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- Revista ImplantNews 2023: atualize a sua biblioteca científica
revista ImplantNews 2023: artigos científicos A revista ImplantNews (ISSN 2675-5610), filiada à ABEC, apresenta a lista de seus artigos cientígicos publicados em 2023. Aproveite para atualizar seus conhecimentos em prótese dentária, periodontia, implantodontia, e tecnologia digital: Frizzera F, Nicchio N, Barcelos A, Nicchio I, Vimercati B, Marcantonio Jr. E. Reabilitação oral com levantamento de seio maxilar e próteses implantossuportadas: relato de caso com três anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):24-30. (ISSN 2675-5610) Feltran GS, Barbosa TP, Bezerra FJ, Zambuzzi WF. Avaliação molecular dos mecanismos de bioestimulação utilizando ácido hialurônico e extrato de chá verde (Camellia Sinensis). ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):32-38. (ISSN 2675-5610) Lima GS, Hadad H, De Jesus LK, Santos AFP, Souza FA, de Carvalho PSP. Influência das técnicas de fresagem convencional, subfresagem, expansão óssea e osseodensificação em osso tipo III e IV na estabilidade inicial e contra-torque: estudo in vitro. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):40-46. (ISSN 2675-5610) Souza Junior GR, Formiga MC, Castanha D, Schuldt Filho G. Tratamento cirúrgico periodontal em paciente com hiperplasia gengival e hiperpigmentação melânica – relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):58-62. (ISSN 2675-5610) Stroparo JLO, Spada PP, Sukekava F, Gabardo MCL. Aumento de coroa estético em caso de erupção passiva com uso de oxigenoterapia pós-operatória. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):64-67. (ISSN 2675-5610) Otigara GB, Wagner MC. Aumento de coroa clínico estético associado ao uso de guia cirúrgico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):68-74. (ISSN 2675-5610) Rossi NR, Grangeiro MTV, Ricco P, Andreatta Filho OD, Paes Junior TJA, Matuda FS. Alternativas no manejo de tecidos moles para longevidade da saúde peri-implantar: revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):76-82. (ISSN 2675-5610) Contesini G, Hiramatsu DA, Fukuoka GL, Da Silva EVF. União de transferentes com resina bisacrílica para moldagem de implantes: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):92-97. (ISSN 2675-5610) Cremonese R, Zenker D, Freias M. Renovando a autoestima com facetas e.max IPS Press: relato de caso clínico da reabilitação estética. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):98-102. (ISSN 2675-5610) Bottino MA, Faria R, Viegas D, Saavedra G. Capítulo especial do Livro do IN 2022 – O potencial das ferramentas digitais na Implantodontia guiada e orientada. ImplantNews Reab Oral 2023;8(1):103-121. (ISSN 2675-5610) Veronesi GF, Silva LM, Manzi MR, Gomes MHG, Polo CI. Tecnologia e multidisciplinaridade a favor do sorriso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):170-177. (ISSN 2675-5610) Goetten G, Sotto-Maior BS, de Carvalho AM, Bonilha Neto RM, Couto KC. Comportamento biomecânico de implantes com conexão interna cônica, com angulações entre 11,5 e 16 graus na interface implante-pilar em prótese unitária – análise de elementos finitos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):180-187. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: uma reflexão sobre a “Qualidade dos Implantes Dentários”. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):188-192. (ISSN 2675-5610) Batistela LG, Macedo AO, Sant’Ana ACP, Zangrando MSR, Damante CA. Influência da fotobiomodulação na cicatrização após recobrimento radicular. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):204-211. (ISSN 2675-5610) Américo EMO, Zago PMW, Tognetti VM, Rovai ES. Reposicionamento labial cirúrgico em pacientes com aumento vertical da maxila. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):212-219. (ISSN 2675-5610) Alves BF, Aloise AC, Almeida BM, Filgueiras IAAAP, Buss LF, Magnabosco JL, Kotaka T, da Cunha MR, Teixeira ML, Pelegrine AA. Cirurgia de reposicionamento labial para a correção do sorriso gengival por meio da “muscle detachment technique”: uma nova abordagem cirúrgica. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):220-228. (ISSN 2675-5610) Alexandrino LD, Miranda ME, Meira IA, Duarte PPCN. Performance clínica de próteses fixas obtidas por CAD/CAM e técnica convencional. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):238-244. (ISSN 2675-5610) Nicchio N, Balderrama IF, Malzoni CMA, Gonçalves V, Marcantonio Jr. E. O uso da técnica de cirurgia guiada sem retalho para reabilitação oral com implantes dentários em área estética. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):246-252. (ISSN 2675-5610) Moretti Junior J, Moretti CI. Reabilitação funcional na zona estética através da substituição de implantes: combinando coroas de resina fotopolimerizáveis sobre copings de PEEK e facetas diretas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):254-259. (ISSN 2675-5610) Carrera ET, Vieira EAC, Vieira PGM. Projeção cirúrgica do mento por meio da técnica CPlus Surgery. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):268-271. (ISSN 2675-5610) Autran AR, Tedesco AD. Protocolo para uso da bandagem elástica no pós-operatório imediato da cirurgia de bichectomia. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):272-277. (ISSN 2675-5610) Portero PP, dos Santos MECA, Bucco Jr. RLS, Vieira FLD, da Rosa AJB. Rinoplastia não cirúrgica com ácido hialurônico – relato de caso e descrição da técnica. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):278-283. (ISSN 2675-5610) Alexandrino LG, Casagrande GE, Alves SGA, Marcantonio Jr. E. Manipulação de tecido mole peri implantar para resolução de ausência de tecido ceratinizado: descrição da técnica pré e pós-instalação de implantes dentários. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):334-340. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: a “hora” da carga imediata. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):344-348. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: dente extraído e implante colocado na zona estética, mas e as papilas? ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):352-356. (ISSN 2675-5610) Maluta R, Monteiro MF, Peruzzo DC, da Silva RVC, Joly JC. Tratamento de recessões gengivais múltiplas tratadas com retalho avançado coronalmente associado à matriz dérmica acelular xenógena ou enxerto de tecido conjuntivo. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):368-373. (ISSN 2675-5610) Mezoni MF, Nuernberg MAA. Manejo de tecido mole em área peri implantar. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):374-379. (ISSN 2675-5610) Teixeira KF, Macedo, de Souza-Pavani AP, Damante CA, Sant’Ana ACP, Zangrando MSR. Cirurgia plástica periodontal adjunta à biopsia no manejo tecidual de tumor odontogênico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):380-385. (ISSN 2675-5610) Andrade EC, Lacerda EJR, da Costa LM, Rezende NDJ, Rezende EAJ, Zancopé K. Modificando o perfil de emergência de uma prótese total fixa parafusada sobre implantes. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):394-398. (ISSN 2675-5610) Dias LMR, Miranda ME, Vitti RP, Brandt WC. Tensões em incisivo central superior restaurado com pinos intrarradiculares em PEEK e fibra de vidro durante a mastigação: análise in silico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):400-406. (ISSN 2675-5610) Souza ROA, da Silva NR, Bottino MA. Protocolos atuais para cimentação adesiva de próteses cerâmicas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):408-418. (ISSN 2675-5610) Carrera ET, Braga CA, Vieira EAC, Vieira PGM. Uso de hialuronidase em complicação tardia causada por ácido hialurônico em face. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):436-439. (ISSN 2675-5610) de Freitas AB, Rogerio V, Teixeira TG, de Borba PR, Rabelo V, Lora VRM. Nova conduta para o tratamento de eritema transitório na ponta nasal após preenchimento com ácido hialurônico. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):440-443. (ISSN 2675-5610) Cedran I, Barbosa JRA, Barbosa CMR. Comparação da eficiência entre peptídeo botulínico e microbotox. ImplantNews Reab Oral 2023;8(3):446-451. (ISSN 2675-5610) Rossetti PHO. 20 anos atrás na Implantodontia contemporânea: o dente extraído e os contornos do rebordo alveolar. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):506-510. (ISSN 2675-5610) Maia S, Muglia VA. A “teoria dos volumes”: possíveis fatores que controlam as relações entre tecidos moles e duros na Implantodontia. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):512-516. (ISSN 2675-5610) Zétola AL, Junior G, Zétola IZ. Implante de zircônia e regeneração óssea guiada em área estética: relato de caso com acompanhamento de cinco anos e nove meses. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):518-523. (ISSN 2675-5610) Mota PJ, da Silva BR, Lima DLF, Pereira CKK, Pereira SLS. Romã (Punica granatum Linn) no tratamento das inflamações gengivais associadas ao biofilme supragengival. Uma revisão integrativa da literatura. ImplantNews Reab Oral 2022;8(4):536-540. (ISSN 2675-5610) Cavallieri RS, Santos CA, Greghi SLA, Sant’Ana ACP, Damante CA, Zangrando MSR. Diagnóstico e tratamento de erupção passiva e ativa alteradas associado à laserterapia pós-operatória. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):542-548. (ISSN 2675-5610) Calefi MS, Carvalho G, Sementille MCC, Sant’Ana ACP, Damante CA, Zangrando MSR. Avaliação do uso do laser cirúrgico para fotocoagulação de áreas doadoras de enxertos gengivais: série de casos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):550-556. (ISSN 2675-5610) Caetano MG, Martins AA, Wandscher V. Reanatomização do sorriso através da técnica de resina composta fluida injetável em matriz de silicone transparente: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):564-571. (ISSN 2675-5610) Quissak BUT, da Silva JMD, Arcila LVC, León GA, Saavedra GSF. Do planejamento digital à execução na Implantodontia e reabilitação oral – parte II. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):574-579. (ISSN 2675-5610) Meira IA, Miranda ME, Alexandrino LD, Duarte PPCN. Resultados relatados pelos pacientes para o fluxo de trabalho digital versus analógico nas próteses fixas sobre dentes: uma revisão sistemática. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):582-590. (ISSN 2675-5610) Rebelatto MCK, Tiburski Jr. D. Revisão da literatura com relato clínico da utilização fração vascular estromal para mesoterapia a partir da bola de Bichat. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):602-608. (ISSN 2675-5610) Cortez FF, Simão S. Avaliação da eficácia do peeling de ácido tricloroacético a 20% no rejuvenescimento da região periorbital. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):610-618. (ISSN 2675-5610) Marcantonio E, Marques DO, Santos VBP, Luvizuto ER, Queiroz TP, Santos PL. Reposicionamento de cauda de sobrancelhas através do uso de fios espiculados de polidioxanona. ImplantNews Reab Oral 2023;8(4):620-625. (ISSN 2675-5610) Luiz J, Luiz JH, Sukekava F. Reabilitação de maxila posterior atrófica com osseodensificação antes dos implantes osseointegrados. Série de casos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):678-83. (ISSN 2675-5610). Lubiana AS, Machado MJ, Carvalho DD, de Oliveira QG, Nicchio N, Frizzera F. Expansão cirúrgica do rebordo alveolar por osseodensificação, regeneração tecidual guiada com implante fabricado por manufatura aditiva e cirurgia plástica periodontal na zona estética – relato de caso com dois anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):688-93. (ISSN 2675-5610) de Moraes EJ, de Moraes LEB, Elbern NBM. Implantes zigomáticos com próteses obturadoras: uma opção na reabilitação de casos complexos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):696-702. (ISSN 2675-5610) Martins EOB, Martins F, de Oliveira NNC, de Andrade LB, Silva ALSFG, Nascimento MN. Cirurgia estética gengival na região anterior: nova abordagem minimamente invasiva. ImplantNews Reab Oral 2022;8(5):718-25. (ISSN 2675-5610) Gusmão NA, Freitas IDP, Rodrigues DC. Reflexão sobre as concepções da nova classificação das doenças e condições periodontais: uma breve revisão da literatura. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):728-33. (ISSN 2675-5610) Cardoso RR, Azevedo MA, Rocha NAB, de Souza SLS, Pessoa RS, de Oliveira GJPL, Bezerra FJB. Efeito de um colutório contendo chá verde e ácido hialurônico sobre a saúde peri-implantar. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):734-8. (ISSN 2675-5610) Pimentel W, Tiossi R. Fluxo de trabalho digital cirúrgico e protético para coroas implantossuportadas unitárias. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):746-51. (ISSN 2675-5610) de Oliveira WS, Quissak BUT, da Cruz BS, Saavedra GDSFA, Bottino MA, Nogueira Jr. L. Fluxo de trabalho totalmente digital com restaurações 3D impressas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):752-8. (ISSN 2675-5610) de Sá SB, Jussiani EI, Andrello AC, Tiossi R, Joly JC. Análise da adaptação interna de pilares protéticos originais e multiplataformas sobre implantes. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):760-5. (ISSN 2675-5610) Antunes KB, da Silva TSM, Cavalcante LM. O uso da toxina botulínica para correção do sorriso gengival de paciente com hiperatividade de lábio. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):774-8. (ISSN 2675-5610) Salgado VE, Ramos VB, de Mello MS. Reabilitação oral estética com resina composta pela técnica direta. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):780-9. (ISSN 2675-5610) Libos IS. Microagulhamento, uma terapia que induz a produção de colágeno. ImplantNews Reab Oral 2023;8(5):790-7. (ISSN 2675-5610) Tomazi MA, Gerzson AS, Marinowic DR. Técnica minimamente invasiva de lateralização do nervo alveolar inferior (in-block): descrição, indicações e aspectos relevantes. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):848-856. (ISSN 2675-5610). Nishioka RS, Nishioka GNM, da Silva RR, Campos JF, Cintra TMF, Andreatta Filho DO. Implante dentário imediato na zona estética associado à técnica de retenção intencional do fragmento radicular: relato de caso com 8 meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):858-62. (ISSN 2675-5610) da Silva EVF, Stapani NPC, André LFM. O pilar protético híbrido: uma nova alternativa nas reabilitações implantossuportadas. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):864-9. (ISSN 2675-5610) da Mota DG, da Silveira ILC, Souza ACD. Correção da erupção passiva alterada combinando osteoplastia, osteotomia e preenchimento labial: resultados clínicos após 1 ano de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):882-6. (ISSN 2675-5610) Businari TC, Dutra TP, Ruiz KGS, Sallum EA, Casati MZ, Casarin RCV. Tratamento da peri-implantite combinando estratégias cirúrgicas e não cirúrgicas: 18 meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):888-95. (ISSN 2675-5610) da Silva BC, Guinho BB, da Silva DAC, Cota ETOT, Lima IS, de Macedo MEB, do Rêgo MEF, de França TRT. Relação entre a tireoidite de Hashimoto e as doenças periodontais. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):896-901. (ISSN 2675-5610) Pires M, Lee HJ, Coró V, Uhlendorf Y. Restabelecimento da DVO numa prótese total fixa sobre implantes preservando a infraestrutura metálica de 5 anos de uso: acompanhamento de um ano e seis meses. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):910-9. (ISSN 2675-5610) Schmidt MCB, Santos RKN, Eustáquio I, Gebrin FL, Cavalcante LM, Schneider LF. Placa miorrelaxante oclusal impressa 3D para controle do bruxismo do sono: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):920-6. (ISSN 2675-5610) Troiano M, Blanco R, Troiano I. Uso da prótese total fixa/híbrida sobre implantes fabricada em PEEK como alternativa terapêutica estética e funcional nos tratamentos ressectivos mandibulares oncológicos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):928-35. (ISSN 2675-5610) Marques DO, Santos PL, Santos VBP, de Oliveira AC, Margonar R, Queiroz TP. Uso da tecnologia digital no planejamento da rinomodelação. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):946-53. (ISSN 2675-5610) Caracci MC, da Rosa AJB, Portero PP. Cirurgia de bichectomia – relato de caso clínico com acompanhamento de dez anos. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):954-9. (ISSN 2675-5610) Marcondes Filho E, Carrera ET, Vieira EAC, Vieira PGM. Ácido poli-l-láctico para rejuvenescimento facial na prática em consultório – revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2023;8(6):960-6. (ISSN 2675-5610) Leia mais sobre:
- Revista ImplantNews 2024: atualize a sua biblioteca científica
revista ImplantNews 2024: lista de artigos publicados A revista ImplantNews (ISSN 2675-5610), filiada à ABEC desde 2025, apresenta sua lista de artigos científicos publicados em 2024, envolvendo as áreas de Prótese Dentária, Periodontia, Implantodontia, e Tecnologia Aplicada. Aproveite para atualizar a sua monografia ou fazer um trabalho de conclusão de curso com os artigos que fazem a diferença na sua prática clínica: Aguiar DC, Lima MEM, Ferreira Neto MD, Dias KSP. Regeneração alveolar e tecidual com enxerto xenogênico e implante imediato após exodontia do canino superior anquilosado: relato de caso com um ano de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):27-32. (ISSN 2675-5610) Michaels R, Magrin GL, Magini RS, Benfatti CAM. Associação de membrana colágena, fibrina rica em plaquetas (PRF) e implante imediato para ROG na região mandibular posterior. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):34-9. (ISSN 2675-5610) Santiago LR, Zangrando MSR, Damante CA, Sant´Ana AP. Abordagens cirúrgicas e não cirúrgicas para a reconstrução de papilas. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):40-4. (ISSN 2675-5610) Arena GC, Santos DLP, Marinho BD, Santos MPM, Monnazzi MS, Hochuli-Vieira E. Estudo clínico da regeneração guiada com membrana de polidioxanona (PDO) intencionalmente exposta em alvéolos dentais pós exodontia. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):46-51. (ISSN 2675-5610) Casarini CM, Pimentel W, Oliveira FR, Bottino MA, Borges ALS, Ramos NC. Avaliação biomecânica de um novo pilar cônico: EsthetiOne. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):54-7. (ISSN 2675-5610) Faria R, Amaral JBL, Souza AS. O papel essencial do planejamento protético na cirurgia guiada para implantes dentários: chave para o sucesso clínico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(1):58-65. (ISSN 2675-5610) Andrade GRD, Melo TS. Utilização de alinhadores ortodônticos para obtenção de espaço entre raízes convergentes na região estética e instalação de implante dentário estreito. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):189-193. (ISSN 2675-5610) Santos LR, Salomão MS. Instalação de implante dentário imediato com regeneração óssea guiada após exodontia atraumática de molar mandibular com fratura radicular. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):196-201 (ISSN 2675-5610) Luiz JH, Luiz J, Pegoraro RH, Sukekava F. Uso de matrizes de colágeno tridimensionais para recobrimento radicular múltiplo bilateral. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):202-205. (ISSN 2675-5610) Cavezzi GO, Cavezzi Jr. O. L-PRF no manejo de fístulas oroantrais tardias pós-extração dentária: relato de caso com um ano de acompanhamento clínico e tomografia computadorizada de feixe cônico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):206-211. (ISSN 2675-5610) Flores SMA, Vivanco RG, Freitas R, Araujo CRP. Alternativa viável para transferência e registro para realização de prótese total fixa parafusada em carga imediata. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):212-217. (ISSN 2675-5610) Forgerini G, Crozeta R, Frazosi N, Melga S, Philippi A. O passo a passo do escaneamento data exchange sob isolamento absoluto – como e por quê. ImplantNews Reab Oral 2024;9(2):218-222. (ISSN 2675-5610) Salviano SH, Santos PGP, Amorim JC, Carvalho JJ, Ciambarella BT, Pedrazzi MT, Brum IS. Personalização do cicatrizador pós-exodontia de um elemento dentário com trinca radicular associado ao manejo tecidual na regeneração óssea guiada: relato de caso com três anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):354-357. (ISSN 2675-5610) André LFM, Santos TM, Stapani NPC, Aluvino RMO, Santos GA, Silva EVF. Uso de dois tempos cirúrgicos, biomateriais e implante dentário na preservação do alvéolo molar mandibular pós-exodontia por fratura radicular. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):358-362. (ISSN 2675-5610) Santana WM, Capeletti LR, Silva AFM, Teixeira MFBMA. Tratamento regenerativo de peri-implantite – acompanhamento de quatro anos. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):364-368. (ISSN 2675-5610) Nascimento TAM, Souza RF, Coelho Jr. JA. Tratamento periodontal em paciente diabético associando terapia periodontal básica ao oxigênio ativo. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):370-373. (ISSN 2675-5610) Quiroz-Zubizarreta E, Ruiz HK, Araujo MAR, Araujo CRP, Freitas R. A importância do planejamento reverso na reabilitação oral implantodentosssuportada com a confecção de provisórios e guia cirúrgico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):376-381. (ISSN 2675-5610) Silva PGA, Silva MCG, Tomaz DCS, Souza MAR, Greghi DK, Vasques Jr. LCK, Freitas R, Araujo CRP. Uso de nova técnica combinada na confecção de restaurações em dissilicato de lítio. ImplantNews Reab Oral 2024;9(3):384-389. (ISSN 2675-5610) Canedo SL, Oliveira HFF, Hadad H, Souza FA, de Carvalho PSP. Reações teciduais aos materiais de sutura no plano muscular de ratos. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):522-525. (ISSN 2675-5610) Berti A, Tedesco A, Grossi JRA. Implantes dentários extralongos extrasinusais em osso zigomático utilizando perfuração ultrassônica: série de casos com 46 implantes e 18 pacientes com 24 meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):527-534. (ISSN 2675-5610) dos Santos MM, de Melo TS, Simão CAB, Fischer RG, Vidigal Jr. GM. Procedimentos de preservação do rebordo alveolar: uma revisão integrativa da literatura sobre estudos clínicos randomizados controlados. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):539-542. (ISSN 2675-5610) Zon M, Costa BC, Tosato KAM, Dias ECLCM, Capato F. Fenótipo periodontal: classificação e relevância clínica. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):544-549. (ISSN 2675-5610) Moretti Jr. J, Bergamin AS, Munhoz AV, Moretti COI, da Silva JRB. Reconstrução óssea anterior com biomateriais heterógenos, enxertia conjuntiva e implante osseointegrado em uma única etapa cirúrgica, e finalização com restaurações em zircônia monolítica. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):550-553. (ISSN 2675-5610) Yanikian F, Olivieri KAN, Miranda ME, Turano LM. Microdureza, porosidade e rugosidade em resina acrílica termopolimerizada por um novo equipamento experimental. ImplantNews Reab Oral 2024;9(4):556-560. (ISSN 2675-5610) de Castro LF, Canhoni GC, Senisse CS, de Andrade AJCOS, de Castro EM, de Souza ET. Regeneração óssea guiada utilizando arcabouço de cimento ortopédico: relato preliminar de uma nova abordagem após seis meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):684-689. (ISSN 2675-5610) Nicchio N, Martins RCV, Vimercati B, Ramos UD, Marcantonio Jr. E, Frizzera F. Remoção de implante dentário osseointegrado mal posicionado e implantação imediata associada à enxertia óssea. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):692-695. (ISSN 2675-5610) Barolo JF, Coelho HRFC, Cotrim KC, Dias ECLCM. Fatores de risco para perfuração da membrana sinusal no procedimento de levantamento do assoalho do seio maxilar. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):698-703. (ISSN 2675-5610) de Freitas FQ, Matuda FS. Efeito da obesidade e da cirurgia bariátrica na saúde periodontal. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):706-710. (ISSN 2675-5610) Tomaz DCS, Souza MAR, Silva PGA, Silva MCG, Greghi DK, Vasques Jr. LCK, de Freitas R, de Araujo CRP. Uso racional de infraestruturas recobertas com porcelana feldspática na reabilitação oral extensa da arcada superior. Relato de caso clínico. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):715-721. (ISSN 2675-5610) Salomão GVS, Santos FT, Ramos NC, dos Santos BB, Sendyk DI. Carga imediata em arco total no fluxo digital. ImplantNews Reab Oral 2024;9(5):724-729. (ISSN 2675-5610) Gil ACK, Marchiori AC, Maier KB, de Souza CF, da Cruz ACC, Benfatti CAM, Magrin GL. O uso de sinvastatina associado ao arcabouço de PLGA. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):892-898. (ISSN 2675-5610) Machado AM, de Oliveira IR, Alves WV, Ghiraldini B, Soares MAD, Monteiro CGJ, Casado PL. Técnica de tunelização para inserção de membrana e implante imediato para correção de fenestração gengival. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):899-903. (ISSN 2675-5610) Hochheim Neto R, Oliveira L, Maffezzolli J, Zielak JC, Leão MP. Uso de fração vascular estromal para reconstrução óssea e cerâmicas. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):906-912. (ISSN 2675-5610) Gomes GH, Moraes RF, Cruz LERN, Costa JRS, Valente LL, Martos J. Harmonização cirúrgica da assimetria periodontal em paciente com sorriso gengival decorrente de erupção passiva alterada. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):914-920. (ISSN 2675-5610) Quispe WPS, Zubizarreta EMQ, Martins S, de Araujo CRP, de Freitas F. Reabilitação oral estética e funcional em dissilicato de lítio, com técnica cut back modificada. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):925-930. (ISSN 2675-5610) de Carvalho BM, Oliveira HSFS, Viana SFA, Araújo JO, Paes M, Fioresi DB, Maia LB, Silva VC. Análise tridimensional da precisão dos modelos de gesso obtidos por diferentes técnicas de esplintagem em moldagens de próteses múltiplas implantossuportadas. ImplantNews Reab Oral 2024;9(6):933-939. (ISSN 2675-5610) Leia mais sobre:
- Revista ImplantNews 2025: atualize a sua biblioteca científica
Revista ImplantNews 2025: artigos científicos para mudar a sua prática clínica. A revista ImplantNews (ISSN 2675-5610) é a publicação referência para todos os profissionais da Reabilitação Oral sobre dentes e implantes no Brasil e filiada à ABEC (Associação Brasileira dos Editores Científicos). Em sua composição, além de colunas de opinião com renomeados pesquisadores e profissionais clínicos, entrevistas, e o passo a passo para resolver casos complexos, ela também apresenta artigos científicos em pesquisa básica e prática clínica. A partir do ano de 2025, a revista ImplantNews incorporou o DOI (Digital Object Identifier), que é o número de rastreabilidade digital com metadados, aos seus artigos científicos. Confira abaixo a lista do que foi publicado na revista ImplantNews em 2025 revista ImplantNews 2025- vol.10 - n.1 Costa BC, Tosato KAM, Zon M, Capato F, Dias ECLCM. Infiltração bacteriana na interface implante-pilar e suas possíveis vias: uma revisão da literatura científica. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):28-32. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.28-32.art Cambuy B, Passarinho M, Smanio JA, Lopes RO, Joia FA. Uso do corpo adiposo de Bichat para fechamento de tecido mole de fissura palatina bilateral e instalação de implantes pela técnica all-on-four. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):34-39. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.34-39.art de Moraes EJ, de Moraes LEB, Elbern NBM. Plástica cirúrgica gengival para prevenção de deiscências peri-implantares em zona estética através da zetaplastia: quatro relatos curtos de casos clínicos. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):41-46. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.41-46.art Gomes GH, Cruz LERN, Martos J. Hipersensibilidade dentinária derivada de recessões gengivais múltiplas tratadas por meio de duas técnicas de recobrimento radicular: 5,5 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):48-55. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.48-55.art Salles RG, Salles LFSF, dos Santos RBR, Barreto ALA, Barchetta NF. Resina com carga cerâmica impressa em 3D: relato sequencial de um caso clínico. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):56-59. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.56-59.art Pimentel W, Costa PP, Tiossi R. Uso de guia cirúrgico empilhável em reabilitação total implantossuportada mandibular. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):60-65. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.60-65.art Queiroz ND, Marcantonio E Jr, Coletti FL, Nascimento SCS, Scardueli C, Guandalini AC. Correção de implante dentário mal posicionado com uso de implante de zircônia e técnicas deregeneração óssea: relato de caso com 2 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):66-69. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.66-69.art Amaral GC, Sales PHH, Ribeiro ILH, da Paz ME, Miranda ME. Reabilitação oral com implantes zigomáticos em uma adolescente com displasia ectodérmica: Relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):70-73. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.70-73.art Silva AMO, Moraschini V, Sturzinger GPS, Shibli JA, Silva AMP, Louro RS. Planejamento digital para instalação de implantes dentários após reconstrução mandibular: um relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Jan-Fev;10(1):74-77. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.1.25.74-77.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.2 Reghini DHD, de Almeida Jr. JC, Mukai E, Sesma N. Acurácia da instalação de implantes em cirurgia estática e por navegação dinâmica em edêntulos parciais: revisão sistemática. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):178-185. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.178.185.art dos Santos AM, Manfro R, de Souza PTR, Garcia GFF, Coura GS, de Rossi D, Formiga MC. Análise clínica de estabilidade primária de implantes com câmara de descompressão: comparação entre as arcadas. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):186-191. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.186-191.art de Amorim Jr. LA, Hiramatsu DA, da Silva EVF. Cicatrizadores personalizados em fluxo de trabalho digital – relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):192-197. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.192-197.art Pohlmann FS, Manfro R, Garcia GFF, Rosa M, de Macedo BESF. Uso de membranas de ácido polilático e poliglicólico no tratamento de alvéolos pós-exodontia com a tábua óssea vestibular comprometida – apresentação de três casos clínicos. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):198-204. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.198-204.art Tonelli H, Grohmann ILF, Taiete T. Uso de implante dentário imediato em região estética devido à fratura radicular e lesão periapical – relato de caso com oito meses de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):206-211. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.206-211.art Martins JA, Santos THM, Santos NC, Andere NMRB, Lima VCS, Pannuti CM, Lobo MM. Tratamento cirúrgico e não cirúrgico da fibromatose gengival hereditária com acompanhamento de 12 meses e seu impacto na qualidade de vida relacionada à saúde bucal: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):212-220. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.212-220.art Traczinski A, Sartori IAM. Proposta de fluxo digital para confecção de prótese maxilar implantossuportada cerâmica com base na prótese provisória: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Mar-Abr;10(2):222-229. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.222-229.art Palin LP, Sousa IC, Monteiro NG, Batista FRS, Filho PNL, Okamoto R. Delivery de Vitamina D3 e seu impacto sobre a osseointegração: aspectos biomecânicos e da microarquitetura do osso reparacional. ImplantNews 2025 Mar-Abr;10(2):230-233. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.2.25.230-233.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.3 Guimarães Jr. VO, de Carvalho WR, Noritomi PY, Cavalcante LMA, Schneider LFJ, Moraes RCM. Análise por elementos finitos 3D das tensões geradas sobre uma barra implantossuportada em prótese do tipo cantilever. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):335-341. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.335-341.art Monteiro HCC, Rizzi SR, Monteiro GB. Granuloma piogênico: relato de caso e quatro anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):343-347. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.343-347.art Claus JDP, Almeida MS, Lopes HJC, Vasconcellos DK. Uso de implantes subperiosteais personalizados para reabilitação total da maxila após a falha de técnicas convencionais. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):350-356. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.350-356.art Guimarães TPC, de Miranda GLP, de Alvarenga OM, Vasconcellos WA, Discacciati JAC, Lanza MDS. Overdenture associada à prótese fixa na reabilitação de paciente parcialmente edêntulo – relato de caso após cinco anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):358-364. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.358-364.art Pimentel W, Almeida DCF, Moraschini V, Tiossi R. Planejamento digital e produção automatizada em clínica odontológica de restauração implantossuportada. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):366-370. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.366-370.art de Souza RV, Armond MNMM, Pereira Junior M, Jorge NG, Massuda CKM. Remoção de implante intrasinusal, reconstituição da membrana e enxertia óssea em um tempo cirúrgico: acompanhamento de 1 ano. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):372-377. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.372-377.art Massuda CKM, Carvalho MR, Armond MNMM, Pereira Júnior FM, Barbosa LC, Souza RV. Um guia impresso 3D para osteotomia e aumento no seio maxilar pela janela lateral: otimizandoresultados através do fluxo digital. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai- Jun;10(3):379-385. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.379-385.art Carvalho GD, Batista A. Tratamento multidisciplinar do incisivo lateral superior fusionado com dente supranumerário na adolescência: 7 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Mai-Jun;10(3):388-390. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.3.25.388-390.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.4 Michels R, Zorzo G, Gil ACK, Maier KB, Benfatti CAM, Magini RS, Magrin GL. Eficácia dos enxertos de tecido mole e substitutos teciduais em procedimentos de recobrimento radicular: revisão da literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):476-488. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.476-488.art Bispo MS, Silva MM, Lima RF, Tiago NCR, Venâncio ELAM, Felix JC, Belluomini LB, Hasimoto L, Sidaoui JL, Peleteiro PVGC, Smanio JA, Lopes RO. Implantes de titânio e zircônia na reabilitação oral: um panorama geral das evidências científicas – revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):490-495. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.490-495.art Lima JHC, Pinheiro BFA, Robbs PCM, Elias CN. A importância da macrogeometria e da morfologia de superfície no sucesso a longo prazo de implantes osseointegráveis – estudo in vitro. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):496-550. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.496-500.art Gasparetto LC, Schneider LE, Aires AF, Carvalho TP, Schneider KCC, Smidt R. Análise tridimensional por elementos finitos da deflexão mandibular medial. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):502-506. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.502-506.art Machado AN, Montenegro A, Almeida CS, Miquilito DE, Rosalem GP, Ghiaraldini B, Soares MAD, Crescencio LR, Oliveira LV, Casado PL. Implante dentário imediato em área estética com enxerto de tecido conjuntivo e restauração provisória imediata: relato de caso após 6 meses. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):510-514. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.510-514.art Selvati SO, Tebaldi FD, Cotrim KC, Dias ECLCM. Tratamento de agenesia do incisivo lateral superior com cirurgia guiada e regeneração óssea guiada em paciente jovem: relato de caso clínico com 4 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):516-522. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.516-522.art Cardoso AP, Simão GVBC, Pires JT, Sá BCM, Calais CD, Javarini A, Skiba THI. Implante imediato com guia e provisório prototipados: relato de caso em área estética. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):524-528. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.524-528.art Barros LL, Urteaga VM, Salazar GB, Alberto W, Sá BCM, Skiba THI. Reconstrução óssea tridimensional em região posterior mandibular conforme a técnica de Khoury: 2 anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Jul-Ago;10(4):530-533. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.4.25.530-533.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.5 Tosato KAM, Zon M, Costa BC, Capato F, Dias ECLCM. Osseodensificação como opção de tratamento na região posterior da maxila. ImplantNews Reab Oral 2025 Set/Out;10(5):640-644. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.640-644.art Tiago NCR, Silva MM, Bispo MS, Lima RF, Venâncio ELAM, Felix JC, Belluomini LB, Hasimoto L, Sidaoui JL, Peleteiro PVC, Smanio JA, Lopes RO. Tratamento de agenesia dentária com implantes dentários em pacientes jovens: uma revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):646-648. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.646-648.art Garcia ALC, Cotrim KC, Dias ECLCM. Canalis sinuosus: importância anatômica e considerações para procedimentos cirúrgicos: revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):650-653. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.650-653.art Anna LRS, Silva VMP, Carneiro-Campos LE. Avaliação do índice de sobrevivência de implantes dentários imediatos em sítios infectados: revisão de literatura. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):654-658. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.654-658.art Absy S, Casati CASP, Casati MZ, Pimentel SP, Corrêa MG, Marcello-Machado RM, Cirano FR. Tratamento estético do implante mal posicionado na área de incisivo lateral superior – relato de caso clínico com quatro anos de acompanhamento. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):660-665. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.660-665.art Pelegrine AA, Carvalho PSP, Napimoga MH. Caracterização e avaliação do potencial de reparo ósseo de um novo biomaterial substituto ósseo: estudos in vitro e in vivo. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):666-673. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.666-673.art Neto ARS, Alves MEG, Ponzoni D, Carvalho PSP. Avaliação da estabilidade primária, torque de inserção e de remoção dos implantes Veloce®: estudo in vitro. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):674-679. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.674-679.art Morales LGS, Neto DS, Salmeron S. Avaliação do comportamento mecânico de pilares protéticos mini cônicos de diferentes diâmetros sob ciclagem mecânica: estudo laboratorial. ImplantNews Reab Oral 2025 Set-Out;10(5):680-685. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.5.25.680-685.art revista ImplantNews 2025 - vol.10 - n.6 Menezes, RARP. Vinte anos de utilização de hemoderivados na Periodontia e Implantodontia: revisão de escopo. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):770-3. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.770-773.art Saito LMR, Saliba MTA, Ferreira JPR, Saliba TA. Análise das características técnicas disponíveis sobre os conteúdos de implantodontia nas grades curriculares odontológicas brasileiras: estudo transversal. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):775-779. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.775-779.art Girardi GV, Hoppe L, Cericato L. Avaliação retrospectiva da sobrevivência de implantes dentários curtos e próteses associadas: follow-up de 1 a 16 anos. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):782-786. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.782-786.art Borba JPS, Quiroz-Zubizarreta EM, Araújo CRP, Freitas R. Reabilitação protética na arcada maxilar estreita com soluções personalizadas para implantes mal posicionados. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):788-793. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.788-793.art Poletto AC, Fosquierea EC, Lyra LAOP, Sukekava F, Ferla LEA. Paracoccidioidomicose com manifestações em tecidos periodontais: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov Dez;10(6)794-797. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.794-797.art Bonafé ACF, Rossato A, Mathias Santamaria IF, Capeletti LR, Santamaria MP, Nunes MP. Aumento do fenótipo do tecido mole peri-implantar em área previamente acometida por peri-implantite: relato de caso com acompanhamento de três anos. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):798-805. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.798-805.art Moreira Junior C, Pereira TC, Pereira GM, Conceição SP, Saavedra GSFA, Bacigalupo JCC. Estratégias digitais para restaurações indiretas em ambientes de trabalho desafiadores – relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov-Dez;10(6):806-810. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.806-810.art Pimentel W, Soratto AL, Tiossi R. Reabilitação de pacientes idosos avançados edêntulos com auxílio do fluxo digital de trabalho: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov Dez;10(6):812-817. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.812-817.art Moraes EJ, Moraes LEB, Elbern NM. Cirurgia guiada modificada com slot lateral e carga imediata em implantes extra curtos para mandíbula atrófica: relato de caso. ImplantNews Reab Oral 2025 Nov- Dez;10(6):818-822. https://doi.org/10.71440/2675-5610.10.6.25.818-822.art Leia mais sobre:
- Migração do implante dentário: isso é possível?
Migração do implante dentário: fora de posição e osseointegrado. Foto. I.A. Não existe uma casuística robusta, mas surgem os primeiros relatos de migrações de implantes dentários e que não perderam a osseointegração. Em termos simples, imagine uma tecla de piano que ficou presa para baixo e você não consegue mais aciona-la sem chamar o conserto. No piano acústico, o som continua. No piano digital, o som vai sumir. Por analogia, a boca é o piano acústico; ou seja, a posição do implante, ou melhor, da coroa protética, pede correção. Dentes x implantes: necessidade de controle eterno? Nossos dentes migram, ou melhor, mudam de posição? Sim. E por diversos motivos, especialmente nos casos de mobilidade aumentada, sobrecarga oclusal, doença periodontal ativa, perda óssea excessiva. Basta uma radiografia e o diagnóstico está feito. Além disso, o dente sai verticalmente de sua posição (extrusão)? Sim. Especialmente quando está ao lado de um implante dentário. Não porque “brigaram”, mas porque a extrusão dentária é fisiológica e contínua. A presença do implante ao lado do dente natural só ressalta esse fenômeno, algo que a gente jamais perceberia. A abertura do ponto de contato também é um fato registrado ao longo dos anos. E o implante dentário? Será que pode migrar? Parece absurdo, mas estamos chegando à constatação: a resposta por enquanto é um belo sim, e por motivos diferentes. Mas atenção: não estamos falando de migração para o seio maxilar, espaço pterigoide, espaço submandibular ou outras regiões anatômicas distintas já descritas na literatura. Como um implante dentário pode migrar sem perder a osseointegração? Existiria aposição/reabsorção óssea ao redor de implante dentário similar ao que acontece num dente natural, sob força não fisiológica constante? Abaixo, os relatos mais recentes. E por serem casos clínicos isolados, não têm relação de causa e efeito, mas são de grande interesse clínico. Migração espontânea significativa em osso de baixa densidade: 8 anos de acompanhamento Tsai et al. https://doi.org/10.1002/cap.70072 No primeiro relato, uma mulher de 53 anos de idade recebe um implante após a elevação do seio maxilar com enxertia de osso particulado, sendo estabilizado com 35Ncm de torque e ISQ 63. Após a comparação dos registros digitais (4 meses, 8 meses, 8 anos), o implante havia mudado 12 graus nos primeiros 4 meses e um pilar protético de 15 graus foi usado para corrigir a posição da prótese. A suposição é de que o implante, já em osso de baixa densidade, migrou antes da maturação do enxerto, mas não impediu uma osseointegração bem-sucedida. O valor ISQ final ficou em 68. Deslocamento do implante dentário osseointegrado na região estética vestibular e sem mobilidade: um relato clínico Xiang et al. https://doi.org/10.1111/jopr.70159 No segundo relato, um homem de 62 anos de idade recebe três implantes na região anterior da maxila com travamento final (torque) de 35Ncm em paralelo à regeneração óssea guiada. Com o passar dos anos, o implante na posição 21 fica levemente vestibularizado, mas sua coroa protética ainda se encontrava em posição. Treze anos depois, o implante "havia se mudado" um pouco mais para vestibular; entretanto, sem perder sua osseointegração. Como detectar a migração do implante dentário na clínica? Tomografia computadorizada de feixe cônico O primeiro exame, e hoje muito comum, é a tomografia computadorizada de feixe cônico. A comparação das imagens (cortes transversais) feitas em tempos diferentes podem indicar que os implantes estão “migrando”. O acesso/custo desse exame, o FOV (field of view, campo de visão), bem como a quantidade de radiação nos dias de hoje têm um controle melhor. Então, seus pacientes não terão tanta dificuldade em passar por essa etapa. Sobreposição de arquivos digitalizados O segundo exame é menos comum porque exige que você quebre a sua rotina e tenha um escâner a sua disposição, ou simplesmente peça socorro ao seu laboratório de prótese. Todavia, é tão importante quanto o primeiro: consiste na sobreposição dos arquivos digitais dos modelos de gesso. procure o modelo de gesso que contém os análogos dos implantes dentários faça você mesmo o escaneamento (ou peça ao laboratório) desmonte a prótese sobre implantes, realize a transferência dos implantes, crie um segundo modelo com análogos, faça um novo escaneamento ao final, sobreponha os arquivos pelos implantes que parecem mais estáveis, e compare a posição original com a nova posição do implante dentário suspeito de migração O controle oclusal é uma excelente opção? Por fim, precisamos usar as fitas (papel de articulação), especialmente quando nossos pacientes possuem dentes e implantes na mesma arcada ou na arcada antagonista. as capacidades de intrusão, tanto do dente quanto do implante, sob a força de compressão, são diferentes: os dentes intruem mais e melhor, enquanto os implantes intruem muito menos e pior o objetivo é proteger as coroas (e os implantes) da sobrecarga coloque o papel de articulação e peça ao seu paciente para fazer um fechamento leve as marcas devem aparecem sobre as coroas (superfícies oclusais) dos dentes, mas não sobre as coroas sobre implantes agora, peça ao seu paciente para apertar firme: as marcas devem aparecem sobre as coroas dos implantes repita o teste com uma fita de celofane: sob contato leve, a fita deve passar facilmente sobre a coroa implantossuportada. com o celofane em posição, peça novamente ao seu paciente para apertar; agora, a fita deve ficar presa Leia mais sobre assuntos relacionados clicando nas tags abaixo:
- Sorriso novo: Botox, preenchedores, cirurgia?
Dia Mundial do Sorriso: Botox, preenchedores, ou cirurgias? Foto. I.A. Na Odontologia, a construção do sorriso vai além dos dentes: ela também envolve os lábios e as gengivas. Funciona como um quadro: sem uma bela moldura (vermelha e rosada), é pouco provável que os dentes (brancos) ganhem naturalidade. Mas existe uma situação problemática e impeditiva para que você dê aquele sorriso: é a exposição exagerada da gengiva, conhecida como sorriso gengival (gengivoso), uma queixa estética comum. Os dentes podem estar perfeitos, mas se o nível do lábio não estiver em harmonia com a linha de sorriso...pronto, já é motivo para não sorrir. O tratamento ideal de um "sorriso gengivoso" depende diretamente da causa do problema e do perfil de cada paciente. Aproveitando o Dia Mundial do Sorriso, confira as opções, o que a revisão mais recente diz sobre o sorriso gengival, e 12 sugestões de artigos clínicos em português para atualizar a sua biblioteca. Tudo isso em menos de 5 minutos! O que é o sorriso gengival (gengivoso)? É quando temos mais de 3 mm de gengiva à mostra durante o sorriso, um valor que costuma ser considerado esteticamente desagradável. Faça você mesmo o teste: fique na frente do espelho, dê um sorriso de felicidade. Em seguida, coloque a ponta branca (algodão) do cotonete encostando na linha do lábio. Agora, marque com um lápis na parte branca que encosta na gengiva. Faça a medida com uma régua e descubra o seu tipo de sorriso. Quais são as causas do sorriso gengival? lábio superior sobe demais ao sorrirmos. Ele é hiperativo e está presente em mais de 85% dos casos erupção passiva alterada: o dente "aparece" pouco e a gengiva cobre parte da coroa lábio curto: comprimento do lábio superior é menor que o ideal excesso vertical de maxila: crescimento ósseo acentuado da arcada superior hiperplasia gengival e extrusão dentoalveolar: excesso de gengiva ou posicionamento mais coronal dos dentes Reposicionamento labial: a cirurgia clássica A cirurgia de reposicionamento labial foi descrita em 1973 e adaptada para a Odontologia em 2006. O método consiste em remover uma faixa de mucosa na região interna do lábio superior e reposicioná-lo mais abaixo, limitando a sua elevação durante o sorriso. Os resultados clínicos mostram uma redução média de 2 a 3 mm na exposição gengival, com alta satisfação dos pacientes. É uma opção cirúrgica relativamente simples, indicada principalmente para quem tem lábio hiperativo, sem excesso ósseo significativo. Modificações da cirurgia: incisão, laser e miotomia A técnica original ganhou várias versões, cada uma com objetivos específicos: posição da incisão (coronal e apical): a escolha do local do corte influencia o grau de reposicionamento e a cicatrização; cirurgia assistida por laser (diodo e érbio): permite corte mais preciso, menos sangramento e pós-operatório mais confortável; miotomia: a liberação ou contenção das fibras musculares do lábio. As versões modificadas com miotomia mostram melhores resultados e menor recidiva ao longo do tempo. Técnicas avançadas de sutura e fechamento O detalhe do fechamento também evoluiu. As técnicas modernas incluem: suturas periosteais e suspensórias: ancoram o lábio em tecidos mais profundos e estáveis sutura em dupla camada: reforça a cicatrização e reduz o risco de deiscência uso de fios de poliéster: mais resistentes e previsíveis técnicas que preservam o frênulo: evitam alterações na movimentação do lábio plastia dupla em M-V: redesenha o contorno do tecido reposicionamento do lábio direcionado por dente: individualiza a correção para a região com mais exposição Toxina botulínica: alívio sem corte A toxina botulínica (o famoso Botox) é a principal opção que não envolve a cirurgia. Ela age relaxando temporariamente o lábio superior hiperativo, reduzindo a elevação excessiva durante o sorriso. É um tratamento adjuvante, ou seja, pode ser usada isoladamente ou em combinação com a cirurgia, e seu efeito é temporário, exigindo reaplicações. O momento ideal de aplicação e a estabilidade dos resultados em longo prazo ainda são perguntas a serem respondidas. Na prática, é uma excelente alternativa para quem quer um resultado rápido, reversível e sem procedimento cirúrgico. Preenchedores: ácido hialurônico ou PMMA? Os preenchedores são ferramentas da harmonização facial, mas é preciso cuidado ao aplicá-los ao sorriso gengival. Com relação ao ácido hialurônico, a evidência é limitada, e o uso do produto na região se concentra mais no contorno labial e no suporte facial do que na correção da exposição do sorriso em si. Por outro lado, o PMMA (polimetilmetacrilato) é uma técnica alternativa dentro do arsenal de tratamento do sorriso gengival. Diferentemente dos preenchedores reabsorvíveis, o PMMA é um material de preenchimento definitivo, e seu uso nesse contexto está associado a abordagens que buscam modificar o contorno e o suporte do lábio de forma duradoura, limitando a elevação excessiva ao sorriso. Entretanto, o PMMA, fios, e o transplante de gordura ainda carecem de evidências robustas e de estudos de longo prazo, o que reforça a recomendação de que a escolha entre Botox, cirurgia, ácido hialurônico ou PMMA seja feita caso a caso, por um especialista em harmonização orofacial, com base na causa exata do sorriso gengival. Onde posso encontrar artigos sobre terapias de reposicionamento labial? Pessoa TJL, Freitas RS, Iida AC, Beck PT. Liberação do músculo depressor do septo nasal para tratamento do sorriso gengival. ImplantNews 2010;7(6):777-783. Lacerda E JR, Lacerda HM. Encurtamento do músculo depressor do septo nasal para redução do sorriso gengival. PerioNews 2011;5(3):243-248. Storrer CLM, Deliberador TM, Villabona CA, Zago A, Teixeira Neto A, de Oliveira ND; Rigo Jr D, Santos FR Recontorno gengival e reposicionamento labial cirúrgico para tratamento do sorriso gengival: resultados após um ano. ImplantNewsPerio 2016;1(5):973-980. Vasconcelos GB, de Melo JGA, Soares DM. Reposicionamento labial como opção de tratamento para o sorriso gengival: um enfoque na técnica cirúrgica. ImplantNewsPerio 2019;4(2):356. de Carvalho LF, de Carvalho AM, Carvalho LP, Fernandes A, Francischone AC. Correção do sorriso gengival através de reposicionamento labial e cirurgia de aumento de coroa clínica. ImplantNewsPerio 2019;4(2):361. Alves BF, Aloise AC, Almeida BM, Filgueiras IAAAP, Buss LF, Magnabosco JL, Kotaka T, da Cunha MR, Teixeira ML, Pelegrine AA. Cirurgia de reposicionamento labial para a correção do sorriso gengival por meio da "muscule detachment technique": uma nova abordagem cirúrgica. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):220-228. Américo EMO, Zago PMW, Tognetti VM, Rovai ES. Reposicionamento labial cirúrgico em pacientes com aumento vertical da maxila. ImplantNews Reab Oral 2023;8(2):212-219. O uso da toxina botulínica como adjuvante no tratamento do sorriso gengival e das assimetrias labiais: série de casos. FACE 2019;1(1):46-58. Procedimentos mucogengivais para correção do sorriso gengival: relato de caso. FACE 2019;1(1):84-93. Técnica simplificada para tratamento de sorriso gengival com onatoxinabotulínica A. FACE 2019;1(3):382-386. Toxina botulínica associada à gengivoplastia na Harmonização Orofacial do sorriso gengival. FACE 2019;1(4):464-470. Gengivoplastia com laser cirúrgico associado à toxina botulínica na correção do sorriso gengival. FACE 2021;3(1):36-43. Leia mais sobre:
- Per-Ingvar Brånemark: memória viva
Capa do livro 60 Anos da Osseointegração de Brånemark, lançado pela VM Cultural Editora. Homenagem ao mestre Brånemark: o Brasil na frente mais uma vez Certamente, há poucos lugares no mundo que honram a memória de Per-Ingvar Brånemark. O principal deles é o Brasil. Melhor, esse lugar se traduz na voz de uma editora, a VM Cultural, comandada pelo seu Publisher, Haroldo Vieira. Além disso, esse médico ortopedista sueco também foi um dos responsáveis por reunir o grupo de professores e editores que deram origem à revista ImplantNews Com esse livro histórico, a VM Cultural representa milhares de brasileiros e brasileiras, incluindo dentistas e pacientes, que se beneficiaram dessa técnica de cirurgia e prótese ao longo dos anos, aclamada popularmente como protocolo Brånemark. Melhor: não se trata apenas de um livro científico - claro, há inserções específicas quando pertinentes - mas também de um resgate cultural para profissionais que amam ou ministram suas aulas sobre implante dentário. Em resumo, é o material definitivo para preservar a memória das gerações passadas e inspirar as gerações de futuros implantodontistas. Brånemark: finalmente, em ordem cronológica Através de um trabalho espetacular de coleta de informações em tempo recorde, todo dentista (Implantodontista ou não) finalmente vai conhecer, em ordem cronológica, a história da Osseointegração contemporânea, dentre acertos e tropeços, como tudo o que se faz na vida. Per-Ingvar Brånemark teve laços muito fortes na terra descoberta por Pedro Álvares Cabral. Idealizou seu instituto, atendeu pacientes, formou gerações, atraiu o que havia de melhor em tecnologia para dar qualidade de vida aos que mais precisavam. Essa homenagem de mais de 320 páginas é singular porque vai além dos 60 anos oficiais (1965-2025): traz fatos e fotos inusitados de suas passagens pelos quatros cantos do mundo, incluindo o nosso Brasil, sua segunda residência. Essa leitura se mescla às conjunturas geopolíticas de todas as épocas - um aspecto vital para compreender o contexto - e apresenta as pessoas (profissionais, empresas) que contribuíram para que o implante dentário se tornasse um dos recursos terapêuticos mais acessíveis da Odontologia. Com muita honra, uma iniciativa jamais realizada, e com todo orgulho, feita aqui no Brasil. Boas leituras! 60 Anos da Osseointegração de Brånemark, 320 páginas, VM Cultural Editora Ltda. Ficha técnica: 60 anos da Osseointegração de PI Brånemark Paulo Rossetti, João de Andrade Neto, Inahiá Castro sobrecapa & capa dura com relevo metálico papel couché 320 páginas 20,5 x 27,5 cm 1a edição, São Paulo, VM Cultural Editora Ltda., 2026 ISBN 978-85-64763-28-5 SUMÁRIO Muito além da descoberta O protagonismo de uma revolução Empresas protagonistas da nova Implantodontia Expediente Conselho consultivo do projeto Prefácio – por Ivete Aparecida de Mattias Sartori Apresentação – por Paulo Henrique Orlato Rossetti PERÍODO 1 — 1965-1979 — A ORIGEM DE UMA REVOLUÇÃO SILENCIOSA 1952: o mundo em reconstrução e a ciência à beira de uma revolução silenciosa Da menacanita ao titânio: dois séculos de tentativas e persistência científica Per-Ingvar Brånemark: o olhar que mudou a Odontologia O paciente que mudou a história O que veio depois de Gösta Larsson Todos contra Brånemark: os anos em que a Osseointegração quase foi silenciada A volta por cima: o protocolo conquista a Suécia A união de mentes brilhantes Os implantes dentários além de P-I Brånemark Do torno manual à indústria Enquanto o mundo questionava os implantes, P-I Brånemark já dava aula PERÍODO 2 — 1980-1994 — GLOBALIZAÇÃO E PIONEIRISMO 1980: a Osseointegração deixa o laboratório para conquistar o mundo Toronto: a capital mundial da Osseointegração em 1982 Enfim, a indústria da Implantodontia Para onde caminhava a Osseointegração? A Osseointegração desembarca no Brasil Os pioneiros da Osseointegração brasileira O início da promissora indústria brasileira da Implantodontia O nascimento oficial da Implantodontia A Osseointegração muito além dos dentes Quando uma descoberta deixa de ter dono PERÍODO 3 — 1995-2009 — O PROTAGONISMO BRASILEIRO 1995: o mundo muda, e a Implantodontia também Quando P-I Brånemark descobriu o Brasil Novos limites para a Osseointegração O Brasil aprende a pesquisar Brasil, a nova casa de P-I Brånemark Instituto Brånemark: um sonho para o futuro Os 40 anos da Osseointegração: por que o Brasil? A Osseointegração ganha voz e palco no Brasil Da importação à indústria nacional: o Brasil vira protagonista Brasil: uma voz na elite da Osseointegração mundial PERÍODO 4 — 2010-2025 — MUITO ALÉM DO IMPLANTE 2010: bem-vindo à era digital A Implantodontia na era digital Ciência: como ficam os conceitos biológicos? Erro: um impulso para o desenvolvimento da Osseointegração Osseointegração: o tamanho da uma revolução Enfim, o mercado global da Implantodontia Educação continuada: o conhecimento viaja sozinho Implantodontia: muito mais do que uma especialidade A última entrevista para o Brasil O mundo se despede do gênio da Osseointegração Barbro Brånemark, sempre ao lado de P-I A Osseointegração ainda existe? Tomas Albrektsson, Maurício Araújo, Adriano Piattelli, Jamil Shibli, Paulo Rossetti, Carlos Alberto Dotto Um mergulho na história da Osseointegração Acesso às Referências bibliográficas Para adquirir o seu exemplar: Telefone: +55 11 2168-3400 falecom@vmcom.com.br Siga nas redes sociais: @vmcomoficial Site oficial Leia mais sobre:
- Comunicação científica: os seis pecados mortais
Comunicação científica: evitando os seis pecados mortais. A comunicação científica é a etapa posterior à aceitação do seu trabalho. Além disso, essa fase assume formatos diferentes: artigo, capítulo de livro, painel, ou apresentação oral. Além de constarem no seu currículo, todas são importantes e uma forma de divulgar anos de investigações na sua linha de pesquisa. Entretanto, é justamente na fase da divulgação científica que todos os envolvidos, por falta de conhecimento ou motivo de força maior, esquecem de continuar essa jornada: fazer a peregrinação com essa informação. Entenda: as notificações que você recebe todos os dias são feitas por agências de publicidade que usam sistemas gerenciando milhares de informações todos os dias em programas de computador dedicados (e que custam uma boa soma financeira). Por outro lado, você, como pesquisador(a), cientista, professor(a) ou instrutor(a), é o seu próprio “exército de um homem só”, sem tempo e sem todos os recursos comentados acima. Sua contribuição científica merece o obscurantismo? Claro que não. Então, afaste-se da ilusão de que tudo está imediatamente disponível e efetivamente comunicado nos meios digitais. Mãos na massa porque essa discussão vai além dos registros feitos no seu currículo Lattes. Para evitar esses “pecados mortais”, confira as seis sugestões abaixo: 1. Escrevi um livro/capítulo de livro e o material sai apenas na versão impressa Mídias impressas (revistas ou livros) constituem “produtos de cauda longa”, ou seja, vai levar um bom tempo (1-2 anos) para que sejam compradas. Além disso, o que garante que o seu capítulo será o primeiro a ser lido? Os hábitos de leitura de mídia física são extremamente variados: alguns folheiam todas as páginas primeiro buscando por imagens relevantes, outros consultam o índice geral, e por fim muita gente vai ao índice remissivo de assuntos/autores. Não existe um padrão universal. Ainda, as editoras especializadas em ciência, além de fazerem parte de um nicho especializado e específico, possuem catálogos variados e não são capazes de dar conta de tudo mesmo prestando serviços profissionais. A festa de lançamento do seu livro (se houver) é apenas uma gotinha de comunicação. Sem trabalho contínuo, seu livro se perderá nesse oceano ou será descoberto depois de muito tempo. Nessas situações, primeiro, você precisa trabalhar o seu “kit de mídia” mínimo com três itens: - capa do livro - primeira página do seu capítulo - link para compra/acesso ao livro que tem o seu capítulo Esse “kit de mídia” fica disponível nas editoras ou você mesmo pode fazer usando recursos do seu celular e/ou a famosa função “Print Screen” no seu teclado. O recado aqui é “mexa-se para ser visto, não aguarde que outras pessoas tomem a providência por você.” Nos casos em que há uma aula programada em congressos ou workshops, é fundamental ter pelo menos um ou dois slides onde essa mídia kit aparece ou existe um QRCode que pode ser fotografado para que a plateia tenha acesso ao endereço eletrônico onde o livro original se hospeda. Além disso, é fundamental conferir se o seu livro (ou o capítulo que você escreveu) está em algum estande do congresso que você dará aula. Caso contrário, corrija a estratégia. O último recurso é levar com você uma cópia (nem que seja o kit de mídia digital) para mostrar que você continua ativo nesse mundo. 2. Meu artigo/capítulo está exposto no formato online: é suficiente na comunicação científica? Não. Embora as editoras coloquem a página com os metadados (incluindo os identificadores DOI), isto não significa que o seu trabalho será descoberto automaticamente, e tampouco que o texto completo está gratuito online, já que diversas editoras usam ferramentas de paywall (acesso pago via assinatura de um pacote ou por download individual). 3. As revistas enviam os alertas dos conteúdos por e-mails. É suficiente? Não. Abrir a caixa de e-mail não é um hábito tão forte, nos dias de hoje, quanto usar as redes sociais. Apenas editores-científicos o fazem de rotina e por motivo de ofício. Além disso, alguns formatos HTML dentro dos e-mails marketing não se autoajustam (responsividade) às telas dos celulares, e sempre existe o risco de o link vir quebrado (a famosa página de Erro 404 que não leva ao destino correto). 4. O link do meu artigo está nas redes sociais. É suficiente? Não e também depende em qual delas. Já percebeu que os algoritmos distribuem conteúdo em função de acessos repetidos e você pode estar vendo mais do mesmo? Entretanto, se você tiver uma lista de transmissão, fica mais simples dar reforço usando o tradicional “copiar e colar o link” além da vantagem de saber quem visualizou e/ou abriu a sua mensagem. Outro ponto de atenção são as palavras-chave: nem sempre as que mais aparecem nas redes sociais são as que comunicam o teor do seu trabalho científico. Por exemplo, nas redes sociais, as pessoas buscam primeiro por "dentes do siso" do que pelos "terceiros molares". 5. Ligar para os pares científicos ou enviar o PDF do artigo publicado? Opte pela segunda opção. É melhor enviar o PDF primeiro e dar reforço depois. O aviso corre o risco de se perder ao longo do dia, além do seu amigo(a) ter que descobrir onde está publicado o seu artigo. Claro, se o PDF não estiver disponível gratuitamente, o link é o seu recurso final. Agora, não existe situação melhor do que ficar cara a cara (em qualquer tipo de sala de aula) e expor o seu trabalho científico, especialmente quando aluno(a)s tomam contato pela primeira vez com assuntos que podem mudar completamente a forma como tratamos nossos pacientes. 6. Esperar que a sua editora do coração faça todo o trabalho sozinha Aqui reside um dos maiores causadores (inconscientes) de atritos. Isso não vai acontecer. Há diversos livros e revistas científicas a serem divulgadas o ano todo, e as editoras não possuem recursos financeiros infinitos. Além disso, o seu artigo ou capítulo entra numa fila gigantesca. Mesmo que algumas editoras contratem "influencers especialistas nessas questões", ainda leva um bom tempo para que a leitura do seu capítulo seja feita e os comentários postados nas redes sociais. Leia mais sobre:
- A altura (e o material) da sua prótese unitária sobre implante
Três coroas unitárias sobre implantes com alturas diferentes e cantilever fixo. A biomecânica nas próteses sobre implantes continua um assunto fascinante. Aproveite para ler um artigo especial aqui no blog sobre o uso de Ti-bases curtos e longos. Nessa linha, o que aconteceria se um cantilever fixo (12mm) fosse colocado? Haveria chance de algum material se comportar melhor que o outro? Prótese unitária sobre implante: altura e material No trabalho mais recente, os pesquisadores investigaram a carga de fratura de estruturas fabricadas por tecnologias emergentes de manufatura aditiva (impressão 3D) e subtrativa (fresagem CAD/CAM): TR (resina aditiva comercial): uma resina de impressão 3D disponível comercialmente, indicada para próteses fixas definitivas. SA (resina aditiva experimental): uma formulação experimental desenvolvida para testar novos limites de resistência na manufatura aditiva. BR (compósito polimérico de alto impacto): um material fresado via CAD/CAM, conhecido por sua alta tenacidade e resistência mecânica. Os grupos tinham três alturas específicas: 7 mm, 11 mm e 15 mm. Além disso, um Ti base de 4,5mm de diâmetro foi utilizado fazendo como que todas as amostras ficassem cimentadas. Para simular as condições clínicas de uso prolongado, a equipe submeteu metade das amostras a um processo de envelhecimento artificial. Em seguida, todos os espécimes passaram por um teste de carga compressiva até a fratura em uma máquina de ensaios universal. Desempenho dos materiais por altura Ao analisar a carga de fratura final, o compósito fresado (BR) apresentou o melhor desempenho geral. Nos espécimes de 11 mm não envelhecidos, o BR alcançou os maiores valores de resistência. Em contraste, a resina comercial TR registrou os menores valores de carga de fratura nos espécimes de 15 mm. A relação entre altura e resistência Um ponto de destaque refere-se à relação entre altura e resistência. Para a resina experimental SA e o compósito BR, a altura de 15 mm resultou em valores de carga de fratura significativamente maiores do que a altura de 7 mm. Isso sugere que o maior volume de material contribui diretamente para a integridade estrutural dessas resinas específicas. Por outro lado, quanto à faixa de força mastigatória molar humana, o material BR manteve-se consistente. Já as resinas aditivas (TR e SA) com apenas 7 mm de altura ficaram abaixo do limite mínimo necessário, indicando um risco elevado de fratura em regiões de carga elevada. Efeito do envelhecimento O envelhecimento mecânico teve um impacto surpreendentemente limitado. Apenas o grupo compósito BR com 11 mm de altura apresentou uma redução estatisticamente significativa após os ciclos de carga. Para os demais grupos e materiais, o envelhecimento não alterou de forma drástica a resistência final, sugerindo uma boa estabilidade química e mecânica das resinas testadas ao longo do tempo simulado. O que isso significa na prática clínica Os achados desse estudo, mesmo que laboratoriais, podem oferecem algumas diretrizes para o planejamento de próteses unitárias sobre implante com cantilever: resinas aditivas (TR e SA): o dentista deve garantir uma altura mínima de 11 mm para o corpo da prótese ao utilizar estas resinas em cantiléveres na região molar. Projetos com apenas 7 mm de altura não oferecem segurança biomecânica suficiente para suportar os esforços mastigatórios nessa área. compósito fresado (BR): este material demonstrou ser a opção mais robusta. O clínico pode utilizá-lo com segurança mesmo em situações de espaço interoclusal reduzido (7 mm), pois ele mantém cargas de fratura compatíveis com a função molar. localização da prótese unitária sobre implante: Em regiões de pré-molares ou em casos sem cantilever, onde as forças são naturalmente menores, alturas reduzidas podem ser viáveis para todos os materiais. Contudo, o cantilever exige rigor na seleção da espessura do material. Leia mais sobre:
- Revisão de literatura: modelo grátis
Revisão de literatura: checklist necessário e modelo grátis para usar. Porque fazer uma revisão de literatura? Pela quantidade e tipos de estudos que existem e para entender qual é a situação do assunto A ou B. Existem diversas formas de fazer uma revisão de literatura: algumas são mais simples, outras são mais extensas. Fato 1: a revisão de literatura é uma narração temporal Fomos treinados para fazer revisões de literatura que são narradas, ou seja, reunimos os artigos e construímos um texto contínuo, dividido por tópicos, sem nos preocuparmos com os vieses comuns em todos os artigos. Mas, todas as vezes em que precisarmos analisar em maior detalhe as evidências disponíveis, o modelo de revisão sistemática, aquele que tenta sintetizar todos os fatos com uma frase, ou muitas vezes com um número (meta-análise), é o que talvez nos forneça uma visão mais ampla. Ele não é definitivo, mas pode responder diversas perguntas. Fato 2: em nenhuma (ou poucas) vezes, fomos treinados para criarmos revisões sistemáticas Os itens para fazer uma revisão sistemática são conhecidos. Bastaria praticar sob orientação? Sim, e mais tarde, pedir para alguém que já fez uma revisão desta natureza correr os olhos. Revisão de literatura modelo grátis: pegue o seu! Para os que desejam começar, há um modelo gratuito em formato de arquivo para Word (.docx) no final deste post. E para completar a informação, uma revisão sistemática original em arquivo PDF, que usa diversas das ferramentas descritas no modelo gratuito. Aproveite para se desenvolver com a revisão de literatura modelo grátis e tirar suas próprias conclusões! Leia mais sobre:
- Fraturas na zircônia monolítica: o cerco se fecha?
Fraturas na zircônia monolítica: o cerco se fecha? Foto: I.A. A saga das fraturas na zircônia monolítica sobre implantes continua. No estudo mais recente, pesquisadores sugerem que realmente podem haver limites mínimos para a altura da prótese e o tamanho do cantiléver, tanto na maxila quanto na mandíbula. Afinal, a "regra do 80-10" seria uma boa pedida? Aproveite 3 minutos do seu tempo para tomar um café e ler o resumo abaixo. É importante já que ele pode salvar você de futuras dores de cabeça. Qual era o propósito desse estudo? Verificar a taxa de sobrevivência e as complicações em 140 próteses totais implantossuportadas feitas em zircônia monolítica. Qual o tempo de acompanhamento da zircônia monolítica? entre 1 e 8 anos (média de 3 anos) levantamento retrospectivo O que havia como amostra? Quais os materiais utilizados? 140 maxilares totalmente edêntulos 4 a 8 implantes em cada paciente confecção através do fluxo digital 4 marcas de zircônia monolítica 3Y-TZP ou multicamadas bases de titânio como pilares em alguns casos micro recobrimento estético na região gengival 5 dentistas diferentes no processo Quais eram os desfechos primários? taxas de sucesso e sobrevivência Quais eram os desfechos secundários? área de superfície transversal (altura x largura) altura (espaço protético) Porque esses desfechos importavam? Tentativa de relacionar as dimensões da zircônia monolítica com as taxas de sucesso e sobrevivência Resultados 6 fraturas em 140 próteses totais monolíticas de zircônia taxa de sobrevivência geral: 95.7% taxa de falhas: 4,29% 3 fraturas na maxila, 3 fraturas na mandíbula Na maxila, qual foi o comportamento biomecânico? as próteses que não fraturaram tinham 80,5 mm2 de área transversal, ao passo que os casos de fratura ocorreram com 62,5 mm2 de área de secção essa diferença foi estatisticamente significativa (p < 0,001) o espaço protético (altura) nas próteses que não fraturaram era de 10,58 mm, diferente dos 9 mm nos casos de fraturas, e mais uma vez a diferença foi significativa (p = 0,018) Na mandíbula, qual foi o comportamento biomecânico? as próteses que não fraturaram tinham 79,4 mm2 de área, enquanto as com fratura chegavam aos 54 mm2, com a diferença sendo estatisticamente significativa (p < 0,001) o espaço protético (altura) nas próteses que não fraturaram era de 11,89 mm, diferente dos 9,55 mm nos casos de fraturas, e mais uma vez a diferença foi significativa (p < 0,001). Quais são as duas principais conclusões? dentro das limitações desse estudo, a área de secção transversal na região dos conectores deve ter pelo menos 80 mm2, bem como a altura deve ficar acima dos 10 mm quando a prótese sobre zircônia monolítica for desenhada no computador (CAD/CAM) para garantir resistência contra fraturas ainda, parece razoável deixar o comprimento do cantiléver, tanto na maxila quanto na mandíbula, em 10 mm Além do estudo: porque isso impacta na sua prática clínica? próteses feitas em zircônia monolítica não podem ser soldadas em caso de falha catastrófica, regressando os pacientes á fase de próteses totais provisórias sobre implantes próteses totais feitas em zircônia monolítica não toleram bem distorções ou tensão no momento de serem aparafusadas os custos associados às próteses totais sobre implantes dentários são maiores, especialmente quando a zircônia monolítica é preferida em relação à liga metálica revestida por resina acrílica e dentes artificiais a prevenção das possíveis fraturas é real e se encontra na possibilidade de desenhar esse tipo de prótese no computador (CAD/CAM) junto do laboratório que fornece esses serviços o protótipo em resina acrílica é obrigatório e deve ser usado antes da peça definitiva em zircônia ser instalada os índices de verificação (posição dos implantes na boca x no modelo de gesso) também são obrigatórios quando falamos em próteses sobre implantes de natureza monolítica Leia mais sobre zircônia monolítica nos links abaixo:
- best of Labline yearbook 4.0
Capa: best of Labline 4.0 - Santos Publicações O best of Labline yearbook 4.0 , publicado no ano 2020, cercado por excelentes conteúdos clínicos. Não deixe de conferir o vídeo no link abaixo: Entrevista: Pascal Magne, e sua filosofia ultraconservadora Reabilitação dentogengival: o passo a passo, desde a análise da dimensão vertical, suporte labial, e a necessidade da flange na restauração metalocerâmica definitiva sobre implantes. Beleza e função na resina composta: como desenvolver o trabalho com o material crea.lign, superando as dificuldades num paciente de 30 anos de idade, com diastemas na linha estética. A cor está nos detalhes: a utilização do eLABor_aid para analisar as cores nas regiões cervical, corpo e incisal. Odontologia restauradora: como a escolha da cor é necessária antes, durante e depois em casos complexos de reabilitação envolvendo Periodontia, Prótese e Implantodontia. Ver e interpretar - a restauração unitária: a escolha da cor no incisivo central superior, pela utilização do eLABor_aid Cuide do substrato: independente do desenho final da restauração (parcial ou total), o substrato merece o mesmo carinho. Aqui, os detalhes mais importantes. Abordagem estética minimamente invasiva: aumento da DVO, enceramento diagnóstico digital, modelo alveolar, e as facetas finalmente em posição. Senhorita Ana Lopez: o que fazer quando a paciente não está satisfeita com suas facetas, e ainda solicita uma resposta em dez dias? Transformação total: um paciente de 32 anos de idade, com incisivo lateral conoide, diastemas na zona estética, e o desgaste generalizado nas bordas incisais, recebendo vários designs reabilitadores Integração da Restauração Protética: a técnica BOPT aplicada no caso de um paciente idoso Cimentação segura de facetas: demonstração de uso do kit veneer ME
- Fraturas na zircônia monolítica: surge o fator de segurança
Zircônia monolítica: fatores de segurança. Foto. I.A. Todo cuidado é pouco quando lidamos com porcelanas na Odontologia. A zircônia monolítica é um óxido cerâmico que não tem sua matriz vítrea. São nanopartículas compactadas intimamente sobre partículas, conferindo-lhe alta resistência. Não há uma liga metálica, não há a chance de reduzir a peça, de fazer um reparo por soldagem. Fraturou, começa tudo de novo. Certo, mas existe o mecanismo de tenacificação que pode salvar a zircônia monolítica de uma falha catastrófica. Sim. O ponto é que ninguém nessa profissão sabe se a zircônia deveria ser apenas (puramente) monolítica ou receber uma camada de porcelana feldspática, em quais regiões e com quais espessuras. Aqui, a literatura é vasta (casos clínicos com diversas proposições) e sem conclusões. A zircônia monolítica como prótese total na maxila e na mandíbula Ela tem sido usada como material de uma prótese total sobre implantes. A infraestrutura é feita para ser cimentada sobre pilares de titânio e depois fica aparafusada aos componentes. Entretanto, pacientes que usam próteses totais apenas na maxila ou na mandíbula geram uma distância intermaxilar com a arcada antagonista, que varia conforme o grau de reabsorção óssea e a qualidade/quantidade das próteses já utilizadas. Essa distância permite ou restringe as dimensões da futura reconstrução protética O formato da infraestrutura: barra retangular? A partir do momento que uma prótese total é construída sobre implantes dentários, normalmente, a região palatina é removida (um desejo antigo de pacientes e profissionais). Agora, do ponto de vista estrutural, a prótese total assume a configuração de uma prótese parcial fixa extensa, e possivelmente fica sujeita às fórmulas da engenharia para a deformação /deflexão de uma barra de secção retangular. Guarde essa informação. Bem, nem sempre o formato desse corte transversal é puramente retangular e esse talvez seja o problema: interpretar geometrias complexas onde a anatomia dentária (incisivos, caninos, pré-molares e molares) entra em jogo para garantir que a espessura da restauração fique uniforme e bem distribuída ao longo das arcadas. Regiões de fragilidade na zircônia monolítica Retorno ao ponto da engenharia estrutural: se a construção de uma ponte é pura matemática e física, seria diferente na prótese fixa sobre implantes? Afora as diferenças entre os ambientes e materiais (osso, titânio e cerâmica por um lado, aço inoxidável por outro), o ponto de congruência entre as áreas é um elemento conhecido como cantiléver: quanto maior sua extensão, maior o risco de falha. Por isso, quando usamos ligas metálicas, o cantiléver geralmente fica restrito entre a largura de um dente pré-molar ou molar (perto dos 10 mm). E o implante mais próximo do cantiléver? A mecânica mostra que ele sofre mais esforço sob carregamento. Então, é bom que a área do conector seja reforçada. Isso tem sido feito por muito tempo com as ligas metálicas em prótese para dentes naturais e até sobre implantes. Para terminar, o canal de acesso ao parafuso. Sim, há diversas geometrias propostas na literatura, principalmente porque os componentes protéticos pré-fabricados dão pouco espaço para novas interpretações que melhorem sua resistência. Nesse sentido, laboratórios que usam sistemas CAD/CAM como solução marcam um gol de placa. A relação entre o cantiléver e a área de secção transversal do conector Atenção: você já leu aqui os dados da revisão mais recente sobre zircônia monolítica (com e sem recobrimento estético). Mas, tudo na ciência é dinâmico, principalmente quando surgem números novos relacionados especialmente aos dois elementos acima. Ao acompanharem mais de 150 próteses monolíticas, pesquisadores apontaram uma relação importante entre o comprimento do cantiléver e essa área dos conectores, gerando o valor abaixo: cantiléver / área de secção do conector < 0,51 A relação entre o cantiléver e a altura do canal de acesso Ainda, nesse trabalho clínico retrospectivo, outra relação importante: cantiléver / altura do canal de acesso do parafuso < 1,48 O que isto significa para profissionais e laboratórios de prótese? próteses em zircônia monolítica não são feitas diretamente sem um projeto (de resina acrílica) que é testado primeiro na cavidade bucal. É justamente nesse momento que podemos verificar se as medidas desses elementos (cantiléver, canal de acesso ao parafuso, área do conector) tecnicamente estariam dentro do fator de segurança. no laboratório, quando o elemento CAD fizer o desenho da peça, deveria ser usada uma tabela de referência com o fator de segurança. Como podemos encontrar o fator de segurança? Fator 1: relação entre cantiléver e área de secção (implante distal) verifique a altura do espaço intermaxilar verifique a largura na região do conector faça largura x altura = área pretendida calcule o comprimento do cantiléver use a fórmula: cantiléver / área pretendida veja se o valor final está abaixo dos 0,51 Fator 2: relação entre cantiléver e a altura do canal de acesso (implante distal) verifique a altura do espaço intermaxilar verifique a largura na região do conector faça largura x altura = área pretendida calcule a altura do canal de acesso do parafuso (implante distal) use a fórmula: cantiléver / altura do canal veja se o valor final está abaixo dos 1,48 Colocando os dados acima na sua prática Aviso: esses valores ainda precisam de confirmação em mais estudos clínicos. Por enquanto, sua utilização garantiu perto de 96% de sobrevivência nas próteses em zircônia monolítica num total de 302 unidades em cantiléver, com tempos de acompanhamento entre 1 e 4 anos (média de 2 anos). Leia mais sobre zircônia monolítica:












