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  • O IN24 vem aí!

    Capa do site oficial do Congresso IN24 - A Reabilitação Oral está em nosso DNA. Vem aí o IN24! Sob o tema "A Reabilitação Oral está em nosso DNA" e a presidência de José Cícero Dinato, começam as inscrições para o congresso IN24, evento organizado pela VMCom desde 2006, trazendo centenas de professores e milhares de profissionais. O IN é um evento de fôlego: basta ver seus números de sucesso até agora: 25 mil congressistas desde 2006 mais de 700 palestrantes (nacionais e internacionais) 11 edições média de público: 4.500 congressistas por evento Acesse o site: https://www.incongress.com.br Confira a programação científica clicando no link abaixo: https://www.incongress.com.br/programacao

  • Tratamento ortodôntico em pacientes com recessão gengival & gengiva fina: o que sabemos até agora?

    Ortodontia e gengivas: cuidado com as recessões. O alinhamento dentário (ortodontia) é um sonho para muitas pessoas, principalmente porque ele melhora a autoestima. Entretanto, o grau de mau posicionamento dentário, na arcada maxilar ou mandibular, também gera um tecido mole mais fino e suscetível à recessão gengival com graus variados. Garantido: nenhum profissional gostaria de iniciar o tratamento ortodôntico e "piorar" o que já está caracterizado como recessão gengival. Nesta situação, um trabalho recente mostra quais seriam os três pilares fundamentais para enfrentar o problema: 1) avaliar o risco de defeitos por recessão gengival e como mitigá-los, 2) avaliar clinicamente e por imagens (tomográficas de feixe cônico, quando necessário) o grau da deformidade (extensão e severidade do defeito), e 3) executar o aumento de tecido mole mais adequado. Do ponto de vista da terapia, a saúde periodontal deve ser obtida ANTES da ortodontia ser realizada. Depois, o tratamento ortodôntico deveria considerar três fatores básicos: A presença de uma deformidade mucogengival A quantidade/espessura de gengiva inserida (<1mm ou >1mm) Se o dente se encontra "fora" ou "dentro" do seu envelope alveolar Por exemplo, quando o paciente tem um defeito gengival e a sua gengiva é fina (<1mm), será necessário fazer o aumento do tecido mole (o tecido conjuntivo ainda é considerado padrão ouro nestas situações) ANTES do tratamento ortodôntico. Em outro caso, se o dente com a deformidade gengival estiver fora do envelope alveolar, movimentos de torque/translação devem ser feitos para recoloca-lo no seu lugar, ANTES de qualquer terapia de aumento gengival. Para simplificar a vida clínica, este trabalho ainda apresenta um belo fluxograma de decisão sobre o momento em que a Ortodontia entra como terapia nos casos de deformidade/defeito gengival. Basta clicar no link abaixo: https://doi.org/10.1053/j.sodo.2023.09.002

  • A sétima conferência de Consenso ITI 2023 está no ar!

    Conferências de consenso: assuntos atualizados. Haja fôlego! A Sétima Conferência de Consenso ITI 2023 acaba de ser disponibilizada online e gratuitamente! Para quem faz implante dentário, prótese e periodontia, é leitura obrigatória. Prepare o seu café da manhã e mergulhe fundo! No meu ponto de vista, além da qualidade das revisões apresentadas, a novidade está numa sessão onde "o paciente pergunta" e o "dentista responde". Confira abaixo algumas das conclusões e recomendações neste consenso: A "cicatrização óssea inicial" após a colocação do implante em rebordos cicatrizados se daria até os seis meses. Em até 72 meses, a redução na espessura da tábua vestibular varia entre 0,3 e 1,8mm. Implantes dentários com defeitos tipo deiscência óssea vestibular e que recebem ROG simultânea mostram menos perda óssea vertical comparados aos que não recebem ROG na fase de cicatrização inicial. Implantes dentários em sítios cicatrizados e com tábua vestibular fina terão resultados clínicos menos favoráveis se não receberem aumento ósseo simultâneo. Se o sítio do implante estiver saudável, mas a faixa de mucosa queratinizada for inadequada e o paciente relatar dificuldade ou desconforto na higienização, o enxerto gengival livre é recomendado para áreas não estéticas, enquanto o enxerto de tecido conjuntivo é recomendado para áreas estéticas. Os implantes de zircônia (peça única) já mostram taxas de sucesso entre 93% e 100% após 5 anos de acompanhamento quando comparados aos implantes de titânio (a evidência ainda está limitada aos estudos prospectivos, sem estudos RCT na meta-análise) . Os dados sobre os implantes de zircônia (2 peças) ainda são poucos e inconclusivos do ponto de vista clínico. Overdentures mandibulares retidas por dois implantes são superiores às Overdentures mandibulares retidas por um implante apenas, quando se analisa os desfechos relatados pelos pacientes. A força de mordida e a eficiência mastigatória aumentam quando os pacientes recebem uma prótese total ou fixa mandibular sobre implantes, comparada aos pacientes que só possuem próteses totais convencionais em ambas as arcadas. A colocação e o carregamento imediato de implantes dentários na zona estética da maxila pode ser considerada uma opção previsível e segura, com resultados estéticos favoráveis por até 5 anos. A colocação e o carregamento/restauração imediata de implantes dentários na zona estética (Tipo 1A) é considerada de alto sucesso, mas complicações biológicas e técnicas ainda podem ocorrer. Uma infecção periapical crônica não é contra indicativa, dado que o osso remanescente forneça estabilidade primária adequada. Condições ideais para este procedimento incluem: dentes adjacentes saudáveis, osso vestibular intacto, ausência de infecção aguda, capacidade de colocar o implante na posição 3D correta, estabilidade antecipada do implante que permita sua restauração imediata. Se o osso vestibular for fino, o gap deve receber enxerto de biomaterial, considerando-se também um enxerto de tecido conjuntivo. Recomenda-se que o procedimento seja realizado por cirurgiões com muita experiência, e que planos de contingência sejam estabelecidos caso a colocação/restauração imediata não seja possível.

  • Gengiva artificial tridimensional funcional: a nova fronteira na pesquisa em Periodontia

    Simulação de um biorreator para cultura de células Pesquisadores das Universidades de Tufts e Massachussets em conjunto com investigadores do Instituto Forsythe , conseguiram desenvolver um sistema laboratorial muito próximo do funcionamento do periodonto humano. O processo parte da seda do Bombyx mori, que é transformada em gel e vertida sobre uma base de polidimentilsiloxano (PDMS) replicando um arquivo impresso tridimensionalmente de uma unidade dentogengival. Daí, as células gengivais são introduzidas, cultivadas e alimentadas pelo sistema do biorreator, formando mais tarde um tecido funcional, com saliva e outras particularidades. Mesmo que o sistema ainda não seja capaz de formar osso alveolar, ligamento periodontal e os dentes, a ideia dos pesquisadores é testar a barreira epitelial gengival contra o efeito de cisalhamento do fluxo salivar, e se essa barreira melhora com o tempo. Entretanto, já foram além e introduziram o P. gingivalis, fato que se mostrou positivo no teste de homeostasia dinâmica celular. Os próximos passos envolvem a exposição deste modelo às interações complexas entre patógenos e hospedeiros. Acesse o trabalho clicando no link abaixo:

  • Suturas mais funcionais para cirurgias periodontais mais produtivas

    Suturas funcionais: cirurgias periodontais mais produtivas Suturas são biomateriais utilizados para aproximar as bordas de uma lesão, confeccionadas com os mais diversos polímeros, sendo absorvíveis ou não. A sutura sem tensão é o nosso objetivo final, e com treinamento supervisionado chegamos lá. Entretanto, alguns aspectos nós não conseguimos controlar: ao longo do processo de cicatrização, as suturas também funcionam como locais para acúmulo de bactérias. Isto ocorre porque as feridas criadas pelo corte dos instrumentos nem sempre podem ser limpas completamente; os locais ficam sensíveis, dolorosos ou incomodativos. Justo o tipo de contaminação que diminui nossos resultados estéticos nas cirurgias plásticas periodontais, mucogengivais, na colocação dos implantes, e também na utilização dos enxertos. Mas a tecnologia do século 21 vem dando amostras que podemos alterar biomateriais com sucesso: há duas formas populares de se fazer isso: trocando sua constituição química deixando sua superfície funcional Para deixar a superfície funcional, é preciso criar uma camada química, de boa adesão e capaz de repelir as bactérias. No estudo mais recente, uma tinta à base de hidrogeis compósitos (CHP), contendo metacrilatos, glicidina e sulfobetaína, batizada de pSGT, foi obtida e caracterizada. Ao mesmo tempo, os pesquisadores aplicaram esta tinta em fios de suturas e fizeram cirurgias experimentais em ratos. Os resultados preliminares mostraram que: o coeficiente de fricção da sutura com tinta CHP foi duas vezes menor do que na sutura sem tinta redução de mais de 90% nas contagens de Estafilococos aureus e Escherichia coli tinta de cobertura têm capacidade para reter medicamentos e libera-los de forma controlada ausência de infecção e imagens histológicas compatíveis com cicatrização normal após 7 dias

  • Raízes remanescentes e a gengiva na região estética

    Raízes remanescentes e a gengiva na região estética. Dentes possuem um potencial biológico singular na prática clínica. Mesmo se as coroas dentárias forem perdidas (trauma, cárie, etc.), teremos as raízes. Os guias de decisão preconizam que raízes sejam extraídas nos casos de reabsorção interna/externa ou fratura radicular que não possa ser suavizada. Por outro lado, a raiz poderá ser reaproveitada. Considerando a biologia dos tecidos moles e duros e como a estética é um dos pontos importantes na Odontologia, seria bom ficar de olho nas situações abaixo e ativar o seu endodontista de preferência: Formar tecido mole e duro pela extrusão ortodôntica controlada da raízes Forças ortodônticas podem trazer os tecidos moles e duros para uma posição mais coronal quando seus vetores são bem controlados. Esta terapia tem mais de 40 anos, é simples, necessita de fios ortodônticos / bráquetes, ou de uma placa oclusal para controle/troca dos elásticos. Formar tecido mole submergindo/sepultando a raiz para possível extração/colocação futura do implante Outra terapia clássica é reduzir o aspecto coronal radicular, colocando-a praticamente para dentro dos alvéolos. A gengiva se prolifera e fecha esta área, melhorando a qualidade do tecido mole necessário à estética e colocação posterior do implante dentário. Esta prática tem mais de 30 anos e só precisa de uma broca esférica para ser realizada. Manter a forma do rebordo reduzindo-se a raiz dentária A decisão pela não extração e sepultamento radicular foi uma das primeiras ideias para preservar o rebordo alveolar e que persiste até os dias de hoje, principalmente quando os pacientes não querem receber implantes dentários. Esta prática tem mais de 50 anos, e pode ser usada sob os pônticos das próteses parciais fixas. Colocar o implante removendo o fragmento palatino da raiz A técnica que se popularizou como “socket-shield” apresenta três opções: remover a parte palatina da raiz e colocar o implante dentário por palatino; fazer a osteotomia com fresas, remover a raiz palatina e colocar o implante dentário. A terceira opção é colocar um biomaterial entre o fragmento vestibular e a parede do implante dentário. Revisões sistemáticas recentes mostram que os resultados são benéficos no controle da espessura da tábua vestibular e remodelação óssea radiográfica. Esta prática tem mais de 13 anos. Triturar a dentina (dente extraído) para liberar seus fatores de crescimento Não são só os hemoderivados aglutinados que possuem esta faceta: raízes também guardam fatores de crescimento. Através de um equipamento especial, o material está pronto para ser colocado no alvéolo. Embora esta filosofia não seja recente, a tecnologia do século 21 ajuda e seus resultados promissores têm motivado adeptos pelo mundo todo.

  • Células-tronco irão ao espaço!

    Células-tronco irão ao espaço! O controle da missão informa: Até o começo do mês de maio de 2023, na Flórida, a Space X, em parceria com a NASA, através do lançador de foguetes Falcon 9, levará dentro da cápsula Dragon a tecnologia para que células-tronco sejam testadas em microgravidade durante a missão Ax-2. Esta também é uma parceria com o Cedars-Sinai Instituto de Medicina Regenerativa, sob responsabilidade dos pesquisadores Arun Sharma e Clive Svendsen. "A gravidade pressiona as células-tronco para que mudem para outros tipos celulares". Então, na sua ausência, poderemos testar se elas crescem mais rápido, mostram poucas alterações genéticas, e mantém seu estado de pluripotencialidade, essencial para que originem diversos tipos de células no ser humano.", aponta o Dr. Clive Svendsen. "Produzi-las em grandes quantidades e ainda manter sua qualidade é um grande desafio na Terra. Na ausência de gravidade, esperamos obtê-las em larga escala e assim testá-las em diversas terapias, por exemplo, na área cardíaca", como enfatiza o Dr. Arum Sharma. Do lado da NASA, só dependerá das condições atmosféricas adequadas. E mesmo antes das células-tronco irem ao espaço, outras células tronco, as gengivais, mostram resultados promissores no tratamento do diabetes e mal de Parkinson.

  • Flapless = boneless? A espessura crítica na maxila

    Flapless = boneless? A espessura crítica na maxila. No princípio dos anos 2000, o exame de tomografia computadorizada de feixe cônico começava a se popularizar em função das cadeiras posicionadoras (contraponto ao tomógrafo de mesa) e praticidade de operação. Hoje, o custo é cada vez mais acessível, e a TCFC é considerada como grande auxiliar no diagnóstico do volume ósseo antes da instalação dos implantes osseointegrados. A TCFC é um exame do tipo não destrutivo: além de fornecer volume, seus cortes axiais proporcionam a espessura das tábuas ósseas vestibular e lingual. Claro, o interesse está na região estética. Também, é do conhecimento de todo radiologista ou especialista em imagem: o tamanho do vóxel tem que ser reduzido dos seus habitais 0,3 mm - 0,4 mm para 0,1 mm porque a tábua óssea na maxila é muito fina. Entretanto, também existe a microtomografia computadorizada, que gera imagens com maior precisão do que uma TCFC. Pela sua alta dose de radiação, está descartada nos seres humanos. Mas, quando ela é usada em crânios humanos secos, os benefícios são ampliados. Dados recentes mostram que a espessura na região estética maxilar, entre caninos, pode ser menor do que se pensa: ao nível cervical, quer seja central, lateral, ou canino, a espessura óssea não passa dos 0,5mm; praticamente, é o tal "bundle bone". quando se caminha da cervical ao nível do ápice, a espessura no aspecto vestibular pouco muda a espessura no aspecto palatino é diferente, podendo sim ficar entre 3 - 4mm ao nível do ápice um dos dados mais interessantes é a prevalência de fenestrações, que pode chegar aos 20% na região cervical e aos 33% mais próxima do ápice deste dente centrais e laterais também mostram fenestrações entre 13% e 10%, respectivamente Os dados deste artigo também atentam para um cuidado maior nos planejamentos com cirurgia flapless (sem retalho): não podemos confiar 100% na imagem de TCFC. Para saber mais, clique no link abaixo:

  • Bisfosfonatos e extrações dentárias: quando?

    Bisfosfonatos: os cuidados com os pacientes no antes, durante e depois do tratamento odontológico. Faz algum tempo que a pirâmide populacional brasileira não se parece mais com este sólido geométrico. Agora, é uma pilha de prateleiras mais engordadas ao centro. Isto significa que a terceira idade cresceu e apareceu. Prova disso é o desfile de personal trainers, com roupas e calçados descolados, orientando esta faixa etária em qualquer hora do dia. Viva a medicina do século 21. Também, faz bem mais de tempo que os bisfosfonatos são medicamentos de escolha para reposição hormonal pós menopausa e osteoporose. Viva a melhora da qualidade de vida. Se procurarmos com mais atenção, veremos que são utilizados nos casos de malignidades. Mas a terceira idade é uma frequentadora assídua dos nossos consultórios por diversos motivos. Afinal, segundo eles e elas, é a "hora mais suave" para tratarem os dentes. Entretanto, são nas perguntas dos nossos prontuários, principalmente aquelas relacionadas à saúde geral, que devemos ficar com olhos de águia, especialmente se o alarme soar nos trechos "...tomo cálcio...faço reposição hormonal..." E esse "alarme" tocou em 2003 através de uma carta publicada relatando 36 casos de lesões ósseas nos maxilares. Após revisão cuidadosa das fichas na faculdade de Medicina em Miami, dois medicamentos, bisfosfonatos nitrogenados, foram apontados como possíveis agentes. Como este fato atingiu níveis preocupantes, a AAOMS já realizou três consensos, resultando em "position papers", desde 2007. Em poucas palavras, bisfosfonatos impedem a reabsorção óssea. Em qualquer processo inflamatório ósseo, é preciso remover o "osso velho" para colocar "osso novo". Como isto não acontece, sítios ósseos necróticos que não cicatrizam serão observados e ainda funcionarão como foco para novas infecções. Depois de 20 anos, a AAOMS lança mais um "position paper", com uma definição sobre as estratégias de prevenção contra MRONJ, enfatizando os casos de extração dentária, da seguinte forma: doenças não malignas: antes do tratamento ou durante o uso desses medicamentos, otimizar a saúde bucal e fornecer aconselhamento sobre os riscos associados. doenças malignas: antes do tratamento, se as condições sistêmicas permitirem, extrações devem ser feitas; durante o tratamento, cirurgias dentoalveolares devem ser evitadas; as raízes devem ser mantidas em posição (uma estratégia consagrada para se evitar a perda do osso alveolar). Finalmente, os implantes dentários estariam contraindicados.

  • FAM20B e Osseointegração

    FAM20B e osseointegração: novos achados. Osseointegração O que a ciência vê na interface osso-implante? Uma camada rica em proteoglicanas (PGs). Na fase avançada de formação nesta interface, células-tronco da medula óssea serão recrutadas e se diferenciarão em osteoblastos. Então, os osteoblastos produzirão a matriz óssea, que contém fibras colágenas e proteoglicanas (PGs). Pelo menos, é o que deve ocorrer enquanto o implante dentário osseointegra. Esclarecendo o papel das proteoglicanas Proteoglicanas (PGs) são formadas por um eixo central e eixos paralelos de glicosaminoglicanas (GAGs). Numa visão geral, as GAGs são as cerdas da escova de limpar mamadeiras. As PGs são a substância fundamental da matriz óssea mineralizada. Existem diversos sinais que controlam essa diferenciação de célula-tronco em osteoblasto. Entretanto, poderia haver um mecanismo capaz de inativar todos? FAM20B: uma molécula chave na dentição humana Dentro das células, é uma molécula que “controla” parte da montagem das glicosaminoglicanas (GAGs) no eixo central da proteoglicana (PGs). Distúrbios neste mecanismo geram síndromes que afetam o crescimento em seres humanos. nos ratos, perturbações na FAM20B provocaram dentes supranumerários e de cor diferente dos dentes naturais. Quando a FAM20B é afetada, o que acontece com as células-tronco da medula óssea que deveriam produzir osso em contato com o titânio? Justamente a redução nos níveis de osteocalcina e fosfatase alcalina (a dupla dinâmica indicativa de osso) e nos níveis moleculares das grandes vias de osteogênese (ERK1/2 e Runx2). Assim, embora a secreção das proteoglicanas (PGs) tenha continuado, não foram gerados os níveis desejados de glicosaminoglicanas (GAGs). Uma escova não pode ser útil sem as suas cerdas. As células-tronco sem FAM20B não formarão a tão necessária camada rica em PGs que constitui a interface de adesão. Claro, esse estudo explica parte do que seria a falha na osseointegração, mas não o todo. Clique no link abaixo e confira: https://doi.org/10.1016/j.actbio.2023.02.035

  • A hora de dormir e a sua pele: não “aposte tudo” na harmonização orofacial

    A hora de dormir: cuide bem da pele do seu rosto não só com harmonização orofacial. A harmonização orofacial é uma febre no Brasil e no mundo. Consultórios dermatológicos e odontológicos já utilizam diversas técnicas para deixar narizes, lábios e rostos mais belos. Quando bem executada, rejuvenesce. A saúde da pele não é algo novo: ingestão regular de água e qualidade na alimentação são fundamentais, você sabe. E quando você não dorme na hora certa, a sua pele acorda “cansada”. Cansada ou envelhecida? Tem diferença? Pouca gente sabe: a saúde da pele também depende de dois fatores novos: a quantidade de calorias que é ingerida por período e se você respeita as fases de claro e escuro. Em 2017, um estudo mostrou que a pele dos camundongos, que se alimentavam apenas durante o dia, possuía maior capacidade de reparar o DNA afetado pela radiação solar (luz ultravioleta). Agora, em 2023, uma revisão levanta outra hipótese para explicar porque o horário de dormir (à noite) deve ser respeitado: mais uma vez, a camada basal da pele apresenta de 3 a 4 vezes mais células-tronco na fase S (onde ocorre a duplicação do DNA) durante a noite, e não durante o dia. Este fato também ocorre nos ratos com restrição calórica (aqueles que comem apenas durante o dia). Entretanto, quando o ritmo circadiano de claro e escuro é interrompido, há mais células sendo danificadas (metabolismo oxidativo normal) do que células novas produzidas (glicólise que ocorre à noite na fase S). O efeito global nas células da sua pele? Envelhecer. Na vida contemporânea, horários de sono e alimentação podem ser facilmente alterados durante viagens noturnas, principalmente quando aguardamos pelos voos. Então, pelos olhos da ciência, dormir cedo não é um conceito tão ultrapassado.

  • Suplementos Especiais ImplantNews! Osteoimunologia da doença periodontal

    Suplemento especial ImplantNews: como funciona a imunologia periodontal. A revista ImplantNews, publicação especializada em Implantodontia, Periodontia, e Prótese Dentária, também responsável pelo nascimento do Encontro de Leitores, que cresceu e se transformou nos internacionalmente famosos congressos IN , tem, ao longo dos seus 18 anos de existência contínua, apresentado a melhor informação para o exercício clínico da Odontologia. Neste ano, cada número traz uma série de novos suplementos especiais, gerando mais dinamismo e reflexão em assuntos fundamentais, preparados pelo editor científico da seção Implantodontia, Prof. Dr. Paulo H. O. Rossetti. Assim, o quinto suplemento desta série fala sobre a osteoimunologia da doença periodontal, trazendo ilustrações que facilitam a compreensão do leitor. https://www.revistaimplantnews.com.br

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