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- Suplementos Especiais ImplantNews! Implantes de zircônia: estudos em animais
Suplemento especial ImplantNews: zircônia - estudos em animais A revista ImplantNews, publicação especializada em Implantodontia, Periodontia, e Prótese Dentária, também responsável pelo nascimento do Encontro de Leitores, que cresceu e se transformou nos internacionalmente famosos congressos IN , tem, ao longo dos seus 18 anos de existência contínua, apresentado a melhor informação para o exercício clínico da Odontologia. Neste ano, cada número traz uma série de novos suplementos especiais, gerando mais dinamismo e reflexão em assuntos fundamentais, preparados pelo editor científico da seção Implantodontia, Prof. Dr. Paulo H. O. Rossetti. Assim, o quarto suplemento desta série fala sobre os implantes de zircônia, destacando os achados em animais, no formato de cards, para facilitar a memorização e identificação, com QRCodes que levam para as referências originais! https://www.revistaimplantnews.com.br
- Afinal, a doença de Alzheimer também seria uma resposta frente à “infecção”?
Doença de Alzheimer: possível resposta frente à “infecção”? A doença de Alzheimer é uma questão muito séria: é a desconexão de um indivíduo com o mundo e seus familiares. Pode ter origem genética, mas também outros fatores são apontados, principalmente a idade avançada. Entretanto, muitos tratamentos não avançam porque esta relação de causa e efeito não é encontrada em todos os pacientes com doença de Alzheimer. Mas, uma revisão que acaba de sair, publicada na revista PLOS ONE, lança a nova possibilidade: a produção da proteína beta amiloide, responsável pela neurodegeneração, também seria uma reação do cérebro à infecção por bactérias, vírus e fungos. Assim, esta proteína se comportaria com peptídeo antimicrobiano. E mesmo que a defesa seja efetiva, o acúmulo crônico da beta amiloide vai gerar morte neuronal. Fim das sinapses, fim da memória. Importante: segundo esta revisão, o nervo olfatório, o nervo trigêmeo e a barreira hematoencefálica seriam vias de penetração para estes patógenos. Estamos falando de Anatomia, Periodontia, Otorrinolaringologia. Lembrando: um dos principais patógenos na periodontite (P. gingivalis) já foi encontrado em biopsias cerebrais de pacientes com Alzheimer. Confira a revisão sobre a doença de Alzheimer no link abaixo: https://doi.org/10.1371/journal.ppat.1010929
- O câncer bucal pode sobreviver mesmo sem glicose? Como?
O açúcar e o seu papel no câncer bucal. Você já ouviu que as células cancerígenas têm alto consumo de energia. Sim, muita glicose. E quando essa glicose acaba, o que elas fazem? Sem combustível, não tem carro que ande. O tumor deveria diminuir (autofagia celular). Entretanto, para sobreviver, elas usam seu maquinário interno e produzem uma substância chamada fator de crescimento neural (NGF). Pelo menos, é o que acontece com as células do carcinoma escamoso oral. Mais de 90% dos cânceres bucais são deste tipo. Afeta mais os homens do que as mulheres. Um estudo em animais, feito na China, descobriu que essas células cancerígenas, na ausência de um estoque de glicose adequado, mudam parte do seu maquinário interno, gerando o fator de crescimento neural (NGF). Esse fator faz com que as fibras nervosas próximas da lesão produzam a proteína relacionada ao gene da calcitonina (CGRP). Coincidência: são as mesmas fibras nervosas que conduzem os impulsos que o nosso cérebro reconhece como dor (nocicepção). Daí, a CGRP volta para a célula cancerosa, entra numa via de sinalização, e no final impede que as células do câncer bucal se autodestruam (autofagia). Felizmente, existe um medicamento, o rimegepant, aprovado pelo FDA para tratamento de enxaqueca em 2020, que impede a ação do CGRP, e quem sabe possa ter os mesmos efeitos nos seres humanos, ou seja, reduzir este tumor. O estudo original está no link abaixo:
- Doença Periodontal: como diagnosticar nos dias atuais?
A qualidade do sorriso depende da identificação e do tratamento da doença periodontal. Nesses tempos de internet, a Odontologia tem se perguntado com mais frequência sobre o diagnóstico e prognóstico dos elementos dentários. Ao mesmo tempo, em função de um consenso, a doença periodontal teve parte de sua classificação atualizada, incluindo mais aspectos sobre o mundo dos implantes dentários. Assim, é vital que profissionais de todas as áreas tenham não só acesso, mas também a chance de diagnosticar e tratar melhor essas patologias que afligem os nossos pacientes. Para usar a Nova Classificação das Doenças Periodontais, basta clicar nos arquivos abaixo e fazer o download:
- Células-tronco da cavidade bucal e seus avanços no combate ao Diabetes e mal de Parkinson
Células-tronco da cavidade bucal e seus avanços no combate ao Diabetes e mal de Parkinson. Células-tronco! Sim, células-tronco mesenquimais ou células sinalizadoras medicinais. E adivinhem? A cavidade bucal do seu paciente é uma grande fonte de células-tronco. Por exemplo, elas podem ser encontradas na polpa do dente decíduo exfoliado, na gengiva, e no ligamento periodontal. Duas grandes características marcam as células-tronco: capacidade de se tornarem células típicas de outros órgãos e sua auto renovação. Isto traz esperança para que num futuro bem próximo, através da engenharia tecidual e impressão 3D, o número de transplantes de órgãos seja reduzido e a necessidade de doadores compatíveis seja menor. No diabetes tipo 2 A insulina gerada pelo pâncreas não consegue mais colocar o açúcar para dentro das células musculares, de gordura, ou do fígado. Além disso, se não controlada, essa doença gera lesões microvasculares nas extremidades das mãos e pés, nos olhos (retina), e ainda dificulta a cicatrização das feridas (que não fecham), podendo gerar problemas cardiovasculares ao longo do tempo. Estes fenômenos são bem descritos na literatura médica. Atualmente, o dentista ocupa uma posição chave, já que nas consultas pré-operatórias ele deve pedir o exame da glicemia ao seu cliente. A metformina é o medicamento conhecido utilizado para reduzir os efeitos destas complicações. A doença de Parkinson É uma neurodegeneração (só fica atrás do Alzheimer) caracterizada pelo tremor, rigidez, instabilidade postural. Pacientes com Parkinson têm episódios frequentes de câimbras. O motivo é a perda dos neurônios que secretam dopamina, um neurotransmissor que fica na substância negra do cérebro. Dois artigos recentes, publicados por grupos independentes, trazem luz sobre o uso das células-tronco mesenquimais no Diabetes e mal de Parkinson: No primeiro artigo, a metformina promoveu a proliferação de células-tronco da polpa dentária e as estimulou a expressar componentes relacionados à migração e angiogênese. Quando as células-tronco foram tratadas previamente com metformina e cultivadas com as células do cordão umbilical, as últimas mostraram forte capacidade de migração e angiogênese (formação de novos vasos), tanto in vitro quanto in vivo. No segundo artigo, as células-tronco gengivais foram capazes de modificar as células características do mal de Parkinson, protegendo os neurônios da morte programada (apoptose) e necrose, recuperando a integridade das membranas, e assim melhorando os impulsos nervos e os movimentos das cobaias. Sem dúvida, novas perspectivas no horizonte! Vamos acompanhá-las!
- A minha peri-implantite não é mais igual à sua. Isso é bom?
Peri-implantite: as taxas reais são menores? A nova classificação das Doenças Periodontais foi obtida após um consenso em 2017 e publicada em 2018. Naquela época, clínicos do mundo inteiro perguntavam: O que isto vai mudar na minha prática? Vamos classificar novamente todos os nossos pacientes com problemas periodontais e/ou peri-implantares? Ambas as perguntas implicam em mudanças nas filosofias de tratamento e também nos custos associados. E como o assunto também interessa o setor de saúde pública, grupos do mundo inteiro saíram em busca de respostas. Quatro ou cinco anos depois, uma delas se refere à mucosite peri-implantar e peri-implantite. Originalmente, em 2015, quando o primeiro estudo foi publicado, os critérios adotados para definir peri-implantite eram: sangramento/pus à sondagem, perda óssea radiográfica ≥ 2mm e profundidade de sondagem ≥ 4mm. Um total de 96 pacientes e 225 implantes dentários. Isto gerou uma taxa de peri-implantite de 16% nos implantes. Quando os mesmos participantes (95 em 96) foram chamados novamente, e os exames refeitos com novos critérios: sangramento/pus à sondagem, perda óssea radiográfica ≥ 3mm e profundidade de sondagem ≥ 6mm, a taxa de peri-implantite ficou em 3,4% nos implantes. Respondendo às duas perguntas: Sim, as taxas de peri-implantite podem ser menores Sim, é necessário mudar a rotina clínica
- A relação entre os implantes dentários e o seio maxilar
Seio maxilar: sinusites geradas por implantes dentários? Pesquisadores de algumas universidades da Itália acabam de entregar uma proposta para tratamento de implantes dentários que se projetam no seio maxilar. Utilizando a metodologia Delphi, de acordo com os participantes, implantes osseointegrados que se projetam radiograficamente no seio maxilar ou na fossa nasal requerem tanto monitoramento quanto os implantes totalmente recobertos por osso. Nos eventos de sinusite, a colaboração entre os cirurgiões e otorrinolaringologistas é necessária. A remoção do implante só deveria ser considerada quando o tratamento farmacológico e o tratamento cirúrgico da sinusite falharam. Além de ser uma revisão interessante sobre o tema, todo o processo de decisão para retirar ou não o implante dentário é esquematizado no formato de árvore de decisão. O trabalho pode ser lido em: Int J Oral Implantol (Berl) 2022 Sep 9;15(3):265-275.
- Aumento do rebordo ou cirurgia guiada na implantodontia?
A agenesia dos incisivos laterais: cuidados na inserção dos implantes dentários. Uma parceria entre os Departamentos de Ortodontia das Universidade de Viena, Áustria e Malmö, Suécia, mostra que o contorno e a espessura do rebordo alveolar são menos desenvolvidos em indivíduos com agenesia do incisivo lateral, bilateral e em sítios onde os incisivos haviam sido extraídos. Ao analisarem os cortes transversais de 101 tomografias computadorizadas de feixe cônico em pacientes com agenesia uni e bilateral dos incisivos laterais, os pesquisadores também observaram que a curvatura na porção vestibular também é ainda mais significativa na agenesia bilateral do que na agenesia unilateral. Esta é mais uma contribuição para o estudo do desenvolvimento da maxila, já que os pesquisadores reconhecem a multiplicidade de fatores no processo e a escassez dos dados já publicados. Assim, esse estudo tem implicações diretas no planejamento de implantes osseointegrados, principalmente no processo de decisão entre o aumento prévio com biomateriais para compensar a curvatura do rebordo alveolar e a realização de cirurgias guiadas em sítios com agenesia. Saiba mais clicando no botão abaixo:
- Peri-implantite, reação de corpo estranho, osteoimunologia, imunomodulação!
Peri-implantite, reação de corpo estranho, osteoimunologia, imunomodulação! Não é próximo round, mas progrediu. Cada vez mais, a tal da reação de corpo estranho na peri-implantite toma forma. Dois componentes foram acrescentados: a osteoimunologia e a imunomodulação. Será que há alguma relação com a peri-implantite? Faz sentido? Vamos aos elementos as células do sistema imune e do sistema ósseo possuem a mesma origem este sistema de defesa garante a sobrevivência da espécie explica a maioria das perdas assépticas e as variações nos níveis ósseos radiográficos - nos primeiros anos de uso dos implantes de titânio estabelece um estado de transição estacionário ao longo dos anos, onde “reação de corpo estranho” e “equilíbrio de corpo estranho” são os polos principais. Curso (muito básico) de biologia óssea & implantes dentários abriu o retalho, colocou o implante dentário, suture. em poucos minutos/horas/dias, o estado inflamatório e seus macrófagos estas células podem ampliar a inflamação (M1) ou caminhar para resolve-la (M2) usando alguns de seus produtos químicos, sendo um deles as citocinas o perfil de citocinas do M1 é diferente do perfil de citocinas do M2 no titânio, pela nova hipótese, quando estamos em “equilíbrio de corpo estranho”, o perfil seria M2, resolvendo a inflamação, e atraindo células que formam osso além do tipo de material, se mudarmos sua superfície, também faremos os macrófagos caminharem para o perfil M2 (isto é uma das muitas formas de imunomodulação). Porque o assunto vai render? A peri-implantite é uma outra doença? Pela introdução das ciências ômicas, criando os mapas de interação/ativação que vão além dos cortes histológicos e radiografias: genômica: vamos conhecer cada vez mais quais genes são ativados/desativados no processo de osseointegração transcriptômica: vamos conhecer cada vez mais os tipos de RNA envolvidos no processo proteômica: vamos conhecer cada vez mais quais proteínas são produzidas (ou não) no processo de osseointegração metabolômica: os produtos metabólicos e suas influências na osseointegração Juntando tudo isso, no que dá? Medicina personalizada. O futuro no tratamento em saúde. Clique aqui para ler a revisão gratuita.
- Divisão da crista óssea e dois implantes dentários simultaneamente: achados radiográficos
Divisão da crista óssea e dois implantes dentários simultaneamente: achados radiográficos. Stability and Crestal Bone behavior Following Simultaneous Placement of Multiple Dental Implants (Two or More) with the Bone Splitting Technique: A Clinical and Radiographic Evaluation Estabilidade e comportamento ósseo após a colocação simultânea de dois ou mais implantes usando a divisão da crista óssea Sergio Alexandre Gehrke José Eduardo Maté Sánchez de Val Maria Piedad Ramírez Fernández Jamil Awad Shibli Paulo Henrique Orlato Rossetti José Luis Calvo Guirado Purpose: The present study aimed to measure the implant stability quotient (ISQ) values at three different time points after surgical procedures and crestal bone behavior in multiple implants (two or more) installed simultaneously with the bone splitting technique. Materials and methods: For this study, 45 patients with different edentulous areas in the maxilla were selected, and a total of 114 dental implants were installed. Implant stability was measured by resonance frequency analysis immediately following implant placement to assess immediate stability (time 1) and stability at 90 days (time 2), and 150 days (time 3). Crestal bone height was measured in peri-apical radiographs at 90 and 150 days after implantation in relation to each implant shoulder, given that the implants were installed at the level of the crestal bone. Results: Six implants were not osseointegrated. Overall, the means and standard deviations of the ISQ values were 60.3 ± 4.94 (95% confidence interval [CI], 44-69) at baseline, 66.6 ± 5.28 (95% CI, 49-75) at 90 days, and 72.1 ± 4.28 (95% CI, 59-79) at 150 days (p < 0.0001). The mean marginal bone loss of the implants was 1.11 ± 0.61 mm on the mesial side and 1.17 ± 0.61 mm on the distal side at time 2, and 1.73 ± 0.68 mm on the mesial side and 1.79 ± 0.70 mm on the distal side at time 3. A strong positive correlation between implant stability and bone loss was detected (p < 0.0001). Conclusions: Within the limits of this study, the bone splitting technique with simultaneous implant installation exhibited a good success rate with respect to the osseointegration index but requires attention with respect to crestal bone behavior.
- Estabilidade de implantes em alvéolos frescos e rebordos cicatrizados
Stability of implants placed in fresh sockets versus healed alveolar sites: early findings Estabilidade de implantes colocados em alvéolo fresco versus rebordos cicatrizados: achados iniciais Sergio Alexandre Gehrke Ulisses Tavares da Silva Neto Paulo Henrique Orlato Rossetti Sidney Eiji Watinaga Gabriela Giro Jamil Awad Shibli Objectives: The present study measured implant stability quotient (ISQ) values at three different time points after surgical procedures to compare whether the stability values differed between implants placed in fresh extraction sockets versus healed alveolar sites. Materials and methods: To measure implant stability, resonance frequency analysis (RFA) was performed in 77 patients (53 women, 24 men) with a total of 120 dental implants. These implants were divided into two groups: Group 1 included 60 implants in healed alveolar sites (22 in the maxilla, 38 in the mandible), and Group 2 included 60 implants in fresh sockets (41 in the maxilla, 19 in the mandible). Implant stability was measured immediately at implant placement (baseline), 90, and 150 days later. Statistical analysis was made using a multivariate regression linear model at implant level (α = 0.05). Results: Overall, the means and standard deviations of the ISQ values were 62.7 ± 7.14 (95% confidence interval [CI], 39-88) at baseline, 70.0 ± 6.22 (95% CI, 46-88) at 90 days, and 73.4 ± 5.84 (95% CI, 58-88) at 150 days. In Group 1, the ISQs ranged between 64.3 ± 6.20 and 75.0 ± 5.69, while in Group 2, presented lower values that ranged between 61.2 ± 8.09 and 71.9 ± 5.99 (P = 0.002). Anatomic location and times periods were the only identified variables with an influence on ISQ values at implant level (P < 0.0001). Conclusions: The stabilities of the implants placed in the fresh sockets and in healed sites exhibited similar evolutions in ISQ values and thus osseointegration; however, the implants in the healed alveolar sites exhibited superior values at all time points.
- Prevalência de peri-implantite em fumantes e pacientes sistêmicos: revisão sistemática
Artigo: prevalência de peri-implantite em fumantes e pacientes sistêmicos: revisão sistemática Prevalence of Peri-Implantitis in Medically Compromised Patients and Smokers: A Systematic Review Prevalência de peri-implantite em pacientes sistemicamente comprometidos e fumantes: uma revisão sistemática Alberto Turri Paulo Henrique Orlato Rossetti Luigi Canullo Maria Gabriela Grusovin Christer Dahlin Purpose: To verify whether the diversity of systemic medical conditions and smoking act as biologic associated factors for peri-implantitis. Materials and methods: The PICO question was: "In patients with osseointegrated dental implants, does the presence of smoking habits or a compromised medical status influence the occurrence of peri-implantitis compared with the presence of good general health?" Smoking and systemic conditions such as type 2 diabetes mellitus, cardiovascular diseases, rheumatoid arthritis, lung diseases, obesity, cancer, deep depression, and osteoporosis were screened. Selection criteria included at least 10 patients per condition, 1 year of follow-up after implant loading, and strict cutoff levels (probing pocket depth [PPD], bleeding on probing [BOP] and/or pus, marginal bone loss) to define peri-implantitis. Results: From the 1,136 records initially retrieved, 57 were selected after title and abstract analyses. However, only six papers were considered for qualitative evaluation. No randomized controlled clinical trial was found. Smoking was associated with peri-implantitis in only one out of four studies. Poorly controlled type 2 diabetes accentuated only PPD and radiographic marginal bone level prevalence rates in peri-implant patients (one study). Cardiovascular disease was considered a risk (one out of two studies). The chance of peri-implant patients harboring the Epstein-Barr virus was threefold in one report. No associations were found for rheumatoid arthritis. Conclusion: Data from existing studies point to smoking and diabetes as biologic associated factors for peri-implantitis. However, the body of evidence is still immature, and the specific contribution of general health problems to peri-implantitis requires additional robust epidemiologic and clinical investigations.












