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  • IN Congress 26 - Maria Elisa Galarraga Vinueza

    Maria Elisa Galarraga Vinueza pela primeira vez no IN Congress 26! Marque na sua agenda! Entre 22 e 25 de setembro de 2026, deixe marcado na sua agenda: O IN Congress está de volta no Distrito Anhembi, em São Paulo! Por enquanto, a organizadora desse evento, a VMCom, segue divulgando a lista dos primeiros convidados internacionais. Dentre os nomes já confirmados, temos o da Profa. Dr. Maria Elisa Galarraga Vinueza NOTA: O site do IN Congress está em construção, mas já aceita pré cadastro para ofertas especiais clicando aqui Maria Elisa Galarraga-Vinueza: mini biografia Programa de Periodontologia, Harvard School of Dental Medicine Professora assistente, Departamento de Implantodontia, Tufts University, Boston (2021-2024) Residência no programa de Mestrado, Universidade Federal Santa Catarina, Brasil Pesquisadora Visitante, Institute of Biomaterials, Friedrich-Alexander-Universität, Germany Prêmio, Osteology Foundation Scholarship (2019) 40 artigos científicos e 5 capítulos de livros sobre a etiologia, prevalência e possibilidades de tratamento da peri-implantite Comitê de Pesquisa da Iberoamerican Federation of Periodontology Membro, Expert Council - Osteology Foundation Revisora dos periódicos científicos Journal of Clinical Periodontology (JCP), Clinical Oral Investigations (COI), e Clinical Implant Dentistry and Related Research (CIDRR). Trabalhos científicos já publicados: Clique aqui e veja uma lista com links para os artigos sobre a etiologia, epidemiologia, e as possibilidades de tratamento da peri-implantite já publicados pela Profa. Galarraga Vinueza.

  • IN Congress 26 - German Gallucci

    German Gallucci estará de volta ao IN Congress 26! Marque na sua agenda! Entre 22 e 25 de setembro de 2026, deixe marcado na sua agenda: O IN Congress está de volta no Distrito Anhembi, em São Paulo! Por enquanto, a organizadora desse evento, a VMCom, segue divulgando a lista dos primeiros convidados internacionais. Dentre os nomes já confirmados, temos o do Prof. Dr. German Gallucci. NOTA: O site do IN Congress está em construção, mas já aceita pré cadastro para ofertas especiais clicando aqui German Gallucci: mini biografia Doutorado em Medicina Dentária (Dr. Med. Dent.) pela Universidade de Genebra, Suíça. Pós-Doutorado, Departamento de Prótese Fixa e Oclusão, Universidade de Genebra PhD, Universidade de Amsterdã, Holanda. Em 2007, estabeleceu o Programa de Pós-graduação em Implantologia Oral, Harvard School of Dental Medicine (HSDM) Chefe do Departamento de Odontologia Restauradora e Ciência dos Biomateriais na HSDM. Autor de diversas publicações em prótese fixa e implantodontia. Membro dos quadros editoriais das revistas científicas Journal of Dental Research (JDR), Clinical Oral Implants Research (COIR), e International Journal of Oral and Maxillofacial Implants (IJOMI) Fellow, International Team for Implantology (ITI) in Suíça Membro ativo da AO e EAO. German Gallucci: entrevista Confira no link abaixo: Entrevista internacional: German Gallucci - Mentor Odonto Trabalhos científicos já publicados: Clique aqui e veja uma lista com links para os mais de 100 artigos originais sobre as suas linhas de investigação em prótese fixa, implantodontia oral, e tecnologia digital já publicados. Clique aqui e leia a opinião recente sobre protocolos de carga em PPFs com implantes dentários

  • AULA GRATUITA: facetas de porcelana - o tipo de escâner importa?

    Facetas de porcelana: o tipo de escâner importa? Facetas de porcelana - um breve contexto Um tipo de restauração onde apenas uma parte da estrutura dentária perdida é recoberta. Os preparos dentários são mais conservadores e muitas vezes desafiadores para manter a estética sem quebrar a harmonia entre os dentes vizinhos. Problemas com excesso de cimento são encontrados quando as facetas de porcelana não se ajustam bem. A faceta de porcelana tem uma adaptação melhor em função do tipo de escâner? escâner intraoral ou extraoral (de bancada)? o tipo de escâner pode provocar diferenças na adaptação interna e externa? porque é importante entender a adaptação do ponto de vista micrométrico? o que esses resultados mostram para a sua clínica? Aula gratuita - interpretando um artigo sobre faceta de porcelana explicação dos termos usados metodologia estatística simplificada Clique no link abaixo para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=rEOaaNXN0NU Veja outros conteúdos gratuitos em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI Conheça a playlist LEIA COMIGO! em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI/playlists

  • Os caminhos até o congresso IN26 - parte 2 - perda dentária unitária

    Perda dentária: quando o dente sai, o implante dentário fica? A chegada dos implantes dentários desafogou muitos tratamentos odontológicos tidos como "impossíveis". O sucesso das próteses totais sobre implantes contemporâneos, especialmente na arcada mandibular, local onde o osso “some rapidinho”, popularizou esse conceito. Em resumo: mastigar "de verdade" era para os abençoados pela biologia óssea.   Em pouco tempo, novas propostas surgiram em arcos parcialmente edêntulos, e não demorou muito até que a perda dentária unitária fosse encarada com força total.   Rapidamente, dois tipos subliminares de ilusão de óptica se desenvolveram, sendo muito piores do que “ver água no deserto”. A ilusão de óptica visual: “ocupar o espaço por ocupar”   Então, basta apenas um implante dentário e o problema de espaço estará resolvido. A primeira ilusão é justamente a que precisa desaparecer rápido. Você pode treinar com 10, 20, ou 50 dummies  (como chamamos os implantes dentários não esterilizados e com função exclusiva de hands-on ) e sair com a sensação de uma medalha no peito, mas na vida real essa a equação que deixa o seu implante “arrumadinho” envolve diversos fatores a serem controlados a priori :   o diâmetro do seu implante o comprimento do seu implante o espaço entre os dentes vizinhos a posição 3D do seu implante o nível ósseo dos dentes vizinhos a espessura da tábua óssea vestibular a espessura do tecido mole vestibular   Aqui começamos a separar os fatos: há situações que precisam de muito “extreme makeover ”, ou seja, tem tanta coisa para fazer antes de colocar UM implante dentário. Em muitos casos, o trio Endodontia , Periodontia e Ortodontia é obrigatório, como nas situações abaixo:   tratar lesões apicais nos dentes vizinhos fechar ou abrir espaços na arcada dentária melhorar as relações oclusais para evitar sobrecarga aumentar o tamanho das coroas dentárias   Todo tratamento de saúde tem seu tempo de maturação. O implante dentário unitário atingiu essa fase depois de uns bons 20 anos e milhares de artigos científicos acumulados. Mas é bom lembrar: não sabemos tudo (e nunca saberemos). Ao mesmo tempo em que o nosso conhecimento aumentou, a quantidade de problemas cirúrgicos e restauradores duplicou ou triplicou, dependendo da situação geográfica, hábitos culturais, e treinamento técnico / científico dos profissionais. Abaixo, uma lista das complicações vistas nos últimos 20 anos:   cicatrizes pós cirurgia que deixam o tecido gengival inoperável, havendo ou não necessidade colocar ou remover um implante dentário papilas de tecido mole que não preenchem o espaço interproximal (buracos negros) proporção largura/altura dentária restauradora incompatível com o espaço unitário edêntulo perfil de emergência irreal para a passagem do fio dental e mecanismos de autolimpeza   A ilusão de óptica emocional: cimentar ou parafusar na perda dentária unitária...hum...depois a gente vê...   “O preço da liberdade é a eterna vigilância”.   Implantes dentários possuem uma interface frágil com o tecido mole e o tecido ósseo. Diferente dos dentes naturais, a porta de entrada na gengiva não é tão protegida assim pelo sulco peri-implantar e adesão epitelial.   Esse tecido ósseo supracristal , conforme a nova classificação das doenças periodontais e peri-implantares , caso não seja bem cuidado todos os dias, é um castelo de cartas: cairá com um sopro.   Se uma pedrinha no sapato incomoda muita gente, imagine uma montanha! Fato: mais de 50% dos casos de peri-implantite estão associados aos excessos de cimento . Origem do problema: a prótese (será que só ela mesmo?)   Inflamação e sangramento persistentes, dificuldade de higienização, alterações de cor na margem mucosa são as consequências mais leves até que uma radiografia periapical mostre uma “constelação” de corpos estranhos dentro da gengiva.   Essa detecção depende de muita experiência. E até que o problema seja encontrado, a restauração e o implante podem ter “partido”.   Para complicar, tem muito agente cimentante que não "dá força de sinal" na radiografia (a tal da radiopacidade). Ou seja, fica invisível por muito tempo. Há algo pior do que isso? O problema bem debaixo dos nossos narizes. A troca da prótese resolve o problema? Depende da posição espacial do implante dentário. Não é "incômodo" ou "frescura", não é que o seu paciente é o chato da vez...é um problema de saúde real! Incisivos, caninos, pré-molares, molares: existe uma perda “menos pior”?   Em Odontologia, o menos pior é restaurar o que ainda não foi perdido. Não há muito espaço para negociar sem o trunfo de um ligamento periodontal.   Indiscutivelmente, todos esses locais anatômicos são ruins, especialmente na zona estética (visibilidade dos seis dentes anteriores e quem sabe as duas faces dos pré-molares no sorriso).   Entretanto, no pódio de votação clínica, o sítio edêntulo do incisivo lateral superior (por agenesia ou acidentes traumáticos/ reabsorções) ganharia por maioria esmagadora. Dá uma certa preocupação no atendimento desses casos.   As “velhas” terapias restauradoras estão voltando?   Seria melhor trocar a palavra “velha” por fora do radar. Essa furtividade é aparente. Para muitos pacientes com uma restauração sem a menor condição estrutural, é melhor oferecer uma prótese adesiva do que o implante unitário.   Sendo mais “radical”: porque não preparar os dentes vizinhos para uma prótese parcial fixa? Não jogue pedra nesse blog se o seu paciente não aceita usar aparelhos ortodônticos ou fazer uma cirurgia de gengiva: o ponto é que ele ou ela AINDA não são candidatos ideais ao tratamento com implante dentário.         IN26: a nossa chance de aprender mais (e melhor) O lançamento do site oficial do IN26 está próximo e os primeiros convidados confirmados ( clique aq ui para ver a lista inicial ).   Ainda, o assunto perda dentária unitária sempre foi abordado nesses últimos 20 anos. Agora, deverá ganhar mais força, especialmente pela tecnologia digital que une as imagens por tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) ao escaneamento intraoral gerando guias estereolitográficos ou por impressão 3D para diminuir a chance de erros, especialmente nos casos de extração e colocação imediata de implantes . Bons trabalhos e que os dentes dos nossos pacientes sejam longevos.

  • Os caminhos até o congresso IN26 - parte 1

    Congresso IN26: a grande chance de atualização científica em Reabilitação Oral. O sonho que se transformou em realidade   Os congressos IN foram criados como o Encontro de Leitores da revista ImplantNews . Ao longo dos anos, ganharam centenas de simpatizantes, professores, e grandes empresas expositoras. Como especialidade, a prática da Implantodontia não era nova no Brasil, mas foi através do desenho moderno do parafuso de titânio que muitos tratamentos, outrora impensáveis, começavam a ter mais sucesso.   Não é exagero dizer que o congresso IN faz parte da categoria dos congressos mais clássicos do mundo em Reabilitação Oral (compare com eventos como AO, EAO, ISPRD, e outros mundo afora) esbanjando uma categoria inigualável em recepção e programação científica.     VMCom: 20 anos de edições IN superando desafios   Acostumada às intempéries logísticas de um país continental como o Brasil, a empresa de comunicação VMCom tem sido a água que se molda conforme os meandros nesse caminho, sob a liderança de Haroldo Joaquim Vieira e mais recentemente com o time executivo reforçado por Haroldo Vieira Filho.   Inicialmente, esse Encontro de Leitores ocorria em anfiteatros, onde seus frequentadores se conectavam melhor somente na hora coffee break (o Centro de Convenções Rebouças muito antes da reforma estrutural) e em meio aos stands das companhias.   Dou meu testemunho numa frase só: à primeira vista era um formigueiro, mas depois de tornava um grande caldeirão de ideias.      A partir do ano de 2009, a VMCom deu um salto de fé sem volta: com investimentos generosos e o compromisso de fornecer conteúdo diferenciado e atualizado, dezenas de profissionais que só conhecíamos através de leituras de artigos científicos estavam pisando em solo brasileiro.   Foi um choque: espantavam-se com o tamanho do mercado consumidor, da audiência odontológica, e de como a Implantodontia no Brasil não seria apenas uma “modinha” passageira.   Esses fatos se repetiriam nos anos de 2011, 2013, 2015 ( 50 Anos de Osseointegração ), 2017, 2019, 2022, 2024.        IN26: a nossa chance de aprender mais (e melhor)   Ficam na memória os longos dias de Rebouças e Center Norte. A atual casa do IN26 é o Distrito Anhembi . Com uma planta científica e comercial atualizada, tudo se conecta melhor e mais rápido.   Além disso, são 60 anos de Osseointegração e nesses quatro dias de evento, poderemos compreender porque o lema do IN26 tem feito a diferença em dezenas de consultórios: A Reabilitação Oral está em nosso DNA . A comissão organizadora, liderada nesse ano por Oswaldo Scopin, Maristela Lobo, e Ricardo Kern, não mede esforços para trazer os assuntos mais importantes e dentro de uma programação que faça sentido à conjuntura atual analógica e digital. O lançamento do site oficial está próximo e os primeiros convidados confirmados (clique no link abaixo).   Leia mais: https://www.paulorossetti.com.br/post/in26-latin-american-dental-congress-os-primeiros-palestrantes-nacionais    Planejando com antecedência o seu primeiro congresso IN   Embora o Distrito Anhembi seja formado por um vasto complexo de pavilhões, seus acessos para entrada e saída são bem conhecidos e sinalizados. Basta usar o seu app preferido de navegação.   Ainda, congressistas de todo o Brasil (e do mundo) poderão se registrar no hotel vizinho ao evento ou em hotéis satélites, reduzindo bastante o tempo de deslocamento entre as aulas e as refeições.   Além disso, as conexões com a cidade de São Paulo são facilitadas por grandes complexos rodoviários (exemplos como a Dutra, Castelo Branco, Bandeirantes) ou aeroviários (aeroportos de Congonhas e de Guarulhos). Para maior comodidade, o hotel oficial do evento também conta com serviços de estacionamento, restaurante, academia, shoppings, e outros serviços.   Parte dessa logística é feita em conjunto com a VMCom e divulgada no momento oportuno.    O melhor custo-benefício está no IN26   Edição após edição, a VMCom continua superando expectativas e fornecendo a melhor experiência aos seus congressistas:   pacotes promocionais por lotes e com pagamento facilitado mais de 100 empresas expositoras quatro dias de programação com tradução simultânea mais de 150 professores na grade científica (América Latina, EUA, Europa) dentro das atividades Cursos de Imersão , Master Class , Conferências painéis digitais e reconhecimento ao mérito ( premiações ) equipe logística especializada na área Odontológica

  • Artigos Comentados: resina 3D, cirurgia periodontal, perda óssea - QuickPick

    Artigos Odonto - QuickPick: 3 trabalhos comentados em menos de 10 minutos QuickPick - agora em vídeo! Reserve 10 minutos! Sem tempo para ler o que acontece na ciência da Odontologia que pode mudar a sua prática clínica? Mesmo assim, sabia que você pode se atualizar! Nesse vídeo, eu comento sobre artigos Prótese Dentária , Periodontia , e Implantodontia . Em menos de 10 minutos , você vai saber se: resinas 3D podem alcançar a mesma lisura superficial que as resinas pré-fabricadas CAD/CAM? será que o desenho do guia cirúrgico e o tipo de lâmina para aumento de coroa estético na periodontia fazem muita diferença nos resultados finais? a espessura do osso palatino: como ela influencia o risco de perda óssea no seu implante dentário? Clique no link abaixo para assistir: https://youtu.be/uo1VINu1p6k?si=CvlTEFf4Ljz9pzDV Veja outros conteúdos gratuitos em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI Conheça a playlist Artigos Odonto - QuickPick! em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI/playlists

  • Solutions: estratégias adesivas analógicas e digitais guiadas morfologicamente

    Solutions: uma obra prima na Odontologia Adesiva. Foto: Santos Publicações Ltda. Solutions, a mais nova obra produzida pela Santos Publicações Ltda., promete ser um marco na história da Odontologia adesiva. Compilado por Marco Veneziani, e ricamente ilustrada através de mais de 2 mil imagens obtidas por microscopia eletrônica de varredura, radiografias, e microscopia operatória, didaticamente divididas em 2 volumes (750 páginas), estes volumes trazem, além do histórico do diagnóstico e desenvolvimento dos tratamentos, a ciência que justifica a elevação da margem profunda, assim como os tipos de preparos guiados morfologicamente. Outra inovação editorial é a sua diagramação, combinando leve nos textos e nas imagens. Confira o índice abaixo cuidadosamente e respire fundo: esse livro pode resolver muitos dos seus problemas na clínica! Solutions - técnicas restauradoras adesivas e procedimentos clínicos integrados 750 páginas - 2 volumes Santos Publicações Ltda. 2025 Índice Volume 1 Capítulo 1 - Restaurações em áreas posteriores INTRODUÇÃO Quais são os problemas? O que solução significa? Problemas – diferentes soluções CÁRIES DENTAIS Epidemiologia Fatores de risco Dinâmica do processo carioso Diagnóstico de cárie Lesão cariosa não cavitada Lesão cariosa cavitada Classificações de lesões cariosas cavitadas Exames clínicos e instrumentais para o diagnóstico de cárie Exame clínico Exames instrumentais Radiografias intraorais FOTI (Transiluminação de Fibra Óptica) DiFOTI (Imagem Digital de Transiluminação por Fibra Óptica) Fluorescência Induzida por Luz Quantitativa (QLF) Transiluminação por Luz Infravermelha Próxima (NILT) Ultrassom Outros sistemas Observações conclusivas sobre instrumentos de diagnóstico Quando devemos intervir? Métodos de intervenção Remoção do tecido dentário afetado Preservando a vitalidade da polpa LESÕES DENTÁRIAS NÃO CARIOSAS Fraturas Trincas dentinárias: a “síndrome do dente rachado” Reabsorção de raízes 34 Reabsorção Cervical Invasiva (RCI) Opções de tratamento Prognóstico Desgaste e restauração INTRODUÇÃO À RESTAURAÇÃO DENTAL Características de uma restauração: critérios gerais Selamento Dentinário Imediato (IDS) Preenchimento/Build-Up (Otimização do Desenho Cavitário) Elevação de margem profunda Classificação dos diferentes tratamentos restauradores Técnica direta: indicações e limitações Técnicas semidiretas e indiretas: indicações e limitações Comparações entre restaurações diretas e indiretas: o que diz a literatura Fatores a serem examinados Fatores gerais Análise do operador Ergonomia de trabalho Fatores locais Observações conclusivas sobre restaurações Referências Capítulo 2 - Materiais e Instrumentos Empregados em Odontologia Restauradora INTRODUÇÃO MATERIAIS: ADESIVOS DE ESMALTE-DENTINA E COMPÓSITOS Sistemas adesivos Conceitos gerais em adesão Adesivos de esmalte-dentina Condicionamento seletivo do esmalte Aplicação clínica Prós e contras na prática clínica A durabilidade da união adesiva ao longo do tempo Materiais compósitos Definição e classificação Compósitos convencionais Compósitos microparticulados Compósitos de partículas pequenas, híbridos ou bimodais Compósitos nanoparticulados Compósitos de consistência fluida (flow) Compósitos Bulk-Fill Compósitos de cor única Escolha do material Fotoativação Conceitos gerais Dinâmicas da fotoativação Unidades de fotoativação (LCUS) Aparelhos de luz halógena Aparelhos de luz LED Gerenciamento clínico da conversão de adesivos de esmalte-dentina e materiais compósitos Contração de polimerização e tensão de contração Como compensar clinicamente a contração de polimerização Segmentação de polimerização em técnicas multicamadas Uso de camadas intermediárias de resina de consistência fluida (flow) de menor módulo de elasticidade Uso de aparelhos fotoativadores com potência adequada (1.000-1.200 mW/cm2) com irradiação progressivamente crescente (soft start ou rampa) Como prevenir a hipersensibilidade por compressão INSTRUMENTOS PARA RESTAURAÇÃO MORFOFUNCIONAL E ESTÉTICA DOS DENTES Dique de borracha e suas aplicações Grampos Técnica recomendada para colocação do dique de borracha Instrumentos modeladores Brocas Brocas para preparo cavitário e remoção de tecido cariado Brocas microcavidades Instrumentos de acabamento e polimento Instrumentos sônicos e ultrassônicos Dispositivos de proteção interproximal Matrizes Matrizes parciais (seccionais) METAFIX™ (Kerr Dental) AUTOMATRIX (Dentsply Sirona) Referências 108 Capítulo 3 - Restaurações Diretas Posteriores INTRODUÇÃO Indicações para a técnica direta RESTAURAÇÃO DE LESÕES CARIOSAS INICIAIS Tratamentos preventivos Tratamentos não invasivos (selamento de sulcos e fissuras) Tratamentos microinvasivos Tratamentos minimamente invasivos (restauração preventiva de resina) RESTAURAÇÕES CLASSE I Observações introdutórias Conceitos gerais Preparo cavitário adesivo Preparo convencional biselado Restaurações classe I tamanhos pequeno e médio Técnica do incremento único (técnica bulk) Técnica incremental horizontal com 2 a 3 incrementos (cavidade pequena) – 3 a 4 incrementos (cavidade média) Restauração classe I profunda de compósito no dente 47 com o auxílio de ozonioterapia e técnica incremental de 3 incrementos Restaurações extensas Técnica incremental oblíqua com vários incrementos Restaurações “à mão livre’’ Restaurações usando guias de silicone Técnica de reconstrução e prensagem Restaurações diretas de dentes tratados endodonticamente RESTAURAÇÕES CLASSE II COM MARGENS SUPRA OU AO NÍVEL GENGIVAL Preparo cavitário Preparo adesivo em lesões cariosas primárias Paredes axiais Parede cervical/gengival Preparos tipo slot (caixas) verticais e horizontais Preparo em túnel Preparo convencional com bisel (troca de restaurações metálicas existentes) Incrementos de resina Conceitos gerais Morfologia dental de pré-molares e molares Procedimentos clínicos e sequência operatória Isolamento do campo operatório Desenho da cavidade (forma de contorno) Colocação de matrizes seccionais (parciais), cunhas e anéis de retenção Procedimentos adesivos Etapas da restauração Aplicação de compósito do tipo flow Inserção das camadas incrementais de compósito Acabamento e polimento “Receitas” de inserção incremental Tamanho pequeno Slot vertical mesial no dente 25: Preparo com instrumento sônico Dente 25: Slot horizontal com acesso vestibular: Técnica incremental centrífuga com o auxílio de uma matriz transparente Tamanho médio Restauração classe II OD de tamanho pequeno a médio com técnica de 4 incrementos Compósitos diretos classe II de tamanho médio de 2/3 faces adjacentes e feitas simultaneamente Restaurações diretas classe II com esmalte cervical preservado Restaurações diretas classe II em dentes tratados endodonticamente Tamanho grande Restaurações de tamanho médio com vários incrementos Restaurações com recobrimento parcial de cúspide com técnica incremental centrífuga à mão livre: em um caso de hipomineralização de esmalte Restauração classe II com recobrimento parcial de cúspide e incrementos guiados com matriz de silicone RESTAURAÇÕES COM MARGENS SUBGENGIVAIS PARA LESÕES CARIOSAS E REABSORÇÕES EXTERNAS Restauração direta com recobrimento parcial de cúspide e elevação de margem profunda Abordagem restauradora direta de “etapa única” em cavidades extensas classe II com margens subgengivais\Restauração direta transcirúrgica com recobrimento parcial de cúspide e capeamento pulpar direto Reabsorções cervicais externas invasivas: Solução: restaurações adesivas diretas transcirúrgicas (em compósito e Biodentine®) CASOS INTEGRADOS E REABILITAÇÕES POR QUADRANTES Ergonomia em casos integrados restauradores diretos Reabilitação adesiva de 4 quadrantes em 3 sessões: abordagem restauradora direta integrada à restauração indireta Referências Volume 2 Capítulo 4 - Restaurações Posteriores Indiretas Cimentadas Adesivamente PREFÁCIO INDICAÇÕES ATUAIS, CLASSIFICAÇÃO, LONGEVIDADE E SEQUÊNCIA OPERACIONAL Indicações para restaurações cimentadas adesivamente Classificação das restaurações cimentadas adesivamente Técnicas intraorais semidiretas Técnicas extraorais semidiretas Técnica extraoral semidireta no modelo flexível de silicone Técnicas indiretas Longevidade das restaurações indiretas Sequência operacional para execução das restaurações indiretas cimentadas adesivamente PRINCÍPIOS DE PREPARO CAVITÁRIO PARA INLAYS Configuração e geometria da cavidade convencional para inlays Parâmetros que condicionam e guiam o desenho da cavidade Abrindo a cavidade, avaliando a espessura remanescente, desgastando os tecidos e reconstrução adesiva Limitações dos preparos para inlays convencionais EVOLUÇÃO NO DESENHO DA CAVIDADE: TÉCNICA DE PREPARO GUIADA PELA MORFOLOGIA (TPGM) Princípios da TPGM no preparo dentário para pré-molares e molares Explicação do novo desenho de cavidade modificada Molares e pré-molares superiores Considerações geométricas Considerações estruturais Molares e pré-molares inferiores Considerações geométricas Considerações estruturais MOLDAGENS, MATERIAIS, CIMENTAÇÃO ADESIVA Precisão da moldagem Moldagem convencional com elastômeros (poliéteres ou polivinilsiloxanos) Moldagem por escaneamento óptico usando um escâner intraoral 3D Materiais para execução das RCAS Cimentação adesiva Sistema adesivo e tipo de cimento Sequência operacional de cimentação Prova dos inlays Condicionamento da superfície adesiva Condicionamento da cavidade adesiva Procedimento de colocação Fotoativação Acabamento e polimento Verificação oclusal Verificação radiográfica Sequência de cimentação de inlays em compósito Sequência de cimentação de inlays em cerâmica TIPOS DE RCA: SOLUÇÕES CLÍNICAS EM DENTES VITAIS E TRATADOS ENDODONTICAMENTE Tipos de restaurações convencionais cimentadas adesivamente Inlay Onlay Overlay Tipos de restaurações recém-desenvolvidas cimentadas adesivamente Overlay adicional Overlay-veneer (veneerlay) Faceta oclusal (table top) Overlay de amplo recobrimento Coroa adesiva Endocrown Conclusões RESTAURAÇÕES CIMENTADAS ADESIVAMENTE EM LESÕES COM MARGENS CERVICAIS SUBGENGIVAIS Considerações sobre a restauração Perda significativa de substância dentária Selamento marginal cervical com perda parcial ou total do esmalte (no cimento e dentina radicular) Margens cervicais subgengivais com violação do sulco/tecido de inserção supracrestal CLASSIFICAÇÃO DAS RESTAURAÇÕES CIMENTADAS ADESIVAMENTE COM MARGENS CERVICAIS SUBGENGIVAIS (M. Veneziani, 2010) 1o Grau: Elevação da margem profunda 2o Grau: Exposição cirúrgica da margem e moldagem imediata 3º Grau: Aumento de coroa clínica com cirurgia óssea ressectiva 3o Grau A: Aumento de coroa clínica com cirurgia óssea ressectiva 3o Grau B: Cirurgia óssea ressectiva com moldagem precoce 3o Grau C: Cirurgia óssea ressectiva com moldagem tardia OBSERVAÇÕES FINAIS Mensagem final Referências

  • Protocolo Estético e Funcional para Reabilitação Total - Um Guia Prático Clínico e Laboratorial

    Protocolo Estético e Funcional para Reabilitação Total, escrito por Dario Adolfi, em dois volumes. Foto. Santos Publicações Ltda. Protocolo Estético e Funcional para Reabilitação Total Um Guia Prático Clínico e Laboratorial Dario Adolfi 2 volumes Santos Publicações Ltda. 2025 ISBN 978-65-84536-98-2 A reabilitação total no ambiente bucal é um processo complexo ou só precisa de uma sequência simples, direta e previsível? Essa é a proposta do Dr. Dario Adolfi ao transformar sua receita de sucesso em dois volumes disponíveis à comunidade Odontológica. No Volume 1, os leitores têm uma ideia de como são as seis consultas que orientam o processo de decisão na clínica, desde a condição atual dos pacientes até o estabelecimento do plano de tratamento com ou sem implantes dentários, seja este analógico, digital, ou misto. No Volume 2, as opções restauradoras, recuperando-se ou não a dimensão vertical de oclusão, seguem caminhos protocolados tanto do ponto de vista estético quanto funcional. Além do conhecimento acumulado ao longo de mais de 47 anos entre clínica e laboratório, esta obra também traz 30 vídeos multimídia acessíveis por QRCode, especialmente desenvolvidos a partir de animações de altíssima qualidade, que ilustram os procedimentos técnicos em cada etapa do processo de reabilitação total. Ainda, há menção ao aplicativo especialmente desenvolvido para comunicação diária com o laboratório de prótese, funcionando com uma checklist de procedimentos de entrada e saída. Em ambos os volumes, as mecânicas de oclusão e desoclusão, combinadas aos aspectos estéticos, são discutidas de forma simples e suportadas por evidências científicas clássicas. Conforme se verifica, a ênfase na sequência e obediência às etapas tornam o tratamento bem-sucedido e duradouro. Recomenda-se aos leitores que examinem esses volumes com muito cuidado e bastante carinho: há muitas preciosidades para mudar e até mesmo reorganizar a forma como se atende os pacientes, especialmente aos menos afeitos ou iniciantes no mundo da prótese dentária. Sem sombra de dúvida, o sucesso clínico está ao alcance de todos. É o que o Dr. Dario Adolfi acaba de provar nessa obra fantástica. Sumário - Volume 1 Capítulo 1 Etapa Clínica Primeira Consulta Expectativa e motivação do paciente, anamnese e exame clínico, moldagens iniciais, escaneamento intraoral, coleta de dados para o laboratório de prótese Primeira Etapa Laboratorial Gestão dos dados enviados pelo dentista Confecção dos modelos em gesso ou impressos Montagem do modelo superior no articulador semiajustável com auxílio do arco facial Capítulo 2 Segunda Consulta Desprogramação neuromuscular, confecção do JIG de Lucia, Desprogramação do paciente, registros interoclusais Segunda Etapa Laboratorial Montagem do modelo inferior no articulador Enceramento ou modelagem de diagnóstico estético e funcional para Reabilitação Total – Etapas 1 e 2 Ensaio de diagnóstico estético e funcional Reconstrução dos setores posteriores inferior e superior de um dos lados – Etapa 3 Reconstrução dos setores posteriores inferior e superior do lado oposto – Etapa 4 Capítulo 3 Terceira Consulta Procedimentos clínicos baseados no enceramento ou na modelagem de diagnóstico anatômico ou estético e funcional, apresentação do plano de tratamento ao paciente Capítulo 4 Quarta Consulta Orientação para higiene oral, ajuste dos contatos e interferências oclusais, procedimentos pré protéticos na reabilitação total Capítulo 5 Quinta Consulta Ensaio de diagnóstico estético e funcional, procedimentos clínicos e laboratoriais para restauração dos dentes anteriores, uso do ensaio de diagnóstico estético e funcional como guia dos preparos dentais e colocação das restaurações provisórias Capítulo 6 Sexta Consulta Restaurações provisórias posteriores sobre preparos dentais executadas pelo dentista, restaurações provisórias posteriores sobre preparos dentais executadas pelo dentista com base no enceramento ou na modelagem de diagnóstico estético e funcional, restaurações provisórias anteriores sobre preparos dentais executadas pelo dentista com dentes de estoque Terceira Etapa Laboratorial Confecção das restaurações provisórias baseada no enceramento de diagnóstico estético e funcional Restaurações provisórias com dupla prensagem Restaurações provisórias pelo sistema CAD/CAM Restaurações provisórias impressas Sumário - Volume 2 Indicações Restauradoras sem a Recuperação da DVO Capítulo 7 Restaurações Totais nos Dentes Anteriores Superiores e Inferiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Capítulo 8 Facetas Laminadas nos Dentes Anteriores Superiores e Restaurações Totais nos Dentes Anteriores Inferiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Capítulo 9 Facetas Laminadas nos Dentes Anteriores Inferiores e Restaurações Totais nos Dentes Anteriores Superiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Capítulo 10 Facetas Laminadas nos Dentes Anteriores Superiores e Inferiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Indicações Restauradoras com a Recuperação da DVO Capítulo 11 Restaurações Totais nos Dentes Anteriores Superiores e Inferiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Capítulo 12 Facetas Laminadas nos Dentes Anteriores Superiores e Restaurações Totais nos Dentes Anteriores Inferiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Capítulo 13 Facetas Laminadas nos Dentes Anteriores Inferiores e Restaurações Totais nos Dentes Anteriores Superiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores Capítulo 14 Facetas Laminadas nos Dentes Anteriores Superiores e Inferiores. Restaurações Totais, Inlays e Onlays nos Dentes Posteriores Superiores e Inferiores

  • Revista ImplantNews 2025 - volume 10 - número 6: confira os destaques

    Revista ImplantNews 2025 - volume 10 - número 6 Revista ImplantNews - volume 10 - número 6 Novembro - Dezembro - 2025 Reabilitação Oral de A a Z @revistaimplantnews Matéria de Capa: Zircônias translúcidas: 10 anos de evolução Entrevista (Cinco Perguntas para): Gisseli Ávila & Sergio Dias: possibilidades no mundo digital Esse Caso eu Trato Assim: André Pelegrine & Luís Macedo : Reabilitação implantossuportada por meio de reconstrução óssea tridimensional com a Barbell Technique Literatura Internacional: Atualizações sobre prótese, periodontia e implantodontia Seleção de vídeos: Tópicos especiais da Foundation for Oral Rehabilitation (FOR) Colunistas: Ivete Sartori Fotogrametria na Implantodontia: o que precisamos saber Andrea Son Stackable guides: cada etapa controlada Diogo Viegas Dique de borracha: o upgrade visual do escaneamento intraoral Roberta Okamoto Biomoléculas à base de rutênio e seu impacto sobre o tecido ósseo comprometido Elcio Marcantonio Júnior O futuro da Implantodontia: coexistência ou substituição entre guiada estática e navegada? Nivaldo Vanni Filho Canabinoides, sono e dor orofacial: observações a partir de uma revisão sistemática e meta-análise Fábio Bezerra Cremes dentais para pacientes implantados: o fim da prescrição genérica e o início da prevenção personalizada Diego Klee Dispositivos para escaneamento de arcos edêntulos completos – parte II Khalila Cotrim DICOM descomplicado: quando o planejamento cirúrgico encontra o diagnóstico digital Julio Joly, Paulo Mesquita, Robert Silva Aumento de coroa clínica estético: planejamento guiado e integrado Marco Bianchini Características de normalidade da mucosa queratinizada Mandic News Células-tronco do periósteo cultivadas em microgravidade simulada David Morita A pressa é a inimiga da perfeição, inclusive na Prótese Dentária Maristela Lobo Epigenética e peri-implantite: perspectivas Plinio Tomaz Por que você deveria planejar 2026 logo (antes que a correria te engula de novo) Guaracilei Maciel Vidigal Junior Implantes imediatos em áreas estéticas: parte 3 - Os segredos do triângulo palatino Artigos científicos: Vinte anos de utilização de hemoderivados na Periodontia e Implantodontia: revisão de escopo Ravi Aliguiere Reis Padilha de Menezes Análise das características técnicas disponíveis sobre os conteúdos de implantodontia nas grades curriculares odontológicas brasileiras: estudo transversal Lilian Merino Rodolfo Saito Marcos Tadeu Adas Saliba Jean Paulo Rodolfo Ferreira Tânia Adas Saliba Avaliação retrospectiva da sobrevivência de implantes dentários curtos e próteses associadas: follow-up de 1 a 16 anos Gaspar Vinicius Girardi Loivan Hoppe Leandro Cericato Reabilitação protética na arcada maxilar estreita com soluções personalizadas para implantes mal posicionados João Paulo de Souza Borba Elard Manfred Quiroz-Zubizarreta Carlos dos reis Pereira de Araújo Renato de Freitas Paracoccidioidomicose com manifestações em tecidos periodontais: relato de caso Ana Claudia Poletto Eliana Cristina Fosquiera Luciana Aparecida de Oliveira Pereira Lyra Flávia Sukekava Luis Eduardo Antes Ferla Aumento do fenótipo do tecido mole peri-implantar em área previamente acometida por peri-implantite: relato de caso com acompanhamento de três anos Ana Carolina Ferreira Bonafé Amanda Rossato Ingrid Fernandes Mathias-Santamaria Lucas Raineri Capeletti Mauro Pedrine Santamaria Marcelo Pereira Nunes Estratégias digitais para restaurações indiretas em ambientes de trabalho desafiadores – relato de caso Claudio Moreira Junior Tatiana Cursino Pereira Gustavo Macedo Pereira Saulo Pereira da Conceição Guilherme De Siqueira Ferreira Anzaloni Saavedra João Carlos Carvalho de Bacigalupo Reabilitação de pacientes idosos avançados edêntulos com auxílio do fluxo digital de trabalho: relato de caso Welson Pimentel André Luis Soratto Rodrigo Tiossi Cirurgia guiada modificada com slot lateral e carga imediata em implantes extra curtos para mandíbula atrófica: relato de caso Eduardo José De Moraes Luis Eduardo Benevides De Moraes Nathalia De Moraes Elbern Revista ImplantNews 2025 : Reabilitação Oral de A a Z @revistaimplantnews

  • AULA GRATUITA: como o desenho de uma onlay CAD/CAM afeta sua resistência?

    Onlay CAD/CAM: dissilicato de lítio e sua resistência Dissilicato de lítio O dissilicato de lítio (LiO2) é uma porcelana que tomou conta do mundo restaurador na Odontologia. Além da sua estética natural e excelente tenacidade, esse material aproveitou o processo de fundição por cera perdida ao ser fornecido comercialmente na forma de pastilhas injetáveis com matizes variadas. Onlays feitas pelo sistema CAD/CAM Onlays são restaurações criadas para proteger as cúspides e possuem indicações precisas na Odontologia. A introdução da tecnologia CAD/CAM criou uma tendência: diversos materiais e formatos restauradores podem ser criados com maior facilidade. Entretanto, na prática clínica, é necessário verificar se (e como) o material utilizado e o desenho do preparo influenciam a resistência final desse tipo de restauração (a onlay CAD/CAM). Nesse sentido, uma grande dúvida é o posicionamento da margem restauradora: podemos deixá-la mais para oclusal ou mais para cervical. A posição da margem da onlay CAD/CAM dissilicato de lítio realmente afeta a sua resistência? Veja uma forma bem simples de se interpretar um artigo comparando o desenho da restauração dissilicato de CAD/CAM e como isso afeta a sua resistência, em três partes: explicação dos termos usados metodologia estatística simplificada Clique no link abaixo para assistir: https://www.youtube.com/watch?v=sB7y1genNF8 Veja outros conteúdos gratuitos em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI Conheça a playlist LEIA COMIGO! em: https://www.youtube.com/@PAULOROSSETTI/playlists

  • IN26 Latin American Dental Congress: os primeiros palestrantes nacionais

    IN26: os primeiros palestrantes nacionais confirmados. Anote na sua agenda : O IN26 Latin American Dental Congress acontece de 22 a 25 de setembro, no Distrito Anhembi (outrora Palácio das Convenções do Anhembi), em São Paulo, Brasil, já com uma estrutura totalmente reformulada. Neste ano, a Organizadora do evento, VMCom , espera por mais de 6 mil congressistas. Siga nas redes sociais para mais informações: @ in.laoc @revistaimplantnews Presidentes do IN26: Oswaldo Scopin Maristela Lobo Ricardo Kern Números do IN26 até agora: Mais de 200 atividades científicas Mais de 80 empresas confirmadas Os primeiros palestrantes nacionais confirmados: Andrés Landázuri Alexandra Dias Alexandre Junqueira Marques Ana Luiza Libório André Pelegrine André Vilela Assis Filipe Albuquerque Augusto Bessa Camila Stadiniski Daniel Hiramatsu Estevam Bonfante Fábio Cabral Guaracilei Vidigal Gustavo Giordani Gustavo Ottoboni Heitor Cosenza Hugo Nary Jamil A. Shibli Jansen Ozaki José Carlos Rosa Julio Joly Khalila Cotrim Lincoln Queirós Lucas Capeletti Luis Calicchio Luís Macedo Marcelo Calamita Marcelo Faveri Marcelo Giordani Marcelo Nunes Poliana M. Duarte Rafael Ortega Raphael Monte Alto Renata Cimões Ricardo Kern Robert Carvalho Roberto Garanhani Rogério Romeiro Ronaldo Hirata Sérgio Bernardes Sérgio Kahn Sergio Scombatti Sidney Kina Tarcio Skiba Thayane Furtado Thiago Dinato Thiago Ottoboni Ulisses Dayube Vanderlim Camargo Vanessa Frazão Victor Clavijo Vinícius Machado Mark your agenda: The   IN26 Latin American Dental Congress will be held from September 22th to 25th at the Distrito Anhembi (former Palacio das Convencoes), in Sao Paulo, Brazil, with a new and improved infraestructure. In this year, VMCom , the event organizer, awaits for more than six thousand attendants. Follow social media for more information: @ in.laoc @revistaimplantnews The Presidents for the IN26: Oswaldo Scopin Maristela Lobo Ricardo Kern Numbers of the IN26 until now: More than 200 scientific activities More than 80 confirmed exhibitors The first confirmed national speakers: Andrés Landázuri Alexandra Dias Alexandre Junqueira Marques Ana Luiza Libório André Pelegrine André Vilela Assis Filipe Albuquerque Augusto Bessa Camila Stadiniski Daniel Hiramatsu Estevam Bonfante Fábio Cabral Guaracilei Vidigal Gustavo Giordani Gustavo Ottoboni Heitor Cosenza Hugo Nary Jamil A. Shibli Jansen Ozaki José Carlos Rosa Julio Joly Khalila Cotrim Lincoln Queirós Lucas Capeletti Luis Calicchio Luís Macedo Marcelo Calamita Marcelo Faveri Marcelo Giordani Marcelo Nunes Poliana M. Duarte Rafael Ortega Raphael Monte Alto Renata Cimões Ricardo Kern Robert Carvalho Roberto Garanhani Rogério Romeiro Ronaldo Hirata Sérgio Bernardes Sérgio Kahn Sergio Scombatti Sidney Kina Tarcio Skiba Thayane Furtado Thiago Dinato Thiago Ottoboni Ulisses Dayube Vanderlim Camargo Vanessa Frazão Victor Clavijo Vinícius Machado Marque en su agenda: El IN26 Congresso Latino Americano de Osteointegración sea realizado entre los días 22 a 25 de Setiembre de 2026 en Sao Paulo, dcon una nueva y más variada estructura. Según la Organizadora, VMCom, más de 6 mil congresistas deberán comparecer. Follow social media for more information: @ in.laoc @revistaimplantnews Los Presidentes: Oswaldo Scopin Maristela Lobo Ricardo Kern Los numeros hasta ahora: Mas de 200 actividades científicas Mas de 80 empresas confirmadas Los primeros speakers nacionales confirmados: Andrés Landázuri Alexandra Dias Alexandre Junqueira Marques Ana Luiza Libório André Pelegrine André Vilela Assis Filipe Albuquerque Augusto Bessa Camila Stadiniski Daniel Hiramatsu Estevam Bonfante Fábio Cabral Guaracilei Vidigal Gustavo Giordani Gustavo Ottoboni Heitor Cosenza Hugo Nary Jamil A. Shibli Jansen Ozaki José Carlos Rosa Julio Joly Khalila Cotrim Lincoln Queirós Lucas Capeletti Luis Calicchio Luís Macedo Marcelo Calamita Marcelo Faveri Marcelo Giordani Marcelo Nunes Poliana M. Duarte Rafael Ortega Raphael Monte Alto Renata Cimões Ricardo Kern Robert Carvalho Roberto Garanhani Rogério Romeiro Ronaldo Hirata Sérgio Bernardes Sérgio Kahn Sergio Scombatti Sidney Kina Tarcio Skiba Thayane Furtado Thiago Dinato Thiago Ottoboni Ulisses Dayube Vanderlim Camargo Vanessa Frazão Victor Clavijo Vinícius Machado

  • Adaptação das margens das coroas de zircônia: boas práticas radiográficas

    Adaptação das coroas de zircônia: qual é a melhor posição do raio-X? Título original acurácia da interpretação radiográfica do desajuste em coroas de zircônia usinadas e com diferentes desenhos nas margens: estudo in vitro Material e métodos nove manequins KaVo divididos em três grupos (incisivos centrais superiores, pré-molares superiores, molares inferiores) características das margens (margem mesial inclinada para lingual / margem distal inclinada para vestibular; margem mesial côncava para coronal / margem distal convexa para coronal; linha de término mesial com chanfrado de 0,7 mm / linha de término distal com chanfrado de 1 mm). coroas de zircônia fabricadas via CAD/CAM posicionadores radiográficos usados de cinco formas diferentes: 1) perpendicular; 2) 10° para mesial; 3) 10° para distal; 4) angulação vertical +10°; 5) angulação vertical −10° determinação da margem aberta/fechada feita por três analistas independentes regressão logística para determinar os indicadores dos desajustes nas margens, além da verificação da confiabilidade intra e inter examinadores Resultados margens fechadas (falso negativos) foram mais detectadas quando o posicionador radiográfico estava na condição de angulação vertical +10° (72,2% das vezes), independente dos desenhos da margens os indicadores de margem aberta foram: o posicionador em ângulo reto com o dente e com desvio mesial 10° nas margens de 0,7 mm. menor chance de uma margem aberta voltada para vestibular ser detectada com angulação vertical +10°. Conclusão sobre as coroas de zircônia a interpretação radiográfica das margens na coroa de zircônia é significativamente influenciada pela angulação do dispositivo e desenho das linhas de término. uma angulação vertical + 10° deveria ser evitada na verificação da adaptação das margens uma linha de término convexa para coronal e < 1mm deveria ser evitada já que são difíceis de serem detectadas radiograficamente quando estiverem abertas Lições O pior ângulo do dispositivo de raio-X para se detectar uma margem aberta é na angulação vertical + 10°. O pior desenho de linha de término para se detectar uma margem aberta foi aquela convexa para coronal. Leia mais: https://doi.org/10.1371/journal.pone.0338690 Leia também: Correlação entre a adaptação marginal e infiltração em coroas totais com três tipos de cimentos Exames por imagem na Odontologia: proteção na medida certa

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