top of page

Resultados de busca

279 resultados encontrados com uma busca vazia

  • IN Congress 26 - Tara Aghaloo

    Tara Aghaloo pela primeira vez no IN Congress 26! Marque na sua agenda! Entre 22 e 25 de setembro de 2026 , deixe marcado na sua agenda: O IN Congress está de volta no Distrito Anhembi, em São Paulo! Por enquanto, a organizadora desse evento, a VMCom , segue divulgando a lista dos primeiros convidados internacionais. Dentre os nomes já confirmados, temos o da Profa. Dra. Tara Aghaloo NOTA: O site do IN Congress  está em construção , mas já aceita pré cadastro para ofertas especiais clicando aqui Tara Aghaloo: mini biografia Cirurgiã-dentista formada pela Universidade do Missouri, Kansas Residência e MD em Cirurgia Oral e Maxilofacial PhD em Biologia Oral, UCLA Professora - Cirurgia Oral e Maxilofacial - Faculdade de Odontologia UCLA Diplomada, American Board of Oral and Maxillofacial Surgery Editora Associada - Journal of Oral and Maxillofacial Surgery ( JOMS ) Ex-Presidente, Academy of Osseointegration ( AO ). Trabalhos científicos já publicados: Clique aqui e veja uma lista com links para os mais de 150 artigos científicos sobre osso, regeneração tecidual, implantodontia com foco em complexidades médicas e cirúrgicas já publicados pela Profa. Tara Aghaloo.

  • IN Congress 26 - German Gallucci

    German Gallucci estará de volta ao IN Congress 26! Marque na sua agenda! Entre 22 e 25 de setembro de 2026 , deixe marcado na sua agenda: O IN Congress está de volta no Distrito Anhembi, em São Paulo! Por enquanto, a organizadora desse evento, a VMCom , segue divulgando a lista dos primeiros convidados internacionais. Dentre os nomes já confirmados, temos o do Prof. Dr. German Gallucci . NOTA: O site do IN Congress  está em construção , mas já aceita pré cadastro para ofertas especiais clicando aqui German Gallucci: mini biografia Doutorado em Medicina Dentária (Dr. Med. Dent.) pela Universidade de Genebra, Suíça. Pós-Doutorado, Departamento de Prótese Fixa e Oclusão, Universidade de Genebra PhD, Universidade de Amsterdã, Holanda. Em 2007, estabeleceu o Programa de Pós-graduação em Implantologia Oral, Harvard School of Dental Medicine ( HSDM ) Chefe do Departamento de Odontologia Restauradora e Ciência dos Biomateriais na HSDM. Autor de diversas publicações em prótese fixa e implantodontia. Membro dos quadros editoriais das revistas científicas Journal of Dental Research ( JDR ), Clinical Oral Implants Research ( COIR ), e International Journal of Oral and Maxillofacial Implants ( IJOMI ) Fellow, International Team for Implantology ( ITI ) in Suíça Membro ativo da AO e EAO . German Gallucci: entrevista Confira no link abaixo: Entrevista internacional: German Gallucci - Mentor Odonto Trabalhos científicos já publicados: Clique aqui e veja uma lista com links para os mais de 100 artigos originais sobre as suas linhas de investigação em prótese fixa, implantodontia oral, e tecnologia digital já publicados. Clique aqui e leia a opinião recente sobre protocolos de carga em PPFs com implantes dentários

  • IN Congress 26 - Maria Elisa Galarraga Vinueza

    Maria Elisa Galarraga Vinueza pela primeira vez no IN Congress 26! Marque na sua agenda! Entre 22 e 25 de setembro de 2026 , deixe marcado na sua agenda: O IN Congress está de volta no Distrito Anhembi, em São Paulo! Por enquanto, a organizadora desse evento, a VMCom , segue divulgando a lista dos primeiros convidados internacionais. Dentre os nomes já confirmados, temos o da Profa. Dr. Maria Elisa Galarraga Vinueza NOTA: O site do IN Congress  está em construção , mas já aceita pré cadastro para ofertas especiais clicando aqui Maria Elisa Galarraga-Vinueza: mini biografia Programa de Periodontologia, Harvard School of Dental Medicine Professora assistente, Departamento de Implantodontia, Tufts University, Boston (2021-2024) Residência no programa de Mestrado, Universidade Federal Santa Catarina, Brasil Pesquisadora Visitante, Institute of Biomaterials, Friedrich-Alexander-Universität, Germany Prêmio, Osteology Foundation Scholarship (2019) 40 artigos científicos e 5 capítulos de livros sobre a etiologia, prevalência e possibilidades de tratamento da peri-implantite Comitê de Pesquisa da Iberoamerican Federation of Periodontology Membro, Expert Council - Osteology Foundation Revisora dos periódicos científicos Journal of Clinical Periodontology ( JCP ), Clinical Oral Investigations ( COI ), e Clinical Implant Dentistry and Related Research ( CIDRR ). Trabalhos científicos já publicados: Clique aqui e veja uma lista com links para os artigos sobre a etiologia, epidemiologia, e as possibilidades de tratamento da peri-implantite já publicados pela Profa. Galarraga Vinueza.

  • AULA GRATUITA: facetas de porcelana - o tipo de escâner importa?

    Facetas de porcelana: o tipo de escâner importa? Facetas de porcelana - um breve contexto Um tipo de restauração onde apenas uma parte da estrutura dentária perdida é recoberta. Os preparos dentários são mais conservadores e muitas vezes desafiadores para manter a estética sem quebrar a harmonia entre os dentes vizinhos Problemas com excesso de cimento são encontrados quando as facetas de porcelana não se ajustam bem. A faceta de porcelana tem uma adaptação melhor em função do tipo de escâner? escâner intraoral ou extraoral (de bancada)? o tipo de escâner pode provocar diferenças na adaptação interna e externa? porque é importante entender a adaptação do ponto de vista micrométrico? o que esses resultados mostram para a sua clínica? Veja nessa aula gratuita uma forma bem simples de se interpretar um artigo: explicação dos termos usados metodologia estatística simplificada Clique no link abaixo para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=rEOaaNXN0NU Veja outros conteúdos gratuitos em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI Conheça a playlist LEIA COMIGO! em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI/playlists

  • Protocolos de carga em prótese parcial fixa sobre implantes

    Protocolos de carga imediata em prótese parcial fixa: quais as taxas de sobrevivência? “Porque não...” é uma pergunta que deve ser feita em ciência quando vamos comparar algo com o que é clássico, já estabelecido, padrão ouro ou grupo controle. Controle significa ter uma referência.   Por exemplo, quando estamos na Terra, o valor da força gravitacional em nossos corpos é quase 9,8m/s 2 . Se pegarmos uma carona e formos para a Lua, esse valor chega aos 1,6 m/s 2 . O efeito será uma sensação de leveza.   Ou, se você quer saber se está andando ou parado, precisa olhar para um referencial bem longe. A sensação de movimento é visual desde que você não esteja ligado a ela. No avião, consigo saber que estamos em movimento observando a paisagem pela janela, mas não sentimos a velocidade da aeronave (em média 600 quilômetros por hora).   Na Implantodontia, quando falamos em protocolos de colocação, há três chances: imediato, precoce, tardio. Esses protocolos também são acompanhados (ou não) pela ativação (carga) na restauração, seguindo a mesma linha: imediato, precoce, convencional.   Na clínica, multiplicando o número de combinações entre colocações e ativações, temos nove possibilidades de protocolos de carga.   Diante desse cenário, é fundamental discutirmos o que está validado na clínica e ou na ciência.   Afinal, quais são as taxas de sobrevivência desses protocolos de carga?   Quando são selecionados apenas estudos clínicos com pelo menos 1 ano de acompanhamento e 10 pacientes, é possível gerar as taxas de sobrevivência.   Lembrete: taxas de sucesso na implantodontia são obtidas quando conseguimos medir os níveis ósseos ao longo do tempo. Na correria da clínica, é muito difícil.   Agora, vamos combinar dar nomes às combinações e as taxas obtidas conforme a revisão sistemática mais recente:   1A – colocação imediata / carga imediata = 98% 1B – colocação imediata / carga precoce = 91% 1C – colocação imediata / carga convencional = 95%   2-3A – colocação precoce / carga imediata = 97,8% 2-3B – colocação precoce / carga precoce = 100% 2-3C – colocação precoce / carga convencional = 94%   4A – colocação tardia / carga imediata = 97,2% 4B – colocação tardia / carga precoce = 97,9% 4C – colocação tardia / carga convencional = 97,5%   Estamos falando de qual tipo de prótese mesmo? Da prótese parcial fixa num conjunto de mais de 10 mil implantes avaliados, sendo que não existem implantes curtos (< 6mm de comprimento).     Critérios anatômicos e procedimentos práticos: o que é comum?   Características como a altura e espessura adequadas, bem como uma parede óssea vestibular intacta. Além disso, o torque de inserção final (sendo os valores 25 Ncm, 35Ncm e 40Ncm bem estabelecidos em cada protocolo), muitas vezes acompanhado do quociente de estabilidade (ISQ 60).    Como fica a validação nos protocolos de carga? Protocolos clinicamente bem documentados e cientificamente validados: 1A , 1C 2-3A , 2-3C 4A , 4B , 4C   Protocolos clinicamente documentados ( e algumas ressalvas ): 1B – há necessidade de selecionar bem os casos 2-3B – ainda não possui evidência suficiente Leia mais sobre protocolos de carga em implantes unitários clicando aqui

  • Prótese maxilofacial no SUS: os últimos 10 anos

    Prótese maxilofacial: o tratamento que resgata vidas. Próteses maxilofaciais são tão importantes quanto as reabilitações orais porque compõem a moldura da expressão facial e a identidade emocional.   Quem já testemunhou ao vivo sabe muito bem o que é não ter parte da face (olhos, nariz, maxilares), seja por uma deficiência congênita, tumor ou acidente traumático. Muitas vezes, é necessário fazer pigmentações na pele e colocar óculos falsos para completar a aparência.   A boa notícia: há chance de reabilitação, principalmente porque essas próteses, que possuem os mais diversos formatos, podem ser fixadas por implantes de titânio. A melhora na qualidade de vida é indiscutível.   O material da prótese maxilofacial, geralmente um silicone industrial, está sujeito ao desgaste e troca constante. Aqui, narizes e orelhas são os mais prejudicados pela temperatura e exposição constante ao sol.    Defeitos maxilofaciais: a estatística depositada no SUS   Um estudo recente analisou os últimos 10 anos (2014-2024) ao acessar o DATASUS . Vale lembrar que esses números são relativos já que foram afetados pela pandemia de COVID-19 (entre 2020 e 2022), e que a essa realidade não tem comparação com a quantidade em serviços de filantropia ou atendimentos privados especializados.   Quais os tipos de prótese maxilofacial mais realizados?   olhos (> 10 mil procedimentos) olhos – pálpebras (>2 mil procedimentos) mandíbula (> 2 mil procedimentos) nariz (quase 1 mil procedimentos) auricular com implante dentário – 256 procedimentos nariz com implante dentário – 21 procedimentos   Qual é o ranking de regiões do Brasil para prótese maxilofacial nos últimos 10 anos?   Sudeste: 11.674 procedimentos Sul: 1632 procedimentos Nordeste: 1583 procedimentos Norte: 1269 procedimentos Centro-Oeste: 894 procedimentos   Os autores reforçam que o número de próteses maxilofaciais suportadas por implantes dentro do SUS ainda é baixo. Além disso, sua disponibilidade continua reduzida e afetada em centros menos especializados. A expectativa é que a incorporação de novas tecnologias (CAD/CAM, escaneamento, impressão 3D) e estratégias inovadoras em qualificação profissional nivelem a igualdade de acesso a esse serviço abrangente que resgata vidas. O artigo está disponível no link abaixo: https://doi.org/10.1111/jopr.70105

  • Os caminhos até o congresso IN26 - parte 2 - perda dentária unitária

    Perda dentária: quando o dente sai, o implante dentário fica? A chegada dos implantes dentários desafogou muitos tratamentos odontológicos tidos como "impossíveis". O sucesso das próteses totais sobre implantes contemporâneos, especialmente na arcada mandibular, local onde o osso “some rapidinho”, popularizou esse conceito. Em resumo: mastigar "de verdade" era para os abençoados pela biologia óssea.   Em pouco tempo, novas propostas surgiram em arcos parcialmente edêntulos, e não demorou muito até que a perda dentária unitária fosse encarada com força total.   Rapidamente, dois tipos subliminares de ilusão de óptica se desenvolveram, sendo muito piores do que “ver água no deserto”. A ilusão de óptica visual: “ocupar o espaço por ocupar”   Então, basta apenas um implante dentário e o problema de espaço estará resolvido. A primeira ilusão é justamente a que precisa desaparecer rápido. Você pode treinar com 10, 20, ou 50 dummies  (como chamamos os implantes dentários não esterilizados e com função exclusiva de hands-on ) e sair com a sensação de uma medalha no peito, mas na vida real essa a equação que deixa o seu implante “arrumadinho” envolve diversos fatores a serem controlados a priori :   o diâmetro do seu implante o comprimento do seu implante o espaço entre os dentes vizinhos a posição 3D do seu implante o nível ósseo dos dentes vizinhos a espessura da tábua óssea vestibular a espessura do tecido mole vestibular   Aqui começamos a separar os fatos: há situações que precisam de muito “extreme makeover ”, ou seja, tem tanta coisa para fazer antes de colocar UM implante dentário. Em muitos casos, o trio Endodontia , Periodontia e Ortodontia é obrigatório, como nas situações abaixo:   tratar lesões apicais nos dentes vizinhos fechar ou abrir espaços na arcada dentária melhorar as relações oclusais para evitar sobrecarga aumentar o tamanho das coroas dentárias   Todo tratamento de saúde tem seu tempo de maturação. O implante dentário unitário atingiu essa fase depois de uns bons 20 anos e milhares de artigos científicos acumulados. Mas é bom lembrar: não sabemos tudo (e nunca saberemos). Ao mesmo tempo em que o nosso conhecimento aumentou, a quantidade de problemas cirúrgicos e restauradores duplicou ou triplicou, dependendo da situação geográfica, hábitos culturais, e treinamento técnico / científico dos profissionais. Abaixo, uma lista das complicações vistas nos últimos 20 anos:   cicatrizes pós cirurgia que deixam o tecido gengival inoperável, havendo ou não necessidade colocar ou remover um implante dentário papilas de tecido mole que não preenchem o espaço interproximal (buracos negros) proporção largura/altura dentária restauradora incompatível com o espaço unitário edêntulo perfil de emergência irreal para a passagem do fio dental e mecanismos de autolimpeza   A ilusão de óptica emocional: cimentar ou parafusar na perda dentária unitária...hum...depois a gente vê...   “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.   Implantes dentários possuem uma interface frágil com o tecido mole e o tecido ósseo. Diferente dos dentes naturais, a porta de entrada na gengiva não é tão protegida assim pelo sulco peri-implantar e adesão epitelial.   Esse tecido ósseo supracristal , conforme a nova classificação das doenças periodontais e peri-implantares , caso não seja bem cuidado todos os dias, é um castelo de cartas: cairá com um sopro.   Se uma pedrinha no sapato incomoda muita gente, imagine uma montanha! Fato: mais de 50% dos casos de peri-implantite estão associados aos excessos de cimento . Origem do problema: a prótese (será que só ela mesmo?)   Inflamação e sangramento persistentes, dificuldade de higienização, alterações de cor na margem mucosa são as consequências mais leves até que uma radiografia periapical mostre uma “constelação” de corpos estranhos dentro da gengiva.   Essa detecção depende de muita experiência. E até que o problema seja encontrado, a restauração e o implante podem ter “partido”.   Para complicar, tem muito agente cimentante que não "dá força de sinal" na radiografia (a tal da radiopacidade). Ou seja, fica invisível por muito tempo. Há algo pior do que isso? O problema bem debaixo dos nossos narizes. A troca da prótese resolve o problema? Depende da posição espacial do implante dentário. Não é "incômodo" ou "frescura", não é que o seu paciente é o chato da vez...é um problema de saúde real! Incisivos, caninos, pré-molares, molares: existe uma perda “menos pior”?   Em Odontologia, o menos pior é restaurar o que ainda não foi perdido. Não há muito espaço para negociar sem o trunfo de um ligamento periodontal.   Indiscutivelmente, todos esses locais anatômicos são ruins, especialmente na zona estética (visibilidade dos seis dentes anteriores e quem sabe as duas faces dos pré-molares no sorriso).   Entretanto, no pódio de votação clínica, o sítio edêntulo do incisivo lateral superior (por agenesia ou acidentes traumáticos/ reabsorções) ganharia por maioria esmagadora. Dá uma certa preocupação no atendimento desses casos.   As “velhas” terapias restauradoras estão voltando?   Seria melhor trocar a palavra “velha” por fora do radar. Essa furtividade é aparente. Para muitos pacientes com uma restauração sem a menor condição estrutural, é melhor oferecer uma prótese adesiva do que o implante unitário.   Sendo mais “radical”: porque não preparar os dentes vizinhos para uma prótese parcial fixa? Não jogue pedra nesse blog se o seu paciente não aceita usar aparelhos ortodônticos ou fazer uma cirurgia de gengiva: o ponto é que ele ou ela AINDA não são candidatos ideais ao tratamento com implante dentário.         IN26: a nossa chance de aprender mais (e melhor) O lançamento do site oficial do IN26 está próximo e os primeiros convidados confirmados ( clique aq ui para ver a lista inicial ).   Ainda, o assunto perda dentária unitária sempre foi abordado nesses últimos 20 anos. Agora, deverá ganhar mais força, especialmente pela tecnologia digital que une as imagens por tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) ao escaneamento intraoral gerando guias estereolitográficos ou por impressão 3D para diminuir a chance de erros, especialmente nos casos de extração e colocação imediata de implantes . Bons trabalhos e que os dentes dos nossos pacientes sejam longevos.

  • Os caminhos até o congresso IN26 - parte 1

    Congresso IN26: a grande chance de atualização científica em Reabilitação Oral. O sonho que se transformou em realidade   Os congressos IN foram criados como o Encontro de Leitores da revista ImplantNews . Ao longo dos anos, ganharam centenas de simpatizantes, professores, e grandes empresas expositoras. Como especialidade, a prática da Implantodontia não era nova no Brasil, mas foi através do desenho moderno do parafuso de titânio que muitos tratamentos, outrora impensáveis, começavam a ter mais sucesso.   Não é exagero dizer que o congresso IN faz parte da categoria dos congressos mais clássicos do mundo em Reabilitação Oral (compare com eventos como AO, EAO, ISPRD, e outros mundo afora) esbanjando uma categoria inigualável em recepção e programação científica.     VMCom: 20 anos de edições IN superando desafios   Acostumada às intempéries logísticas de um país continental como o Brasil, a empresa de comunicação VMCom tem sido a água que se molda conforme os meandros nesse caminho, sob a liderança de Haroldo Joaquim Vieira e mais recentemente com o time executivo reforçado por Haroldo Vieira Filho.   Inicialmente, esse Encontro de Leitores ocorria em anfiteatros, onde seus frequentadores se conectavam melhor somente na hora coffee break (o Centro de Convenções Rebouças muito antes da reforma estrutural) e em meio aos stands das companhias.   Dou meu testemunho numa frase só: à primeira vista era um formigueiro, mas depois de tornava um grande caldeirão de ideias.      A partir do ano de 2009, a VMCom deu um salto de fé sem volta: com investimentos generosos e o compromisso de fornecer conteúdo diferenciado e atualizado, dezenas de profissionais que só conhecíamos através de leituras de artigos científicos estavam pisando em solo brasileiro.   Foi um choque: espantavam-se com o tamanho do mercado consumidor, da audiência odontológica, e de como a Implantodontia no Brasil não seria apenas uma “modinha” passageira.   Esses fatos se repetiriam nos anos de 2011, 2013, 2015 ( 50 Anos de Osseointegração ), 2017, 2019, 2022, 2024.        IN26: a nossa chance de aprender mais (e melhor)   Ficam na memória os longos dias de Rebouças e Center Norte. A atual casa do IN26 é o Distrito Anhembi . Com uma planta científica e comercial atualizada, tudo se conecta melhor e mais rápido.   Além disso, são 60 anos de Osseointegração e nesses quatro dias de evento, poderemos compreender porque o lema do IN26 tem feito a diferença em dezenas de consultórios: A Reabilitação Oral está em nosso DNA . A comissão organizadora, liderada nesse ano por Oswaldo Scopin, Maristela Lobo, e Ricardo Kern, não mede esforços para trazer os assuntos mais importantes e dentro de uma programação que faça sentido à conjuntura atual analógica e digital. O lançamento do site oficial está próximo e os primeiros convidados confirmados (clique no link abaixo).   Leia mais: https://www.paulorossetti.com.br/post/in26-latin-american-dental-congress-os-primeiros-palestrantes-nacionais    Planejando com antecedência o seu primeiro congresso IN   Embora o Distrito Anhembi seja formado por um vasto complexo de pavilhões, seus acessos para entrada e saída são bem conhecidos e sinalizados. Basta usar o seu app preferido de navegação.   Ainda, congressistas de todo o Brasil (e do mundo) poderão se registrar no hotel vizinho ao evento ou em hotéis satélites, reduzindo bastante o tempo de deslocamento entre as aulas e as refeições.   Além disso, as conexões com a cidade de São Paulo são facilitadas por grandes complexos rodoviários (exemplos como a Dutra, Castelo Branco, Bandeirantes) ou aeroviários (aeroportos de Congonhas e de Guarulhos). Para maior comodidade, o hotel oficial do evento também conta com serviços de estacionamento, restaurante, academia, shoppings, e outros serviços.   Parte dessa logística é feita em conjunto com a VMCom e divulgada no momento oportuno.    O melhor custo-benefício está no IN26   Edição após edição, a VMCom continua superando expectativas e fornecendo a melhor experiência aos seus congressistas:   pacotes promocionais por lotes e com pagamento facilitado mais de 100 empresas expositoras quatro dias de programação com tradução simultânea mais de 150 professores na grade científica (América Latina, EUA, Europa) dentro das atividades Cursos de Imersão , Master Class , Conferências painéis digitais e reconhecimento ao mérito ( premiações ) equipe logística especializada na área Odontológica

  • Artigos Comentados: resina 3D, cirurgia periodontal, perda óssea - QuickPick

    Artigos Odonto - QuickPick: 3 trabalhos comentados em menos de 10 minutos QuickPick - agora em vídeo! Reserve 10 minutos! Sem tempo para ler o que acontece na ciência da Odontologia que pode mudar a sua prática clínica? Mesmo assim, sabia que você pode se atualizar! Nesse vídeo, eu comento sobre artigos Prótese Dentária , Periodontia , e Implantodontia . Em menos de 10 minutos , você vai saber se: resinas 3D podem alcançar a mesma lisura superficial que as resinas pré-fabricadas CAD/CAM? será que o desenho do guia cirúrgico e o tipo de lâmina para aumento de coroa estético na periodontia fazem muita diferença nos resultados finais? a espessura do osso palatino: como ela influencia o risco de perda óssea no seu implante dentário? Clique no link abaixo para assistir: https://youtu.be/uo1VINu1p6k?si=CvlTEFf4Ljz9pzDV Veja outros conteúdos gratuitos em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI Conheça a playlist Artigos Odonto - QuickPick! em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI/playlists

  • Solutions: estratégias adesivas analógicas e digitais guiadas morfologicamente

    Solutions: uma obra prima na Odontologia Adesiva. Foto: Santos Publicações Ltda. Solutions, a mais nova obra produzida pela Santos Publicações Ltda., promete ser um marco na história da Odontologia adesiva. Compilado por Marco Veneziani, e ricamente ilustrada através de mais de 2 mil imagens obtidas por microscopia eletrônica de varredura, radiografias, e microscopia operatória, didaticamente divididas em 2 volumes (750 páginas), estes volumes trazem, além do histórico do diagnóstico e desenvolvimento dos tratamentos, a ciência que justifica a elevação da margem profunda, assim como os tipos de preparos guiados morfologicamente. Outra inovação editorial é a sua diagramação, combinando leve nos textos e nas imagens. Confira o índice abaixo cuidadosamente e respire fundo: esse livro pode resolver muitos dos seus problemas na clínica! Solutions - técnicas restauradoras adesivas e procedimentos clínicos integrados 750 páginas - 2 volumes Santos Publicações Ltda. 2025 Índice Volume 1 Capítulo 1 - Restaurações em áreas posteriores INTRODUÇÃO Quais são os problemas? O que solução significa? Problemas – diferentes soluções CÁRIES DENTAIS Epidemiologia Fatores de risco Dinâmica do processo carioso Diagnóstico de cárie Lesão cariosa não cavitada Lesão cariosa cavitada Classificações de lesões cariosas cavitadas Exames clínicos e instrumentais para o diagnóstico de cárie Exame clínico Exames instrumentais Radiografias intraorais FOTI (Transiluminação de Fibra Óptica) DiFOTI (Imagem Digital de Transiluminação por Fibra Óptica) Fluorescência Induzida por Luz Quantitativa (QLF) Transiluminação por Luz Infravermelha Próxima (NILT) Ultrassom Outros sistemas Observações conclusivas sobre instrumentos de diagnóstico Quando devemos intervir? Métodos de intervenção Remoção do tecido dentário afetado Preservando a vitalidade da polpa LESÕES DENTÁRIAS NÃO CARIOSAS Fraturas Trincas dentinárias: a “síndrome do dente rachado” Reabsorção de raízes 34 Reabsorção Cervical Invasiva (RCI) Opções de tratamento Prognóstico Desgaste e restauração INTRODUÇÃO À RESTAURAÇÃO DENTAL Características de uma restauração: critérios gerais Selamento Dentinário Imediato (IDS) Preenchimento/Build-Up (Otimização do Desenho Cavitário) Elevação de margem profunda Classificação dos diferentes tratamentos restauradores Técnica direta: indicações e limitações Técnicas semidiretas e indiretas: indicações e limitações Comparações entre restaurações diretas e indiretas: o que diz a literatura Fatores a serem examinados Fatores gerais Análise do operador Ergonomia de trabalho Fatores locais Observações conclusivas sobre restaurações Referências Capítulo 2 - Materiais e Instrumentos Empregados em Odontologia Restauradora INTRODUÇÃO MATERIAIS: ADESIVOS DE ESMALTE-DENTINA E COMPÓSITOS Sistemas adesivos Conceitos gerais em adesão Adesivos de esmalte-dentina Condicionamento seletivo do esmalte Aplicação clínica Prós e contras na prática clínica A durabilidade da união adesiva ao longo do tempo Materiais compósitos Definição e classificação Compósitos convencionais Compósitos microparticulados Compósitos de partículas pequenas, híbridos ou bimodais Compósitos nanoparticulados Compósitos de consistência fluida (flow) Compósitos Bulk-Fill Compósitos de cor única Escolha do material Fotoativação Conceitos gerais Dinâmicas da fotoativação Unidades de fotoativação (LCUS) Aparelhos de luz halógena Aparelhos de luz LED Gerenciamento clínico da conversão de adesivos de esmalte-dentina e materiais compósitos Contração de polimerização e tensão de contração Como compensar clinicamente a contração de polimerização Segmentação de polimerização em técnicas multicamadas Uso de camadas intermediárias de resina de consistência fluida (flow) de menor módulo de elasticidade Uso de aparelhos fotoativadores com potência adequada (1.000-1.200 mW/cm2) com irradiação progressivamente crescente (soft start ou rampa) Como prevenir a hipersensibilidade por compressão INSTRUMENTOS PARA RESTAURAÇÃO MORFOFUNCIONAL E ESTÉTICA DOS DENTES Dique de borracha e suas aplicações Grampos Técnica recomendada para colocação do dique de borracha Instrumentos modeladores Brocas Brocas para preparo cavitário e remoção de tecido cariado Brocas microcavidades Instrumentos de acabamento e polimento Instrumentos sônicos e ultrassônicos Dispositivos de proteção interproximal Matrizes Matrizes parciais (seccionais) METAFIX™ (Kerr Dental) AUTOMATRIX (Dentsply Sirona) Referências 108 Capítulo 3 - Restaurações Diretas Posteriores INTRODUÇÃO Indicações para a técnica direta RESTAURAÇÃO DE LESÕES CARIOSAS INICIAIS Tratamentos preventivos Tratamentos não invasivos (selamento de sulcos e fissuras) Tratamentos microinvasivos Tratamentos minimamente invasivos (restauração preventiva de resina) RESTAURAÇÕES CLASSE I Observações introdutórias Conceitos gerais Preparo cavitário adesivo Preparo convencional biselado Restaurações classe I tamanhos pequeno e médio Técnica do incremento único (técnica bulk) Técnica incremental horizontal com 2 a 3 incrementos (cavidade pequena) – 3 a 4 incrementos (cavidade média) Restauração classe I profunda de compósito no dente 47 com o auxílio de ozonioterapia e técnica incremental de 3 incrementos Restaurações extensas Técnica incremental oblíqua com vários incrementos Restaurações “à mão livre’’ Restaurações usando guias de silicone Técnica de reconstrução e prensagem Restaurações diretas de dentes tratados endodonticamente RESTAURAÇÕES CLASSE II COM MARGENS SUPRA OU AO NÍVEL GENGIVAL Preparo cavitário Preparo adesivo em lesões cariosas primárias Paredes axiais Parede cervical/gengival Preparos tipo slot (caixas) verticais e horizontais Preparo em túnel Preparo convencional com bisel (troca de restaurações metálicas existentes) Incrementos de resina Conceitos gerais Morfologia dental de pré-molares e molares Procedimentos clínicos e sequência operatória Isolamento do campo operatório Desenho da cavidade (forma de contorno) Colocação de matrizes seccionais (parciais), cunhas e anéis de retenção Procedimentos adesivos Etapas da restauração Aplicação de compósito do tipo flow Inserção das camadas incrementais de compósito Acabamento e polimento “Receitas” de inserção incremental Tamanho pequeno Slot vertical mesial no dente 25: Preparo com instrumento sônico Dente 25: Slot horizontal com acesso vestibular: Técnica incremental centrífuga com o auxílio de uma matriz transparente Tamanho médio Restauração classe II OD de tamanho pequeno a médio com técnica de 4 incrementos Compósitos diretos classe II de tamanho médio de 2/3 faces adjacentes e feitas simultaneamente Restaurações diretas classe II com esmalte cervical preservado Restaurações diretas classe II em dentes tratados endodonticamente Tamanho grande Restaurações de tamanho médio com vários incrementos Restaurações com recobrimento parcial de cúspide com técnica incremental centrífuga à mão livre: em um caso de hipomineralização de esmalte Restauração classe II com recobrimento parcial de cúspide e incrementos guiados com matriz de silicone RESTAURAÇÕES COM MARGENS SUBGENGIVAIS PARA LESÕES CARIOSAS E REABSORÇÕES EXTERNAS Restauração direta com recobrimento parcial de cúspide e elevação de margem profunda Abordagem restauradora direta de “etapa única” em cavidades extensas classe II com margens subgengivais\Restauração direta transcirúrgica com recobrimento parcial de cúspide e capeamento pulpar direto Reabsorções cervicais externas invasivas: Solução: restaurações adesivas diretas transcirúrgicas (em compósito e Biodentine®) CASOS INTEGRADOS E REABILITAÇÕES POR QUADRANTES Ergonomia em casos integrados restauradores diretos Reabilitação adesiva de 4 quadrantes em 3 sessões: abordagem restauradora direta integrada à restauração indireta Referências Volume 2 Capítulo 4 - Restaurações Posteriores Indiretas Cimentadas Adesivamente PREFÁCIO INDICAÇÕES ATUAIS, CLASSIFICAÇÃO, LONGEVIDADE E SEQUÊNCIA OPERACIONAL Indicações para restaurações cimentadas adesivamente Classificação das restaurações cimentadas adesivamente Técnicas intraorais semidiretas Técnicas extraorais semidiretas Técnica extraoral semidireta no modelo flexível de silicone Técnicas indiretas Longevidade das restaurações indiretas Sequência operacional para execução das restaurações indiretas cimentadas adesivamente PRINCÍPIOS DE PREPARO CAVITÁRIO PARA INLAYS Configuração e geometria da cavidade convencional para inlays Parâmetros que condicionam e guiam o desenho da cavidade Abrindo a cavidade, avaliando a espessura remanescente, desgastando os tecidos e reconstrução adesiva Limitações dos preparos para inlays convencionais EVOLUÇÃO NO DESENHO DA CAVIDADE: TÉCNICA DE PREPARO GUIADA PELA MORFOLOGIA (TPGM) Princípios da TPGM no preparo dentário para pré-molares e molares Explicação do novo desenho de cavidade modificada Molares e pré-molares superiores Considerações geométricas Considerações estruturais Molares e pré-molares inferiores Considerações geométricas Considerações estruturais MOLDAGENS, MATERIAIS, CIMENTAÇÃO ADESIVA Precisão da moldagem Moldagem convencional com elastômeros (poliéteres ou polivinilsiloxanos) Moldagem por escaneamento óptico usando um escâner intraoral 3D Materiais para execução das RCAS Cimentação adesiva Sistema adesivo e tipo de cimento Sequência operacional de cimentação Prova dos inlays Condicionamento da superfície adesiva Condicionamento da cavidade adesiva Procedimento de colocação Fotoativação Acabamento e polimento Verificação oclusal Verificação radiográfica Sequência de cimentação de inlays em compósito Sequência de cimentação de inlays em cerâmica TIPOS DE RCA: SOLUÇÕES CLÍNICAS EM DENTES VITAIS E TRATADOS ENDODONTICAMENTE Tipos de restaurações convencionais cimentadas adesivamente Inlay Onlay Overlay Tipos de restaurações recém-desenvolvidas cimentadas adesivamente Overlay adicional Overlay-veneer (veneerlay) Faceta oclusal (table top) Overlay de amplo recobrimento Coroa adesiva Endocrown Conclusões RESTAURAÇÕES CIMENTADAS ADESIVAMENTE EM LESÕES COM MARGENS CERVICAIS SUBGENGIVAIS Considerações sobre a restauração Perda significativa de substância dentária Selamento marginal cervical com perda parcial ou total do esmalte (no cimento e dentina radicular) Margens cervicais subgengivais com violação do sulco/tecido de inserção supracrestal CLASSIFICAÇÃO DAS RESTAURAÇÕES CIMENTADAS ADESIVAMENTE COM MARGENS CERVICAIS SUBGENGIVAIS (M. Veneziani, 2010) 1o Grau: Elevação da margem profunda 2o Grau: Exposição cirúrgica da margem e moldagem imediata 3º Grau: Aumento de coroa clínica com cirurgia óssea ressectiva 3o Grau A: Aumento de coroa clínica com cirurgia óssea ressectiva 3o Grau B: Cirurgia óssea ressectiva com moldagem precoce 3o Grau C: Cirurgia óssea ressectiva com moldagem tardia OBSERVAÇÕES FINAIS Mensagem final Referências

  • EFP - Estética, Função, Postura

    Capa do livro Estética, Função, Postura. Santos Publicações. EFP - Estética, Função, Postura , é uma obra em dois volumes dividida em 11 capítulos, e escrita por Lorenzo Vanini, Camillo D´Arcangelo, e Stefano Mastroberardino. Ela traz uma abordagem inovadora que congrega conhecimentos de posturologia, fisiologia, fonoaudiologia, ortodontia, estética, oclusão, e da ATM para mostrar como a postura errônea, potencializada pela escolha incorreta dos materiais restauradores, desequilibra a oclusão e a estética. EFP - Estética, Função, Postura 1454 páginas - 2 volumes capa mole papel couché Santos Publicações Ltda. 2025 Índice Volume 1 1 - Relação entre oclusão dentária e postura Oclusão dentária e postura: mito ou ciência? Odontologia baseada em evidência e odontologia clínica baseada em evidência. Aspectos neurofisiológicos da síndrome postural Problemas relacionados ao distúrbio postural 2 - A articulação temporomandibular (ATM): anatomia e os principais músculos posturais A articulação temporomandibular Músculos abaixadores e levantadores da mandíbula A coluna cervical Dinâmica mandibular Músculos da cintura escapular e do pescoço. Cinesiologia patológica dos ombros Plexo braquial Músculos pélvicos. Biomecânica musculoesquelética da síndrome postural 3 - Diagnóstico por imagem Exames instrumentais Ressonância magnética (RM) da articulação temporomandibular Interpretação e reconhecimento das estruturas da articulação temporomandibular RM das patologias da articulação temporomandibular Desarmonia muscular usando ressonância magnética Suplementos e medicamentos no tratamento da síndrome postural Prescrição de RM 4 - Diagnóstico Anamnese e registros médicos Exame clínico Teste complementar de cinesiologia aplicada Pontos-gatilho 5 - Terapia da síndrome postural Curvas oclusais Dimensão vertical. Dimensão vertical de oclusão, ATM e postura Placas oclusais Síndrome postural com patologia articular devido à tensão e à sobrecarga (estágios 1 e 2) Síndrome postural com deslocamento redutível (estágio 3) Síndrome postural com deslocamento irredutível (estágio 4) Síndrome postural com doença articular degenerativa (estágio 5) Síndrome postural com doença articular degenerativa avançada (estágio 6) Artrocentese da articulação temporomandibular Estética, função e postura: uma nova abordagem para a reabilitação dentária 6 - Tratamento de reabilitação funcional Objetivos do tratamento Os terapeutas da reabilitação Exercícios domiciliares para o paciente BIBLIOGRAFIA ÍNDICE REMISSIVO Volume 2 7 - Equilíbrio oclusal Conceito moderno de equilíbrio oclusal Propriedades oclusais e de desgaste dos materiais restauradores 8 - Fisiologia oclusal e materiais restauradores Diferenças na restauração dos dentes anteriores e dos posteriores Princípios orientadores na escolha do material restaurador para os dentes anteriores e os posteriores Características dos materiais restauradores 9 - Adesão Materiais adesivos Classificação dos adesivos dentários Esmalte, dentina e adesão Resinas compostas e adesão Cerâmicas e adesão Metais e adesão 10 - Propriedades dos materiais adesivos Propriedades ópticas dos materiais adesivos Propriedades funcionais dos materiais adesivos Propriedades minimamente invasivas dos materiais adesivos Características mecânicas e físicas das resinas compostas usadas com técnicas diretas e indiretas Acurácia da margem das restaurações adesivas feitas no consultório e por CAD-CAM Cimentos adesivos: vantagens do uso de resinas compostas curadas com luz como agentes cimentantes Indicações para o uso de prótese adesiva e/ou retentiva 11 - A importância da função lingual correta na ortodontia e na postura A língua, sua musculatura e inervação Fisiologia da deglutição normal. Classificação da deglutição atípica. Ativação neurossensorial Defeitos induzidos por frênulo curto Conclusões BIBLIOGRAFIA ÍNDICE REMISSIVO

  • Desafios Clínico e Laboratorial da Nova Implantodontia - Livro Oficial Abross25

    Capa do livro oficial Abross25: Desafios Clínico e Laboratorial da Nova Implantodontia Em comemoração aos 35 anos da Academia Brasileira de Osseointegração (Abross), a VMCom lança o livro "Desafios Clínico e Laboratorial da Nova Implantodontia", editado por Jamil Shibli, Khalila Cotrim, Sérgio Jayme, e Paulo Rossetti. Desafios Clínico e Laboratorial da Nova Implantodontia - Livro Oficial ABROSS25 232 páginas 2026 - VMCom ISBN 978-65-5278-341-7 Sumário Capítulo 1 Fatores de risco sistêmicos na Implantodontia: a posição atual Leonardo Perez Faverani Mileni Buzo Souza Isla Ribeiro de Almeida Gabriel Conceição Brito Paulo Henrique de Brito Tiburtino José de Lima Neto Capítulo 2 Modificações nas superfícies dos implantes para pacientes com doenças sistêmicas Roberta Okamoto Ana Cláudia Ervolino da Silva Letícia Pitol Palin Capítulo 3 O processo de cicatrização óssea influenciado pela macro- e microgeometria dos implantes Sergio Alexandre Gehrke Jaime Sardá Aramburú Júnior Tiago Luís Eilers Treichel Capítulo 4 Seis perguntas clínicas que inquietam protesistas na Implantodontia Paulo Henrique Orlato Rossetti Capítulo 5 Conjuntivo ou substituto? Palato ou tuberosidade? Como tratar áreas peri-implantares com maior previsibilidade? Alexandra Tavares Dias Caroline Braga dos Santos Jessica de Figueiredo Lopes Capítulo 6 O que sabemos e o que achamos que sabemos sobre a manipulação tecidual ao redor de implantes Eduardo Groisman Cassio Cardona Orth Alynne Bezerra Campos Capítulo 7 Controle da dor pós-operatória em enxertos gengivais livres: estratégias e evidências atuais Khalila C. Cotrim Eduardo C. Kalil Eduardo Cláudio Lopes de Chaves e Mello Dias Capítulo 8 Reconstrução da papila interproximal ao redor de dentes e implantes: evidências, técnicas e limites clínicos Marcelo Faveri Daniel Mesquita Vanessa Frazão Cury Ricardo Kern Capítulo 9 Prevenção de defeitos peri-implantares em áreas estéticas Ingra G. Nicchio Nicolas N. N. Calazans Arthur S. Lubiana Fausto Frizzera Capítulo 10 Tratamento de defeitos peri-implantares Glenda Lorenzoni Ingra Nicchio Umberto Demoner Ramos Fausto Frizzera Capítulo 11 Avaliação do melhor momento para a instalação do implante Carolina Mendonça de Almeida Malzoni Daniel Guião Fausto Frizzera Victor Gonçalves Paola Faria da Silva Elcio Marcantonio Junior Capítulo 12 Implantes condenados pela peri-implantite: como tratar os defeitos remanescentes? Sérgio J. Jayme Jamil A. Shibli Jéssica Santos Rodrigues Wellington Vinícius de Souza João Gabriel S. Souza Rodrigo Fernando e Souza Martins Capítulo 13 Retratamento das falências peri-implantares: desafios e soluções na implantodontia atual Eduardo Cekaunaskas Kalil Khalila Cotrim Sara Khraibut Patrick Polcaro de P. Santos Rafael Amorim Siqueira Jamil A. Shibli Capítulo 14 Integração digital e a comunicação entre softwares na reabilitação oral Thiago Dinato Capítulo 15 Reconstruções de defeitos alveolares com osso 100% autógeno: técnica de Khoury Tárcio Hiroshi Ishimine Skiba Bruno Costa Martins de Sá Rafael Sacchetti João Carlos Vicente de Barros Capítulo 16 Enxertos ósseos customizados fabricados por impressão 3D para aumentos ósseos Marcelo A. R. C. Melo Cinthya M. Grecco Rafael S. Siroma Stephany Vitoria L. Caires Sérgio J. Jayme Alberto Blay Samy Tunchel Jamil A. Shibli Capítulo 17 Uso da tecnologia digital 3D na coleta e enxertia de osso autógeno microvascularizado de fíbula Vittorio Moraschini Rafael Seabra Louro Glauco Velloso Daniel Costa Ferreira de Almeida

bottom of page