.” Ah, sim. Palpiteiros e palpiteiras que possuem cinco minutos de prática clínica. Diferente do padrão geográfico adotado no século passado (o popular “fundão”), agora espalham-se pelos quatro cantos da sala. Assim, mesclam-se melhor aos bem-intencionados e emitem essas opiniões surreais, de dar inveja a uma criança de 5 anos de idade. A resposta lógica: “Veja, mas qual ou quais artigo(s) que você já leu para ter essa conduta na sua prática?” Por que funciona? Evita o confronto direto e põe o(s) safadinho(s) para pensar. Com 99% de chances, jamais leram algo decente ou passaram da página dois. Assim, o desarme mental está garantido. A saída elegante: aproveite também para “alugar um triplex” na cabeça dessas coisinhas lindas: apoie-se na literatura, comece pelo histórico, liste as características, as vantagens e jamais se esqueça das desvantagens do assunto em questão, usando também suas imagens clínicas como modelo à prova de falhas. Pare somente quando perceber que a chance de acionar o resgaste (SAMU) for iminente. Dica para jamais se preocupar: tenha os fatos na palma da mão. Número 4: “Professor, empresta o seu livro que eu vou tirar cópia” Finalmente, algo lisonjeador! Mas essa sensação passa depois de trinta segundos quando lembramos que uma empresa, com pelo menos uns 10 funcionários dedicados, já leu, diagramou e imprimiu a obra da sua vida, sendo pagos todos os encargos trabalhistas pela editora do seu coração. E não se esqueça: na era da comunicação digital, você ainda receberá uma proposta mais tentadora: “Professor, passa aí o PDF do seu livro pra mim?” A resposta elegante: “Meu jovem, sorry. Fale direto com a livraria ou compre no site, certo? Nem eu tenho aqui a minha cópia física ou digital (verdade mesmo).” Por que funciona? Mesmo que a primeira reação seja não comprar, a pessoa vai procurar o livro na biblioteca. Que lugar seria melhor para deixá-la entretida? Dica para jamais se preocupar: deixe que o vendedor de livros saiba a sua agenda de cursos. Assim, o seu material estará sempre disponível ou o estudante vai direto na fonte. Número 5: “Professor, olha, tenho aqui a radiografia, o modelo de gesso, a fotografia...” Não é preciso nem muita experiência para saber como isso termina, né? Mas tem aluno que acha que, depois da aula, você ainda está disponível para resolver todos os casos do consultório particular dele. Se não for presencialmente, chegará pelo dispositivo de mensagens no melhor estilo “e agora, que faço com isso”. E se você der trela o suficiente, ganhará aquele serviço de “streaming perpétuo” que nunca pediu. Particularmente, não vejo problemas em comportamento esporádico. Entretanto, conheço bem o barulho das famosas "sacolinhas". A resposta elegante: “Meu jovem, que caso complexo. Bem, vou deixar aqui uma lista de coisas que você precisa fazer. Anote tudo. Melhor, fotografe o que acabei de escrever aqui no quadro de vidro”. A saída produtiva: “Que bom! Deixe-me projetar tudo aqui e assim a classe toda aproveita para aprender junto.” Por que funciona? A maioria quer confirmação de viés ou atenção porque no dia a dia ou na mesma clínica não tem com quem conversar sobre o assunto. Quando a classe percebe que pode aprender coletivamente, a sensação de pertencer a um grupo seleto também melhora. Bem, nunca ninguém disse que essa seria uma missão fácil. E eu continuo gostando dos meus alunos! Quero se estejam cada vez mais motivados! Feliz dia dos Professores! Leia mais sobre:
- Peri-implantite: o parque de diversões osteoimunes!
Peri-implantite e o sistema imune: onde o ingresso é o osso ao redor do seu implante. A peri-implantite pode ser um grande "parque de diversões osteoimunes", com diversas áreas temáticas operando simultaneamente. Mas atenção: o preço dessa entrada é o osso ao redor do seu implante dentário. O mapa completo desse parque, o "atlas osteoimune da peri-implantite" acaba de sair. E é gratuito. Clique aqui. Abaixo, vamos embarcar nessa aventura e percorrer cada área temática: Três conceitos para não se perder nesse parque Osteoimunologia: campo que estuda como o sistema imune comanda o metabolismo ósseo. O osso não é um tecido passivo: suas células de reabsorção, os osteoclastos, recebem ordens de células de defesa. Por isso, seu paciente precisa fazer exames antes de diversos procedimentos cirúrgicos odontológicos. Eixo RANKL/OPG: sistema mestre da destruição. O RANKL dá a ordem de reabsorção ao se ligar ao receptor RANK dos osteoclastos; o OPG bloqueia esse sinal. Quando o RANKL supera o OPG, o osso é perdido. Tudo dentro desse parque termina em desequilíbrio. Inflamassoma: é um sensor intracelular (NLRP3). Ativado, muda a IL-1β e dispara a piroptose, uma morte celular de natureza inflamatória. O parque de diversões osteoimunes Portão de entrada: a avenida da disbiose Nenhum visitante chega ao parque sem passar pela "catraca" do biofilme. Na peri-implantite, a disbiose (desequilíbrio) microbiana libera padrões moleculares bacterianos (PAMPs) que são reconhecidos pelos receptores das células do hospedeiro. O resultado é a ativação do “hub central da inflamação” (NF-κB), com a produção de diversos agentes inflamatórios. É aqui que o atlas faz uma observação importante: a peri-implantite não é uma periodontite que mora no implante. As lesões peri-implantares têm infiltrados maiores, perfil mais fortemente osteoclastogênico, bem como destruição mais rápida. A ausência de ligamento periodontal, a biologia da junção mucosa-implante e o próprio biomaterial criam um microambiente único. Ou seja: transferir protocolos clínicos de periodontia para a implantodontia, sem adaptação, é a mesma coisa que entrar no parque com o mapa errado. Reino dos Plasmócitos: a área mais lotada de todas? Todo visitante espera encontrar neutrófilos comandando a cena, certo? Entretanto, o atlas mostra o contrário: a população imune mais expandida na lesão são os plasmócitos — as células produtoras de anticorpos. A imunidade humoral, historicamente coadjuvante, vira protagonista! Além disso, teríamos algo ainda mais intrigante: a formação de estruturas linfoides ectópicas. São verdadeiros "quartéis-generais" imunes instalados dentro do tecido, com organização quase de órgão linfoide. No mapa do parque, esse é o reino com as maiores filas: os plasmócitos não estão de passagem; parecem ter mudado de endereço. Montanha-Russa dos Neutrófilos: armadilhas velozes e sem freios Os neutrófilos são a atração mais barulhenta — cerca de 40% dos leucócitos do infiltrado. Além disso: são especializados. Foram identificados subtipos próprios da doença, sugerindo funções distintas dentro da lesão. Essa montanha-russa opera em dois circuitos. No primeiro, há intensa NETose: os neutrófilos liberam armadilhas extracelulares (NETs) que prendem bactérias, mas também ferem o tecido local. No segundo, um diálogo molecular entre fibroblastos e neutrófilos perpetua o recrutamento: quanto mais inflamação, mais sinal para chamar novos passageiros. O brinquedo não para de dar voltas — e cada curva embarca mais células. Vale dos Macrófagos: os metamorfos do parque Os macrófagos são os atores que trocam de figurino conforme a cena. O atlas confirma a expansão dos fenótipos M1 (inflamatórios) e M2 (regulatórios). Mas o achado de maior peso é outro: uma população de macrófagos "preparados" para osteoclastogênese. São as células que funcionam como a equipe de bastidores ensaiando o próximo ato, que acontece no osso. Castelo dos Linfócitos: Th17 no trono, e os Tregs com os rádios quebrados No castelo, dois grupos disputam o comando. De um lado, o eixo Th17 está ativado. Os Linfócitos T expressando RANKL amplificam o sinal direto para o osso. Do outro lado, a surpresa conceitual da revisão: a “equipe de segurança”, os linfócitos T reguladores (Tregs) não estão ausentes — estão instáveis. Em termos de parque: esse contingente está em posição, de uniforme, no posto, mas com os rádios sem bateria. A chance de controle existe, mas seu desempenho é aquém do esperado. O mapa secreto dentro do mapa principal do parque: a lesão tem arquitetura O parque não é um amontoado de atrações: há um projeto. Existe um gradiente inflamatório dirigido ao epitélio da bolsa. Assim, células endoteliais específicas (CD38-positivas) funcionam como “hubs de encontro” entre vasos e imunidade. São as "praças de alimentação" do parque, onde as células imunes se reabastecem e se coordenam. Na prática clínica, a implicação é direta: a coleta e exame de amostras de peri-implantite em um único ponto pode não trazer a história completa dessa doença. A Oficina do Titânio: a engenhoca que solta faíscas Todo parque tem sua usina — e na peri-implantite ela fica dentro da própria atração. Partículas de titânio liberadas da superfície do implante podem ativar macrófagos e amplificar a inflamação independentemente das bactérias. Isso explica um enigma clínico conhecido: por que a doença pode persistir mesmo após o controle do biofilme? Na clínica: descontaminar a superfície do implante deixa de ser apenas uma tarefa mecânica para virar raciocínio biológico. Setor interditado: os trabalhos inacabados Vamos encarar isso como a "área em obras". Até mesmo o parque da peri-implantite tem. E conforme a revisão, são muitas: Falta evidência funcional direta da ativação do inflamassoma em tecido humano. Os marcadores estão lá, mas ninguém filmou o mecanismo funcionando. A sinalização de interferon tipo I não foi caracterizada. A fonte do RANKL — células B, T ou fibroblastos — permanece não resolvida. As populações imunes raras têm dados funcionais escassos. Somando-se as outras limitações metodológicas. uma é decisiva: os controles eram gengiva e não mucosa peri-implantar saudável, que é um tecido diferente. Mesmo com cerca de um terço das referências (27 em 72) vindo de biópsias humanas, o mapa final rumo ao osteoclasto ainda é inferencial, e não de validação funcional. O mapa do parque continua excelente; o funcionamento interno das engenhocas, todavia, ainda em teste. O monotrilho sistêmico: o parque não é uma ilha De quebra, existe um monotrilho que sai da boca e circula pelo corpo inteiro. Ou seja, a peri-implantite conversa com a aterosclerose. Acrescente nesse terreno o fenômeno de inflamação crônica ligada à idade (inflammaging). E o paciente com diabetes segue como o protótipo dessa interação: pior controle glicêmico, resposta inflamatória amplificada, mais perda óssea. Assim, a peri-implantite não é um problema localizado; é um marcador e um multiplicador de risco sistêmico. Loja de presentes: o que a clínica leva do parque O atlas ainda não muda protocolos, mas a loja de saída já tem produtos concretos. A razão M1/M2 emerge como biomarcador em potencial de gravidade e prognóstico. Os subtipos de neutrófilos e o eixo RANKL desenham alvos terapêuticos: modular o hospedeiro, e não apenas atacar o biofilme, é a fronteira. O papel do titânio reforça a importância da descontaminação da superfície — e, em casos avançados, da decisão de remover o implante. Enquanto isso, o que não muda é o que já sabemos fazer: o controle do biofilme continua sendo a intervenção mais custo efetiva contra a doença. Conclusão: qual personagem comanda o parque de diversões osteoimunes? O atlas de diversões osteoimunes é o mapa mais completo que já tivemos da peri-implantite: um parque de variedades onde plasmócitos lotam o reino, neutrófilos operam a montanha-russa sem freio, macrófagos mudam de figurino, Tregs vigiam com os rádios mudos no castelo dos linfócitos, e o titânio solta faíscas (partículas) nos bastidores. A pergunta que fica não é: "quais personagens estão no parque", mas "qual deles comanda o espetáculo". Responder isso é missão para a próxima década de pesquisa em peri-implantite. Leia mais sobre:
- Revista ImplantNews 2023: atualize a sua biblioteca científica
revista ImplantNews 2023: artigos científicos A revista ImplantNews (ISSN 2675-5610), filiada à ABEC, apresenta a lista de seus artigos cientígicos publicados em 2023. Aproveite para atualizar seus conhecimentos em prótese dentária, periodontia, implantodontia, e tecnologia digital: Frizzera F, Nicchio N, Barcelos A, Nicchio I, Vimercati B, Marcantonio Jr. E. Reabilitação oral com levantamento de seio maxilar e próteses implantossuportadas: relato de caso com três anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):24-30. (ISSN 2675-5610) Feltran GS, Barbosa TP, Bezerra FJ, Zambuzzi WF. Avaliação molecular dos mecanismos de bioestimulação utilizando ácido hialurônico e extrato de chá verde (Camellia Sinensis). ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):32-38. (ISSN 2675-5610) Lima GS, Hadad H, De Jesus LK, Santos AFP, Souza FA, de Carvalho PSP. Influência das técnicas de fresagem convencional, subfresagem, expansão óssea e osseodensificação em osso tipo III e IV na estabilidade inicial e contra-torque: estudo in vitro. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):40-46. (ISSN 2675-5610) Souza Junior GR, Formiga MC, Castanha D, Schuldt Filho G. Tratamento cirúrgico periodontal em paciente com hiperplasia gengival e hiperpigmentação melânica – relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):58-62. (ISSN 2675-5610) Stroparo JLO, Spada PP, Sukekava F, Gabardo MCL. Aumento de coroa estético em caso de erupção passiva com uso de oxigenoterapia pós-operatória. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):64-67. (ISSN 2675-5610) Otigara GB, Wagner MC. Aumento de coroa clínico estético associado ao uso de guia cirúrgico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):68-74. (ISSN 2675-5610) Rossi NR, Grangeiro MTV, Ricco P, Andreatta Filho OD, Paes Junior TJA, Matuda FS. Alternativas no manejo de tecidos moles para longevidade da saúde peri-implantar: revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):76-82. (ISSN 2675-5610) Contesini G, Hiramatsu DA, Fukuoka GL, Da Silva EVF. União de transferentes com resina bisacrílica para moldagem de implantes: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):92-97. (ISSN 2675-5610) Cremonese R, Zenker D, Freias M. Renovando a autoestima com facetas e.max IPS Press: relato de caso clínico da reabilitação estética. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):98-102. (ISSN 2675-5610) Bottino MA, Faria R, Viegas D, Saavedra G. Capítulo especial do Livro do IN 2022 – O potencial das ferramentas digitais na Implantodontia guiada e orientada. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):103-121. (ISSN 2675-5610) Veronesi GF, Silva LM, Manzi MR, Gomes MHG, Polo CI. Tecnologia e multidisciplinaridade a favor do sorriso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):170-177. (ISSN 2675-5610) Goetten G, Sotto-Maior BS, de Carvalho AM, Bonilha Neto RM, Couto KC. Comportamento biomecânico de implantes com conexão interna cônica, com angulações entre 11,5 e 16 graus na interface implante-pilar em prótese unitária – análise de elementos finitos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):180-187. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: uma reflexão sobre a “Qualidade dos Implantes Dentários”. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):188-192. (ISSN 2675-5610) Batistela LG, Macedo AO, Sant’Ana ACP, Zangrando MSR, Damante CA. Influência da fotobiomodulação na cicatrização após recobrimento radicular. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):204-211. (ISSN 2675-5610) Américo EMO, Zago PMW, Tognetti VM, Rovai ES. Reposicionamento labial cirúrgico em pacientes com aumento vertical da maxila. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):212-219. (ISSN 2675-5610) Alves BF, Aloise AC, Almeida BM, Filgueiras IAAAP, Buss LF, Magnabosco JL, Kotaka T, da Cunha MR, Teixeira ML, Pelegrine AA. Cirurgia de reposicionamento labial para a correção do sorriso gengival por meio da “muscle detachment technique”: uma nova abordagem cirúrgica. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):220-228. (ISSN 2675-5610) Alexandrino LD, Miranda ME, Meira IA, Duarte PPCN. Performance clínica de próteses fixas obtidas por CAD/CAM e técnica convencional. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):238-244. (ISSN 2675-5610) Nicchio N, Balderrama IF, Malzoni CMA, Gonçalves V, Marcantonio Jr. E. O uso da técnica de cirurgia guiada sem retalho para reabilitação oral com implantes dentários em área estética. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):246-252. (ISSN 2675-5610) Moretti Junior J, Moretti CI. Reabilitação funcional na zona estética através da substituição de implantes: combinando coroas de resina fotopolimerizáveis sobre copings de PEEK e facetas diretas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):254-259. (ISSN 2675-5610) Carrera ET, Vieira EAC, Vieira PGM. Projeção cirúrgica do mento por meio da técnica CPlus Surgery. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):268-271. (ISSN 2675-5610) Autran AR, Tedesco AD. Protocolo para uso da bandagem elástica no pós-operatório imediato da cirurgia de bichectomia. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):272-277. (ISSN 2675-5610) Portero PP, dos Santos MECA, Bucco Jr. RLS, Vieira FLD, da Rosa AJB. Rinoplastia não cirúrgica com ácido hialurônico – relato de caso e descrição da técnica. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):278-283. (ISSN 2675-5610) Alexandrino LG, Casagrande GE, Alves SGA, Marcantonio Jr. E. Manipulação de tecido mole peri implantar para resolução de ausência de tecido ceratinizado: descrição da técnica pré e pós-instalação de implantes dentários. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):334-340. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: a “hora” da carga imediata. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):344-348. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: dente extraído e implante colocado na zona estética, mas e as papilas? ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):352-356. (ISSN 2675-5610) Maluta R, Monteiro MF, Peruzzo DC, da Silva RVC, Joly JC. Tratamento de recessões gengivais múltiplas tratadas com retalho avançado coronalmente associado à matriz dérmica acelular xenógena ou enxerto de tecido conjuntivo. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):368-373. (ISSN 2675-5610) Mezoni MF, Nuernberg MAA. Manejo de tecido mole em área peri implantar. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):374-379. (ISSN 2675-5610) Teixeira KF, Macedo, de Souza-Pavani AP, Damante CA, Sant’Ana ACP, Zangrando MSR. Cirurgia plástica periodontal adjunta à biopsia no manejo tecidual de tumor odontogênico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):380-385. (ISSN 2675-5610) Andrade EC, Lacerda EJR, da Costa LM, Rezende NDJ, Rezende EAJ, Zancopé K. Modificando o perfil de emergência de uma prótese total fixa parafusada sobre implantes. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):394-398. (ISSN 2675-5610) Dias LMR, Miranda ME, Vitti RP, Brandt WC. Tensões em incisivo central superior restaurado com pinos intrarradiculares em PEEK e fibra de vidro durante a mastigação: análise in silico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):400-406. (ISSN 2675-5610) Souza ROA, da Silva NR, Bottino MA. Protocolos atuais para cimentação adesiva de próteses cerâmicas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):408-418. (ISSN 2675-5610) Carrera ET, Braga CA, Vieira EAC, Vieira PGM. Uso de hialuronidase em complicação tardia causada por ácido hialurônico em face. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):436-439. (ISSN 2675-5610) de Freitas AB, Rogerio V, Teixeira TG, de Borba PR, Rabelo V, Lora VRM. Nova conduta para o tratamento de eritema transitório na ponta nasal após preenchimento com ácido hialurônico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):440-443. (ISSN 2675-5610) Cedran I, Barbosa JRA, Barbosa CMR. Comparação da eficiência entre peptídeo botulínico e microbotox. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):446-451. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: o dente extraído e os contornos do rebordo alveolar. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):506-510. (ISSN 2675-5610) Maia S, Muglia VA. A “teoria dos volumes”: possíveis fatores que controlam as relações entre tecidos moles e duros na Implantodontia. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):512-516. (ISSN 2675-5610) Zétola AL, Junior G, Zétola IZ. Implante de zircônia e regeneração óssea guiada em área estética: relato de caso com acompanhamento de cinco anos e nove meses. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):518-523. (ISSN 2675-5610) Mota PJ, da Silva BR, Lima DLF, Pereira CKK, Pereira SLS. Romã (Punica granatum Linn) no tratamento das inflamações gengivais associadas ao biofilme supragengival. Uma revisão integrativa da literatura. ImplantNews Reab Oral 2022;8(4):536-540. (ISSN 2675-5610) Cavallieri RS, Santos CA, Greghi SLA, Sant’Ana ACP, Damante CA, Zangrando MSR. Diagnóstico e tratamento de erupção passiva e ativa alteradas associado à laserterapia pós-operatória. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):542-548. (ISSN 2675-5610) Calefi MS, Carvalho G, Sementille MCC, Sant’Ana ACP, Damante CA, Zangrando MSR. Avaliação do uso do laser cirúrgico para fotocoagulação de áreas doadoras de enxertos gengivais: série de casos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):550-556. (ISSN 2675-5610) Caetano MG, Martins AA, Wandscher V. Reanatomização do sorriso através da técnica de resina composta fluida injetável em matriz de silicone transparente: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):564-571. (ISSN 2675-5610) Quissak BUT, da Silva JMD, Arcila LVC, León GA, Saavedra GSF. Do planejamento digital à execução na Implantodontia e reabilitação oral – parte II. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):574-579. (ISSN 2675-5610) Meira IA, Miranda ME, Alexandrino LD, Duarte PPCN. Resultados relatados pelos pacientes para o fluxo de trabalho digital versus analógico nas próteses fixas sobre dentes: uma revisão sistemática. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):582-590. (ISSN 2675-5610) Rebelatto MCK, Tiburski Jr. D. Revisão da literatura com relato clínico da utilização fração vascular estromal para mesoterapia a partir da bola de Bichat. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):602-608. (ISSN 2675-5610) Cortez FF, Simão S. Avaliação da eficácia do peeling de ácido tricloroacético a 20% no rejuvenescimento da região periorbital. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):610-618. (ISSN 2675-5610) Marcantonio E, Marques DO, Santos VBP, Luvizuto ER, Queiroz TP, Santos PL. Reposicionamento de cauda de sobrancelhas através do uso de fios espiculados de polidioxanona. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):620-625. (ISSN 2675-5610) Luiz J, Luiz JH, Sukekava F. Reabilitação de maxila posterior atrófica com osseodensificação antes dos implantes osseointegrados. Série de casos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):678-83. (ISSN 2675-5610). Lubiana AS, Machado MJ, Carvalho DD, de Oliveira QG, Nicchio N, Frizzera F. Expansão cirúrgica do rebordo alveolar por osseodensificação, regeneração tecidual guiada com implante fabricado por manufatura aditiva e cirurgia plástica periodontal na zona estética – relato de caso com dois anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):688-93. (ISSN 2675-5610) de Moraes EJ, de Moraes LEB, Elbern NBM. Implantes zigomáticos com próteses obturadoras: uma opção na reabilitação de casos complexos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):696-702. (ISSN 2675-5610) Martins EOB, Martins F, de Oliveira NNC, de Andrade LB, Silva ALSFG, Nascimento MN. Cirurgia estética gengival na região anterior: nova abordagem minimamente invasiva. ImplantNews Reab Oral 2022;8(5):718-25. (ISSN 2675-5610) Gusmão NA, Freitas IDP, Rodrigues DC. Reflexão sobre as concepções da nova classificação das doenças e condições periodontais: uma breve revisão da literatura. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):728-33. (ISSN 2675-5610) Cardoso RR, Azevedo MA, Rocha NAB, de Souza SLS, Pessoa RS, de Oliveira GJPL, Bezerra FJB. Efeito de um colutório contendo chá verde e ácido hialurônico sobre a saúde peri-implantar. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):734-8. (ISSN 2675-5610) Pimentel W, Tiossi R. Fluxo de trabalho digital cirúrgico e protético para coroas implantossuportadas unitárias. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):746-51. (ISSN 2675-5610) de Oliveira WS, Quissak BUT, da Cruz BS, Saavedra GDSFA, Bottino MA, Nogueira Jr. L. Fluxo de trabalho totalmente digital com restaurações 3D impressas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):752-8. (ISSN 2675-5610) de Sá SB, Jussiani EI, Andrello AC, Tiossi R, Joly JC. Análise da adaptação interna de pilares protéticos originais e multiplataformas sobre implantes. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):760-5. (ISSN 2675-5610) Antunes KB, da Silva TSM, Cavalcante LM. O uso da toxina botulínica para correção do sorriso gengival de paciente com hiperatividade de lábio. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):774-8. (ISSN 2675-5610) Salgado VE, Ramos VB, de Mello MS. Reabilitação oral estética com resina composta pela técnica direta. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):780-9. (ISSN 2675-5610) Libos IS. Microagulhamento, uma terapia que induz a produção de colágeno. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):790-7. (ISSN 2675-5610) Tomazi MA, Gerzson AS, Marinowic DR. Técnica minimamente invasiva de lateralização do nervo alveolar inferior (in-block): descrição, indicações e aspectos relevantes. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):848-856. (ISSN 2675-5610). Nishioka RS, Nishioka GNM, da Silva RR, Campos JF, Cintra TMF, Andreatta Filho DO. Implante dentário imediato na zona estética associado à técnica de retenção intencional do fragmento radicular: relato de caso com 8 meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):858-62. (ISSN 2675-5610) da Silva EVF, Stapani NPC, André LFM. O pilar protético híbrido: uma nova alternativa nas reabilitações implantossuportadas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):864-9. (ISSN 2675-5610) da Mota DG, da Silveira ILC, Souza ACD. Correção da erupção passiva alterada combinando osteoplastia, osteotomia e preenchimento labial: resultados clínicos após 1 ano de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):882-6. (ISSN 2675-5610) Businari TC, Dutra TP, Ruiz KGS, Sallum EA, Casati MZ, Casarin RCV. Tratamento da peri-implantite combinando estratégias cirúrgicas e não cirúrgicas: 18 meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):888-95. (ISSN 2675-5610) da Silva BC, Guinho BB, da Silva DAC, Cota ETOT, Lima IS, de Macedo MEB, do Rêgo MEF, de França TRT. Relação entre a tireoidite de Hashimoto e as doenças periodontais. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):896-901. (ISSN 2675-5610) Pires M, Lee HJ, Coró V, Uhlendorf Y. Restabelecimento da DVO numa prótese total fixa sobre implantes preservando a infraestrutura metálica de 5 anos de uso: acompanhamento de um ano e seis meses. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):910-9. (ISSN 2675-5610) Schmidt MCB, Santos RKN, Eustáquio I, Gebrin FL, Cavalcante LM, Schneider LF. Placa miorrelaxante oclusal impressa 3D para controle do bruxismo do sono: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):920-6. (ISSN 2675-5610) Troiano M, Blanco R, Troiano I. Uso da prótese total fixa/híbrida sobre implantes fabricada em PEEK como alternativa terapêutica estética e funcional nos tratamentos ressectivos mandibulares oncológicos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):928-35. (ISSN 2675-5610) Marques DO, Santos PL, Santos VBP, de Oliveira AC, Margonar R, Queiroz TP. Uso da tecnologia digital no planejamento da rinomodelação. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):946-53. (ISSN 2675-5610) Caracci MC, da Rosa AJB, Portero PP. Cirurgia de bichectomia – relato de caso clínico com acompanhamento de dez anos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):954-9. (ISSN 2675-5610) Marcondes Filho E, Carrera ET, Vieira EAC, Vieira PGM. Ácido poli-l-láctico para rejuvenescimento facial na prática em consultório – revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):960-6. (ISSN 2675-5610) Leia mais sobre:
- Revista ImplantNews 2024: atualize a sua biblioteca científica
revista ImplantNews 2024: lista de artigos publicados A revista ImplantNews (ISSN 2675-5610), filiada à ABEC desde 2025, apresenta sua lista de artigos científicos publicados em 2024, envolvendo as áreas de Prótese Dentária, Periodontia, Implantodontia, e Tecnologia Aplicada. Aproveite para atualizar a sua monografia ou fazer um trabalho de conclusão de curso com os artigos que fazem a diferença na sua prática clínica: Aguiar DC, Lima MEM, Ferreira Neto MD, Dias KSP. Regeneração alveolar e tecidual com enxerto xenogênico e implante imediato após exodontia do canino superior anquilosado: relato de caso com um ano de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):27-32. (ISSN 2675-5610) Michaels R, Magrin GL, Magini RS, Benfatti CAM. Associação de membrana colágena, fibrina rica em plaquetas (PRF) e implante imediato para ROG na região mandibular posterior. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):34-9. (ISSN 2675-5610) Santiago LR, Zangrando MSR, Damante CA, Sant´Ana AP. Abordagens cirúrgicas e não cirúrgicas para a reconstrução de papilas. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):40-4. (ISSN 2675-5610) Arena GC, Santos DLP, Marinho BD, Santos MPM, Monnazzi MS, Hochuli-Vieira E. Estudo clínico da regeneração guiada com membrana de polidioxanona (PDO) intencionalmente exposta em alvéolos dentais pós exodontia. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):46-51. (ISSN 2675-5610) Casarini CM, Pimentel W, Oliveira FR, Bottino MA, Borges ALS, Ramos NC. Avaliação biomecânica de um novo pilar cônico: EsthetiOne. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):54-7. (ISSN 2675-5610) Faria R, Amaral JBL, Souza AS. O papel essencial do planejamento protético na cirurgia guiada para implantes dentários: chave para o sucesso clínico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):58-65. (ISSN 2675-5610) Andrade GRD, Melo TS. Utilização de alinhadores ortodônticos para obtenção de espaço entre raízes convergentes na região estética e instalação de implante dentário estreito. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):189-193. (ISSN 2675-5610) Santos LR, Salomão MS. Instalação de implante dentário imediato com regeneração óssea guiada após exodontia atraumática de molar mandibular com fratura radicular. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):196-201 (ISSN 2675-5610) Luiz JH, Luiz J, Pegoraro RH, Sukekava F. Uso de matrizes de colágeno tridimensionais para recobrimento radicular múltiplo bilateral. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):202-205. (ISSN 2675-5610) Cavezzi GO, Cavezzi Jr. O. L-PRF no manejo de fístulas oroantrais tardias pós-extração dentária: relato de caso com um ano de acompanhamento clínico e tomografia computadorizada de feixe cônico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):206-211. (ISSN 2675-5610) Flores SMA, Vivanco RG, Freitas R, Araujo CRP. Alternativa viável para transferência e registro para realização de prótese total fixa parafusada em carga imediata. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):212-217. (ISSN 2675-5610) Forgerini G, Crozeta R, Frazosi N, Melga S, Philippi A. O passo a passo do escaneamento data exchange sob isolamento absoluto – como e por quê. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):218-222. (ISSN 2675-5610) Salviano SH, Santos PGP, Amorim JC, Carvalho JJ, Ciambarella BT, Pedrazzi MT, Brum IS. Personalização do cicatrizador pós-exodontia de um elemento dentário com trinca radicular associado ao manejo tecidual na regeneração óssea guiada: relato de caso com três anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):354-357. (ISSN 2675-5610) André LFM, Santos TM, Stapani NPC, Aluvino RMO, Santos GA, Silva EVF. Uso de dois tempos cirúrgicos, biomateriais e implante dentário na preservação do alvéolo molar mandibular pós-exodontia por fratura radicular. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):358-362. (ISSN 2675-5610) Santana WM, Capeletti LR, Silva AFM, Teixeira MFBMA. Tratamento regenerativo de peri-implantite – acompanhamento de quatro anos. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):364-368. (ISSN 2675-5610) Nascimento TAM, Souza RF, Coelho Jr. JA. Tratamento periodontal em paciente diabético associando terapia periodontal básica ao oxigênio ativo. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):370-373. (ISSN 2675-5610) Quiroz-Zubizarreta E, Ruiz HK, Araujo MAR, Araujo CRP, Freitas R. A importância do planejamento reverso na reabilitação oral implantodentosssuportada com a confecção de provisórios e guia cirúrgico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):376-381. (ISSN 2675-5610) Silva PGA, Silva MCG, Tomaz DCS, Souza MAR, Greghi DK, Vasques Jr. LCK, Freitas R, Araujo CRP. Uso de nova técnica combinada na confecção de restaurações em dissilicato de lítio. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):384-389. (ISSN 2675-5610) Canedo SL, Oliveira HFF, Hadad H, Souza FA, de Carvalho PSP. Reações teciduais aos materiais de sutura no plano muscular de ratos. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):522-525. (ISSN 2675-5610) Berti A, Tedesco A, Grossi JRA. Implantes dentários extralongos extrasinusais em osso zigomático utilizando perfuração ultrassônica: série de casos com 46 implantes e 18 pacientes com 24 meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):527-534. (ISSN 2675-5610) dos Santos MM, de Melo TS, Simão CAB, Fischer RG, Vidigal Jr. GM. Procedimentos de preservação do rebordo alveolar: uma revisão integrativa da literatura sobre estudos clínicos randomizados controlados. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):539-542. (ISSN 2675-5610) Zon M, Costa BC, Tosato KAM, Dias ECLCM, Capato F. Fenótipo periodontal: classificação e relevância clínica. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):544-549. (ISSN 2675-5610) Moretti Jr. J, Bergamin AS, Munhoz AV, Moretti COI, da Silva JRB. Reconstrução óssea anterior com biomateriais heterógenos, enxertia conjuntiva e implante osseointegrado em uma única etapa cirúrgica, e finalização com restaurações em zircônia monolítica. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):550-553. (ISSN 2675-5610) Yanikian F, Olivieri KAN, Miranda ME, Turano LM. Microdureza, porosidade e rugosidade em resina acrílica termopolimerizada por um novo equipamento experimental. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):556-560. (ISSN 2675-5610) de Castro LF, Canhoni GC, Senisse CS, de Andrade AJCOS, de Castro EM, de Souza ET. Regeneração óssea guiada utilizando arcabouço de cimento ortopédico: relato preliminar de uma nova abordagem após seis meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):684-689. (ISSN 2675-5610) Nicchio N, Martins RCV, Vimercati B, Ramos UD, Marcantonio Jr. E, Frizzera F. Remoção de implante dentário osseointegrado mal posicionado e implantação imediata associada à enxertia óssea. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):692-695. (ISSN 2675-5610) Barolo JF, Coelho HRFC, Cotrim KC, Dias ECLCM. Fatores de risco para perfuração da membrana sinusal no procedimento de levantamento do assoalho do seio maxilar. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):698-703. (ISSN 2675-5610) de Freitas FQ, Matuda FS. Efeito da obesidade e da cirurgia bariátrica na saúde periodontal. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):706-710. (ISSN 2675-5610) Tomaz DCS, Souza MAR, Silva PGA, Silva MCG, Greghi DK, Vasques Jr. LCK, de Freitas R, de Araujo CRP. Uso racional de infraestruturas recobertas com porcelana feldspática na reabilitação oral extensa da arcada superior. Relato de caso clínico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):715-721. (ISSN 2675-5610) Salomão GVS, Santos FT, Ramos NC, dos Santos BB, Sendyk DI. Carga imediata em arco total no fluxo digital. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):724-729. (ISSN 2675-5610) Gil ACK, Marchiori AC, Maier KB, de Souza CF, da Cruz ACC, Benfatti CAM, Magrin GL. O uso de sinvastatina associado ao arcabouço de PLGA. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):892-898. (ISSN 2675-5610) Machado AM, de Oliveira IR, Alves WV, Ghiraldini B, Soares MAD, Monteiro CGJ, Casado PL. Técnica de tunelização para inserção de membrana e implante imediato para correção de fenestração gengival. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):899-903. (ISSN 2675-5610) Hochheim Neto R, Oliveira L, Maffezzolli J, Zielak JC, Leão MP. Uso de fração vascular estromal para reconstrução óssea e cerâmicas. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):906-912. (ISSN 2675-5610) Gomes GH, Moraes RF, Cruz LERN, Costa JRS, Valente LL, Martos J. Harmonização cirúrgica da assimetria periodontal em paciente com sorriso gengival decorrente de erupção passiva alterada. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):914-920. (ISSN 2675-5610) Quispe WPS, Zubizarreta EMQ, Martins S, de Araujo CRP, de Freitas F. Reabilitação oral estética e funcional em dissilicato de lítio, com técnica cut back modificada. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):925-930. (ISSN 2675-5610) de Carvalho BM, Oliveira HSFS, Viana SFA, Araújo JO, Paes M, Fioresi DB, Maia LB, Silva VC. Análise tridimensional da precisão dos modelos de gesso obtidos por diferentes técnicas de esplintagem em moldagens de próteses múltiplas implantossuportadas. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):933-939. (ISSN 2675-5610) Leia mais sobre:
- Revista ImplantNews 2025: atualize a sua biblioteca científica
Revista ImplantNews 2025: artigos científicos para mudar a sua prática clínica. A revista ImplantNews (ISSN 2675-5610) é a publicação referência para todos os profissionais da Reabilitação Oral sobre dentes e implantes no Brasil e filiada à ABEC (Associação Brasileira dos Editores Científicos). Em sua composição, além de colunas de opinião com renomeados pesquisadores e profissionais clínicos, entrevistas, e o passo a passo para resolver casos complexos, ela também apresenta artigos científicos em pesquisa básica e prática clínica. A partir do ano de 2025, a revista ImplantNews incorporou o DOI (Digital Object Identifier), que é o número de rastreabilidade digital com metadados, aos seus artigos científicos. Confira abaixo a lista do que foi publicado na revista ImplantNews em 2025 revista ImplantNews 2025- vol.10 - n.1 Costa BC, Tosato KAM, Zon M, Capato F, Dias ECLCM. Infiltração bacteriana na interface implante-pilar e suas possíveis vias: uma revisão da literatura científica. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):28-32. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.28-32.art Cambuy B, Passarinho M, Smanio JA, Lopes RO, Joia FA. Uso do corpo adiposo de Bichat para fechamento de tecido mole de fissura palatina bilateral e instalação de implantes pela técnica all-on-four. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):34-39. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.34-39.art de Moraes EJ, de Moraes LEB, Elbern NBM. Plástica cirúrgica gengival para prevenção de deiscências peri-implantares em zona estética através da zetaplastia: quatro relatos curtos de casos clínicos. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):41-46. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.41-46.art Gomes GH, Cruz LERN, Martos J. Hipersensibilidade dentinária derivada de recessões gengivais múltiplas tratadas por meio de duas técnicas de recobrimento radicular: 5,5 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):48-55. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.48-55.art Salles RG, Salles LFSF, dos Santos RBR, Barreto ALA, Barchetta NF. Resina com carga cerâmica impressa em 3D: relato sequencial de um caso clínico. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):56-59. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.56-59.art Pimentel W, Costa PP, Tiossi R. Uso de guia cirúrgico empilhável em reabilitação total implantossuportada mandibular. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):60-65. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.60-65.art Queiroz ND, Marcantonio E Jr, Coletti FL, Nascimento SCS, Scardueli C, Guandalini AC. Correção de implante dentário mal posicionado com uso de implante de zircônia e técnicas deregeneração óssea: relato de caso com 2 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):66-69. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.66-69.art Amaral GC, Sales PHH, Ribeiro ILH, da Paz ME, Miranda ME. Reabilitação oral com implantes zigomáticos em uma adolescente com displasia ectodérmica: Relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):70-73. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.70-73.art Silva AMO, Moraschini V, Sturzinger GPS, Shibli JA, Silva AMP, Louro RS. Planejamento digital para instalação de implantes dentários após reconstrução mandibular: um relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):74-77. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.74-77.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.2 Reghini DHD, de Almeida Jr. JC, Mukai E, Sesma N. Acurácia da instalação de implantes em cirurgia estática e por navegação dinâmica em edêntulos parciais: revisão sistemática. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):178-185. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.178.185.art dos Santos AM, Manfro R, de Souza PTR, Garcia GFF, Coura GS, de Rossi D, Formiga MC. Análise clínica de estabilidade primária de implantes com câmara de descompressão: comparação entre as arcadas. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):186-191. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.186-191.art de Amorim Jr. LA, Hiramatsu DA, da Silva EVF. Cicatrizadores personalizados em fluxo de trabalho digital – relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):192-197. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.192-197.art Pohlmann FS, Manfro R, Garcia GFF, Rosa M, de Macedo BESF. Uso de membranas de ácido polilático e poliglicólico no tratamento de alvéolos pós-exodontia com a tábua óssea vestibular comprometida – apresentação de três casos clínicos. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):198-204. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.198-204.art Tonelli H, Grohmann ILF, Taiete T. Uso de implante dentário imediato em região estética devido à fratura radicular e lesão periapical – relato de caso com oito meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):206-211. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.206-211.art Martins JA, Santos THM, Santos NC, Andere NMRB, Lima VCS, Pannuti CM, Lobo MM. Tratamento cirúrgico e não cirúrgico da fibromatose gengival hereditária com acompanhamento de 12 meses e seu impacto na qualidade de vida relacionada à saúde bucal: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):212-220. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.212-220.art Traczinski A, Sartori IAM. Proposta de fluxo digital para confecção de prótese maxilar implantossuportada cerâmica com base na prótese provisória: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):222-229. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.222-229.art Palin LP, Sousa IC, Monteiro NG, Batista FRS, Filho PNL, Okamoto R. Delivery de Vitamina D3 e seu impacto sobre a osseointegração: aspectos biomecânicos e da microarquitetura do osso reparacional. ImplantNews 2025 Mar-Abr;10(2):230-233. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.230-233.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.3 Guimarães Jr. VO, de Carvalho WR, Noritomi PY, Cavalcante LMA, Schneider LFJ, Moraes RCM. Análise por elementos finitos 3D das tensões geradas sobre uma barra implantossuportada em prótese do tipo cantilever. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):335-341. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.335-341.art Monteiro HCC, Rizzi SR, Monteiro GB. Granuloma piogênico: relato de caso e quatro anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):343-347. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.343-347.art Claus JDP, Almeida MS, Lopes HJC, Vasconcellos DK. Uso de implantes subperiosteais personalizados para reabilitação total da maxila após a falha de técnicas convencionais. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):350-356. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.350-356.art Guimarães TPC, de Miranda GLP, de Alvarenga OM, Vasconcellos WA, Discacciati JAC, Lanza MDS. Overdenture associada à prótese fixa na reabilitação de paciente parcialmente edêntulo – relato de caso após cinco anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):358-364. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.358-364.art Pimentel W, Almeida DCF, Moraschini V, Tiossi R. Planejamento digital e produção automatizada em clínica odontológica de restauração implantossuportada. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):366-370. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.366-370.art de Souza RV, Armond MNMM, Pereira Junior M, Jorge NG, Massuda CKM. Remoção de implante intrasinusal, reconstituição da membrana e enxertia óssea em um tempo cirúrgico: acompanhamento de 1 ano. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):372-377. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.372-377.art Massuda CKM, Carvalho MR, Armond MNMM, Pereira Júnior FM, Barbosa LC, Souza RV. Um guia impresso 3D para osteotomia e aumento no seio maxilar pela janela lateral: otimizandoresultados através do fluxo digital. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai- Jun;10(3):379-385. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.379-385.art Carvalho GD, Batista A. Tratamento multidisciplinar do incisivo lateral superior fusionado com dente supranumerário na adolescência: 7 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):388-390. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.388-390.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.4 Michels R, Zorzo G, Gil ACK, Maier KB, Benfatti CAM, Magini RS, Magrin GL. Eficácia dos enxertos de tecido mole e substitutos teciduais em procedimentos de recobrimento radicular: revisão da literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):476-488. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.476-488.art Bispo MS, Silva MM, Lima RF, Tiago NCR, Venâncio ELAM, Felix JC, Belluomini LB, Hasimoto L, Sidaoui JL, Peleteiro PVGC, Smanio JA, Lopes RO. Implantes de titânio e zircônia na reabilitação oral: um panorama geral das evidências científicas – revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):490-495. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.490-495.art Lima JHC, Pinheiro BFA, Robbs PCM, Elias CN. A importância da macrogeometria e da morfologia de superfície no sucesso a longo prazo de implantes osseointegráveis – estudo in vitro. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):496-550. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.496-500.art Gasparetto LC, Schneider LE, Aires AF, Carvalho TP, Schneider KCC, Smidt R. Análise tridimensional por elementos finitos da deflexão mandibular medial. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):502-506. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.502-506.art Machado AN, Montenegro A, Almeida CS, Miquilito DE, Rosalem GP, Ghiaraldini B, Soares MAD, Crescencio LR, Oliveira LV, Casado PL. Implante dentário imediato em área estética com enxerto de tecido conjuntivo e restauração provisória imediata: relato de caso após 6 meses. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):510-514. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.510-514.art Selvati SO, Tebaldi FD, Cotrim KC, Dias ECLCM. Tratamento de agenesia do incisivo lateral superior com cirurgia guiada e regeneração óssea guiada em paciente jovem: relato de caso clínico com 4 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):516-522. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.516-522.art Cardoso AP, Simão GVBC, Pires JT, Sá BCM, Calais CD, Javarini A, Skiba THI. Implante imediato com guia e provisório prototipados: relato de caso em área estética. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):524-528. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.524-528.art Barros LL, Urteaga VM, Salazar GB, Alberto W, Sá BCM, Skiba THI. Reconstrução óssea tridimensional em região posterior mandibular conforme a técnica de Khoury: 2 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):530-533. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.530-533.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.5 Tosato KAM, Zon M, Costa BC, Capato F, Dias ECLCM. Osseodensificação como opção de tratamento na região posterior da maxila. ImplantNews Reab Oral 2025 Set/Out;10(5):640-644. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.640-644.art Tiago NCR, Silva MM, Bispo MS, Lima RF, Venâncio ELAM, Felix JC, Belluomini LB, Hasimoto L, Sidaoui JL, Peleteiro PVC, Smanio JA, Lopes RO. Tratamento de agenesia dentária com implantes dentários em pacientes jovens: uma revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):646-648. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.646-648.art Garcia ALC, Cotrim KC, Dias ECLCM. Canalis sinuosus: importância anatômica e considerações para procedimentos cirúrgicos: revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):650-653. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.650-653.art Anna LRS, Silva VMP, Carneiro-Campos LE. Avaliação do índice de sobrevivência de implantes dentários imediatos em sítios infectados: revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):654-658. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.654-658.art Absy S, Casati CASP, Casati MZ, Pimentel SP, Corrêa MG, Marcello-Machado RM, Cirano FR. Tratamento estético do implante mal posicionado na área de incisivo lateral superior – relato de caso clínico com quatro anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):660-665. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.660-665.art Pelegrine AA, Carvalho PSP, Napimoga MH. Caracterização e avaliação do potencial de reparo ósseo de um novo biomaterial substituto ósseo: estudos in vitro e in vivo. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):666-673. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.666-673.art Neto ARS, Alves MEG, Ponzoni D, Carvalho PSP. Avaliação da estabilidade primária, torque de inserção e de remoção dos implantes Veloce®: estudo in vitro. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):674-679. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.674-679.art Morales LGS, Neto DS, Salmeron S. Avaliação do comportamento mecânico de pilares protéticos mini cônicos de diferentes diâmetros sob ciclagem mecânica: estudo laboratorial. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):680-685. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.680-685.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.6 Menezes, RARP. Vinte anos de utilização de hemoderivados na Periodontia e Implantodontia: revisão de escopo. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):770-3. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.770-773.art Saito LMR, Saliba MTA, Ferreira JPR, Saliba TA. Análise das características técnicas disponíveis sobre os conteúdos de implantodontia nas grades curriculares odontológicas brasileiras: estudo transversal. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):775-779. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.775-779.art Girardi GV, Hoppe L, Cericato L. Avaliação retrospectiva da sobrevivência de implantes dentários curtos e próteses associadas: follow-up de 1 a 16 anos. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):782-786. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.782-786.art Borba JPS, Quiroz-Zubizarreta EM, Araújo CRP, Freitas R. Reabilitação protética na arcada maxilar estreita com soluções personalizadas para implantes mal posicionados. 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ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):806-810. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.806-810.art Pimentel W, Soratto AL, Tiossi R. Reabilitação de pacientes idosos avançados edêntulos com auxílio do fluxo digital de trabalho: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov Dez;10(6):812-817. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.812-817.art Moraes EJ, Moraes LEB, Elbern NM. Cirurgia guiada modificada com slot lateral e carga imediata em implantes extra curtos para mandíbula atrófica: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov- Dez;10(6):818-822. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.818-822.art Leia mais sobre:
- Migração do implante dentário: isso é possível?
Migração do implante dentário: fora de posição e osseointegrado. Foto. I.A. Não existe uma casuística robusta, mas surgem os primeiros relatos de migrações de implantes dentários e que não perderam a osseointegração. Em termos simples, imagine uma tecla de piano que ficou presa para baixo e você não consegue mais aciona-la sem chamar o conserto. No piano acústico, o som continua. No piano digital, o som vai sumir. Por analogia, a boca é o piano acústico; ou seja, a posição do implante, ou melhor, da coroa protética, pede correção. Dentes x implantes: necessidade de controle eterno? Nossos dentes migram, ou melhor, mudam de posição? Sim. E por diversos motivos, especialmente nos casos de mobilidade aumentada, sobrecarga oclusal, doença periodontal ativa, perda óssea excessiva. Basta uma radiografia e o diagnóstico está feito. Além disso, o dente sai verticalmente de sua posição (extrusão)? Sim. Especialmente quando está ao lado de um implante dentário. Não porque “brigaram”, mas porque a extrusão dentária é fisiológica e contínua. A presença do implante ao lado do dente natural só ressalta esse fenômeno, algo que a gente jamais perceberia. A abertura do ponto de contato também é um fato registrado ao longo dos anos. E o implante dentário? Será que pode migrar? Parece absurdo, mas estamos chegando à constatação: a resposta por enquanto é um belo sim, e por motivos diferentes. Mas atenção: não estamos falando de migração para o seio maxilar, espaço pterigoide, espaço submandibular ou outras regiões anatômicas distintas já descritas na literatura. Como um implante dentário pode migrar sem perder a osseointegração? Existiria aposição/reabsorção óssea ao redor de implante dentário similar ao que acontece num dente natural, sob força não fisiológica constante? Abaixo, os relatos mais recentes. E por serem casos clínicos isolados, não têm relação de causa e efeito, mas são de grande interesse clínico. Migração espontânea significativa em osso de baixa densidade: 8 anos de acompanhamento Tsai et al. https://doi.org/10.1002/cap.70072 No primeiro relato, uma mulher de 53 anos de idade recebe um implante após a elevação do seio maxilar com enxertia de osso particulado, sendo estabilizado com 35Ncm de torque e ISQ 63. Após a comparação dos registros digitais (4 meses, 8 meses, 8 anos), o implante havia mudado 12 graus nos primeiros 4 meses e um pilar protético de 15 graus foi usado para corrigir a posição da prótese. A suposição é de que o implante, já em osso de baixa densidade, migrou antes da maturação do enxerto, mas não impediu uma osseointegração bem-sucedida. O valor ISQ final ficou em 68. Deslocamento do implante dentário osseointegrado na região estética vestibular e sem mobilidade: um relato clínico Xiang et al. https://doi.org/10.1111/jopr.70159 No segundo relato, um homem de 62 anos de idade recebe três implantes na região anterior da maxila com travamento final (torque) de 35Ncm em paralelo à regeneração óssea guiada. Com o passar dos anos, o implante na posição 21 fica levemente vestibularizado, mas sua coroa protética ainda se encontrava em posição. Treze anos depois, o implante "havia se mudado" um pouco mais para vestibular; entretanto, sem perder sua osseointegração. Como detectar a migração do implante dentário na clínica? Tomografia computadorizada de feixe cônico O primeiro exame, e hoje muito comum, é a tomografia computadorizada de feixe cônico. A comparação das imagens (cortes transversais) feitas em tempos diferentes podem indicar que os implantes estão “migrando”. O acesso/custo desse exame, o FOV (field of view, campo de visão), bem como a quantidade de radiação nos dias de hoje têm um controle melhor. Então, seus pacientes não terão tanta dificuldade em passar por essa etapa. Sobreposição de arquivos digitalizados O segundo exame é menos comum porque exige que você quebre a sua rotina e tenha um escâner a sua disposição, ou simplesmente peça socorro ao seu laboratório de prótese. Todavia, é tão importante quanto o primeiro: consiste na sobreposição dos arquivos digitais dos modelos de gesso. procure o modelo de gesso que contém os análogos dos implantes dentários faça você mesmo o escaneamento (ou peça ao laboratório) desmonte a prótese sobre implantes, realize a transferência dos implantes, crie um segundo modelo com análogos, faça um novo escaneamento ao final, sobreponha os arquivos pelos implantes que parecem mais estáveis, e compare a posição original com a nova posição do implante dentário suspeito de migração O controle oclusal é uma excelente opção? Por fim, precisamos usar as fitas (papel de articulação), especialmente quando nossos pacientes possuem dentes e implantes na mesma arcada ou na arcada antagonista. as capacidades de intrusão, tanto do dente quanto do implante, sob a força de compressão, são diferentes: os dentes intruem mais e melhor, enquanto os implantes intruem muito menos e pior o objetivo é proteger as coroas (e os implantes) da sobrecarga coloque o papel de articulação e peça ao seu paciente para fazer um fechamento leve as marcas devem aparecem sobre as coroas (superfícies oclusais) dos dentes, mas não sobre as coroas sobre implantes agora, peça ao seu paciente para apertar firme: as marcas devem aparecem sobre as coroas dos implantes repita o teste com uma fita de celofane: sob contato leve, a fita deve passar facilmente sobre a coroa implantossuportada. com o celofane em posição, peça novamente ao seu paciente para apertar; agora, a fita deve ficar presa Leia mais sobre assuntos relacionados clicando nas tags abaixo:












