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- Resinas e cerâmicas protocolos com aplicação clínica para dentes anteriores e posteriores
Resinas & Cerâmicas. Foto: Santos Publicações. Autores Paulo Vinícius Soares Michelle Pereira Costa Mundim Soares Marli Daniela de Andrade Joyce Vieira de Jesus Ângela Braga Caixeta Rodrigo Silveira Tosta Figueiredo ISBN 9786552670076 736 páginas 1a edição 2025 Sumário: resinas e cerâmicas Capítulo 1 Sistemas de Resinas Compostas Capítulo 2 Sistemas Cerâmicos Capítulo 3 Sistemas de Cor para Resinas Compostas e Cerâmicas Capítulo 4 Planejamento para Restaurações em Cerâmica e Resina Composta Capítulo 5 Remoção de Resinas Ortodônticas Capítulo 6 Clareamento, Diagnóstico e Trincas Dentais Capítulo 7 Acréscimo Incisal e Classe IV Capítulo 8 Dentes Conoides, Diastemas e Classe V Capítulo 9 Retentores Intrarradiculares e Opacificação de Núcleos Metálicos Capítulo 10 Dentes Escurecidos Capítulo 11 Substituição de Resina por Cerâmica Capítulo 12 Substituição de Cerâmica por Resina Capítulo 13 Facetas em Cerâmicas e Resinas Compostas Capítulo 14 Coroas Cerâmicas sobre Dente e Implante Capítulo 15 Reparos em Resinas Compostas e Cerâmicas e Manutenção de Restaurações Capítulo 16 Restaurações em Dentes Posteriores e Aumento de Dimensão Vertical de Oclusão (DVO) Perspectivas Futuras
- Boquinha ou bocão? Os 40 anos de um estudo clássico
Sorrisos: o que seria da humanidade sem eles? Inacreditável: são 40 anos! Originalmente publicado em 1984, "Alguns fatores estéticos no sorriso" tinha como proposição estabelecer sugestões para compreender as relações entre lábios, gengivas e dentes. Nesse caso, dos estudantes de Odontologia e Higienização Dentária, sendo 454 pessoas, analisando-se as fotografias de rosto, de ambos os sexos masculino e feminino, na faixa dos 20 aos 30 anos de idade. Na busca pelo "sorriso médio" , cinco diretrizes foram estabelecidas: o comprimento cervico incisal geral dos dentes anteriores está visível no sorriso. a gengiva não é observada (exceto pelas papilas interproximais) a curva incisal dos dentes anteriores segue a curva do lábio inferior os seis dentes anteriores (e às vezes até o segundo pré-molar superior) estão visíveis no sorriso a linha média coincide com a harmonia equilibrada do sorriso Merece um repeteco, já que atualmente podemos estudar sorrisos usando a tecnologia de escaneamento facial e programas de mensuração com ferramentas mais potentes, tentando agrupar os resultados pelas características populacionais, mas em faixas etárias diferentes. Boquinha ou bocão, será que descobriremos novas informações? Com certeza.
- Urgências Odontológicas: principais situações clínicas e condutas
Urgências Odontológicas. Foto: Santos Publicações Ltda. Para quem precisa entender de vez as urgências odontológicas. Urgências Odontológicas Principais situações clínicas e condutas Capítulo 1 - Introdução Capítulo 2 - Pronto-socorro Odontológico Capítulo 3 - Urgências Odontológicas em Endodontia: Parte I – Patologia Pulpar Capítulo 4 - Urgências Odontológicas em Endodontia: Parte II – Patologia Periapical Capítulo 5 - Urgências em Periodontia I: Lesões Agudas Periodontais (Abscessos e Doenças Necrosantes) Capítulo 6 - Urgências em Periodontia II: Lesões Endo-periodontais Capítulo 7 - Urgências Odontológicas em Implantodontia Capítulo 8 - Urgências em Traumatismo Dentário Subcapítulo 8.1 - Diagnóstico e Plano de Tratamento Subcapítulo 8.2 - Tratamento Multidisciplinar Capítulo 9 - Urgências Odontológicas em Prótese (Total, Fixa, Removível, Sobre Implante) Capítulo 10 - Urgências Odontológicas em Odontopediatria Capítulo 11 - Terapêutica Medicamentosa Associada às Urgências Odontológicas: Parte I – Anti-inflamatórios, Analgésicos e Antimicrobianos Capítulo 12 - Terapêutica Medicamentosa Associada às Urgências Odontológicas: Parte II – Soluções Anestésicas e Controle da Ansiedade Capítulo 13 - Urgências Odontológicas em Estomatologia Capítulo 14 - Emergências Odontológicas e o Risco de Morte por Causas Odontogênicas Siga nas redes : @_santospub @santospublications
- best of Labline yearbook 3.0
Best of Labline 3.0. Foto da capa Em 2018, o nosso livro de cabeceira best of Labline yearbook 3.0 continuava esplêndido: Entrevista: Paulo Battistella Restaurando os incisivos centrais: o tratamento conservador em um jovem de 29 anos, ao equilibrar uma coroa e uma faceta laminada para os dois incisivos centrais superiores Leitura da cor inexistente: a análise cromática completa (fotografias e recursos da escala de cores) para os que desejam trabalhar com o dissilicato de lítio ILS -internal live stain: a técnica criada por Hitoshi Aoshima, que reúne coloração, estratificação e morfologia na aplicação da porcelana odontológica. Abordagem estética minimamente invasiva na reconstrução total: considerações importantes quando o espaço restaurador entre os dentes anteriores parece complicado. Entrevista: Naoki Hayashi Além do consultório odontológico: uma paciente muito jovem, atriz de teatro, com os dois incisivos centrais superiores em borboleta...e desejos estéticos. Comparação de dois materiais para facetas CAD/CAM: preparos verticais, restaurações com a mesma espessura e processamento, mas como escolher entre o dissilicato de lítio e a cerâmica feldspática reforçada por leucita? Facetas cerâmicas de dissilicato de lítio laminadas: o conceito de invasividade mínima, comparado ao conceito convencional para facetas de porcelana, num caso passo a passo. Lâmina de platina e troquel refratário: Uma jovem de 20 anos e a microdontia nos incisivos laterais superiores e caninos. Reconstrução digital usando a tecnologia digital e o processo SCOOP: a reabilitação total da maxila e parcial da mandíbula, combinando coroas de zircônia monolítica e dissilicato de lítio, mediante o fluxo digital CAD/CAM. O desafio da faceta fina: nos dentes dicromáticos e com endodontia prévia, como fazer a recomendação do material restaurador? Faceta direta em resina composta, cerâmica feldspática ou laminado em dissilicato de lítio?
- best of Labline yearbook 2.0: arte & ciência na Odontologia
Capa - best of Labline yearbook 2.0 Nos seus tradicionais 30 x 22 cm, o best of Labline yearbook chegou ao volume 2.0, no ano de 2017, trazendo conteúdos interessantes para o laboratório e para a clínica: Entrevista: Sidney Kina Odontologia Digital: além dos seus limites, com uma retrospectiva sobre o papel do duplo escaneamento, passando pelos blocos de zircônia multicoloridos, e chegando ao líquido especial para coloração em zircônia, desenvolvido por Chang Hwan Kim. Reabilitação Estética com Facetas Cerâmicas Feldspáticas: sorriso gengival, diastemas, e a elevada expectativa estética. Tecnologia da Ciência e Arte: o domínio da zircônia CAD/CAM. Protocolo cerâmico com infraestrutura em zircônia: muito além dos implantes dentários na maxila, com uma sequência para desenvolver o protótipo acrílico, passando pelo plano de cera, montagem no articulador semiajustável, o desenho do projeto no computador, originando a infraestrutura em zircônia, recoberta de maneira artística. Oral Design: aplicação passo a passo do DSD, do projeto ao laboratório, e do laboratório ao paciente, utilizando uma técnica clássica: a lâmina de platina. Função, a nova definição da Oclusão: quando todos os recursos digitais são utilizados para entender, aliviar e proteger a dentição cronologicamente alterada. Estética e função: uma reabilitação total em dissilicato de lítio, com desgaste acentuado na região anterior, exposição dentinária, alterações na dimensão vertical de oclusão, necessitando de ortodontia prévia. Odontologia adesiva: o uso de restaurações cerâmicas parciais adesivas, hoje popularmente conhecidas como overlays-veneer. O desafio da atrofia severa na região anterior: o tratamento especializado na região estética da maxila, suportada por três implantes dentários, com aplicação de cerâmica rosa e todas as caracterizações dentárias necessárias na prótese definitiva.
- best of Labline yearbook - o começo da série no Brasil
Os quatro volumes da Labline, edições em língua portuguesa, da Santos Publicações Ltda. Em meio às reviravoltas no mundo analógico com a chegada da tecnologia digital contemporânea, uma coisa é preciso admitir: a fusão de arte e ciência sempre encontradas nos laboratórios de prótese. Ainda mais quando é possível fazermos verdadeiros livros de arte sobre o assunto (30cm de altura por 22cm de largura não é para qualquer um), daqueles que falam sobre países, com suas paisagens e viagens fantásticas, pelo Brasil e pelo mundo afora, em papel couchê e capa dura. As edições da best of Labline yearbook, originalmente editadas por László Németh, são assim: um espetáculo, tanto na apresentação visual quanto no conteúdo, e foram produzidas no Brasil pelos esforços dos editores Rui Santos e Vânia Santos. Detalhe da capa da edição em língua portuguesa, Labline1.0 O número 1.0 traz: Entrevista: Paulo Kano e a alegria de trabalhar com amor e responsabilidade. Excelência na reprodução das propriedades ópticas dentais: caso clínico onde a fluorescência e a opalescência no pilar de zircônia foram completadas com uma coroa de dissilicato de lítio. Feito em 48 horas: detalhes para estratificação de quatro facetas de porcelana nos incisivos superiores. Branco rosa: uma combinação de cerâmica e resina rosa para um jovem com um defeito traumático severo em metade da dentição superior anterior. Transformação para personalização do sorriso: uma jovem afetada pela cárie e diastemas na região anterior. Quando a cor sublima a forma: o passo a passo para individualizar a estratificação, a cor, e a textura em facetas de porcelana. Uma solução estética e atual: próteses adesivas em dissilicato de lítio para uma paciente jovem com agenesia dos incisivos laterais. Filosofia biomimética: dentes manchados e com perda da anatomia das bordas incisais. Planejado, injetado, estratificado: quando o desgaste dentário generalizado ocasiona uma reabilitação oral adesiva completa. Gotas de cor: a didática do enceramento progressivo colorido misturando os bastões de cera crayon coloridos com a cera odontológica convencional. Uma ideia elegante. Reabilitação estética com facetas: o modo ultraconservador de restaurar (sim, as peças tinham menos de 0,3mm de espessura) Restaurações cerâmicas com lentes de contato: o problema dos diastemas e da cor na região anterior e a solução proposta.
- A resina para impressão 3D em Odontologia pode ser tóxica?
Resinas para impressão 3D: o UDMA pode ser tóxico? Foto. I.A. A impressão 3D emergiu como uma das tecnologias disruptivas mais recentes na Odontologia, influenciando a maneira como próteses, guias cirúrgicos, modelos e alinhadores são concebidos e fabricados. A capacidade de criar estruturas complexas e personalizadas com alta precisão e eficiência pode gerar uma adoção cada vez maior dessa tecnologia em clínicas e laboratórios dentários. No entanto, o sucesso a longo prazo e a aceitação generalizada da manufatura aditiva dependem da biocompatibilidade e segurança dos materiais utilizados, principalmente das resinas fotopolimerizáveis. O Uretanodimetacrilato (UDMA) é um componente essencial nesse processo. Entretanto, como todo material químico, levanta questões sobre seu potencial impacto biológico: como o UDMA se comporta no ambiente complexo da boca? quanto dele é liberado? quais são os efeitos reais — tóxicos ou sutis — dessas substâncias no corpo humano? Assim, pesquisadores da Alemanha ofereceram uma análise aprofundada e inovadora, abordando não só a complexa questão da liberação de substâncias, mas também redefinindo nossa compreensão sobre as diferenças entre concentrações tóxicas e subtóxicas. Entenda: o que são concentrações tóxicas e subtóxicas? Concentração Tóxica Nível de exposição que causa um dano biológico evidente, mensurável e prejudicial. No contexto celular, isso pode se manifestar como uma redução acentuada da viabilidade celular, disfunção metabólica severa ou morte celular (necrose/apoptose). Concentração Subtóxica Níveis de exposição que estão abaixo do limiar de toxicidade aguda e não causam dano celular ou morte evidentes. No entanto, concentrações subtóxicas ainda podem induzir alterações biológicas mais sutis, estresse celular, alterações na expressão gênica ou no comportamento celular que, a longo prazo ou com exposição repetida, geram consequências. O que é o novo modelo dinâmico usado no estudo mais recente? É uma reinterpretação fundamental de como a exposição deve ser avaliada. Ele considera três aspectos cruciais do ambiente oral: a taxa de liberação do material não é constante, mas sim decrescente com o tempo a saliva atuando como um "agente de limpeza" contínuo. As substâncias liberadas são continuamente lavadas e aspiradas, o que impede seu acúmulo e mantém as concentrações muito mais baixas do que em um ambiente estático. a gengiva e outros tecidos moles na cavidade oral são altamente perfundidos por sangue e soro. Esses princípios foram integrados em um modelo onde uma prótese total atua como a fonte de UDMA, e a saliva e a gengiva são os compartimentos receptores. Para validar e enriquecer o modelo, os pesquisadores utilizaram um sistema in vitro de queratinócitos gengivais humanos, as células primárias da mucosa oral. Afinal, o que aconteceu com o UDMA da prótese total feita em resina para impressão 3D? o modelo mostrou que depois de 20 horas, as concentrações de UDMA caíram para níveis muito baixos, e após quase 4 dias, estavam abaixo de 0,01 µg/mL. houve enorme discrepância entre as concentrações tóxicas determinadas in vitro e as concentrações previstas in vivo pelo modelo dinâmico. As concentrações in vivo) foram 500 vezes menores do que as concentrações que causaram toxicidade in vitro. Isso sugere que, para a citotoxicidade geral (ou seja, morte celular ou dano metabólico grave), a exposição ao UDMA de dispositivos impressos em 3D sob condições orais dinâmicas é muito baixa para causar efeitos tóxicos diretos. mesmo em níveis "subtóxicos" (que não matam os queratinócitos), o UDMA pode influenciar seu comportamento biológico. mesmo que o UDMA não cause citotoxicidade direta em níveis de exposição real (ou seja, permaneceu sub tóxico neste trabalho), ele pode induzir efeitos de sensibilização devido à sua natureza como alérgeno. A mensagem crucial para dentistas e laboratórios a lavagem adequada e a pós cura completa dos dispositivos impressos em 3D são etapas essenciais. uma polimerização deficiente ou uma lavagem insuficiente deixarão mais monômeros residuais disponíveis para eluição, aumentando os riscos potenciais. a ausência de "pegajosidade" e um odor mínimo são indicadores de um bom processo de pós cura. os dispositivos impressos em 3D podem ser muito seguros sob condições de uso real, mas também nos alerta para os riscos específicos, como a sensibilização, que devem ser gerenciados proativamente. A validação com estudos clínicos é o próximo passo essencial para confirmar as previsões desse modelo. Leia mais clicando no link abaixo: https://doi.org/10.1016/j.actbio.2025.08.003
- ImplantNews 2025 - volume 10 - número 1: matéria de capa
ImplantNews - volume 10 - número 1 - ano 2025: 20 anos na estrada informando leitores. ImplantNews 2025 Reabilitação Oral de A a Z volume 10 - número 1 A revista ImplantNews é a publicação mais lida entre os profissionais que fazem a prática da reabilitação oral no Brasil, voltada para a prótese dentária, periodontia, e implantodontia. Ela é a única publicação criada especialmente pela VMCom , uma empresa privada, dedicada e líder na comunicação em Odontologia, para conversar com seus leitores, traduzindo a informação científica e ao mesmo tempo apresentando as opiniões dos grandes profissionais da área. A revista ImplantNews tem cumprido seu papel por mais de 20 anos junto aos leitores e também foi o ponto de partida para o nascimento dos famosos congressos IN que contribuíram para a disseminação e o ensino da reabilitação oral no Brasil, também está de cara nova . Nesse ano de 2025, além do visual gráfico totalmente renovado e sempre agregando novos colunistas , a revista ImplantNews já está filiada à ABEC (Associação Brasileira dos Editores Científicos) e ao CrossRef (organização responsável pelo fornecimento dos números DOI, os identificadores digitais para artigos científicos rastreáveis no mundo todo). São conquistas importantes que beneficiam cada vez mais o leitor. Na matéria de capa desta edição número 1 da ImplantNews 2025, seus leitores poderão descobrir e compreender como funciona a ciência psicométrica , um nome muito específico, mas que na verdade reflete as interpretações dos pacientes frente aos tratamentos odontológicos atuais e inovadores. Essa ciência é a responsável por modificar posturas e rever conceitos, sendo considerada um dos itens mais preciosos e com grande possibilidade de expansão no mercado de fornecimento de serviços de atenção à saúde. No mundo das redes sociais, emitir opiniões é uma constante, e nossos pacientes não passam despercebidos. O lema da Psicometria na Odontologia é: como será que realmente podemos ajudar nossos pacientes a nos ajudar mais? Veja abaixo os principais itens discutidos nesta edição número 1: Matéria de Capa Psicometria e a avaliação dos pacientes: o que sabemos O que são os PROMs? A coleta de informações A diversidade de questionários e as escalas de avaliação O que é a diferença clínica mínima? Como isso funciona? O que existe na reabilitação oral e o que aprendemos até agora? Em breve, a matéria de capa completa poderá ser lida no site oficial clicando no link abaixo: Outros conteúdos da revista ImplantNews nas suas redes sociais: @revistaimplantnews
- Vai escrever ou avaliar um artigo científico? Guidelines e escalas!
Artigo científico: escrever e analisar com categoria ao alcance de todos. Todo profissional de Odontologia, Medicina, estudante de pós-graduação (estrito ou lato senso), ou profissional em tempo clínico nas Ciências da Saúde, sabe como pode ser complicado ler e avaliar um artigo científico . Esse tempo dispendido deve ser bem empregado. Esse pode ser o trabalho da sua vida. Felizmente, existem diversas ferramentas para facilitar a nossa vida. Em geral, as categorias de artigos científicos envolvem estudos de laboratório (corpos de prova, descritivo observacional) estudos de laboratório (com animais, descritivo observacional) estudos transversais (entrevistas, pesquisas epidemiológicas) estudos caso controle (analítico observacional) estudos de coorte (analítico observacional) estudos randomizados clínicos controlados (experimental) revisões sistemáticas revisões sistemáticas + meta-análises Pela lista acima, percebe-se que é impossível colocar todos os trabalhos numa única cesta. Cada um tem uma força na escala da evidência, dentro das próprias limitações. Ainda, existem orientações para escrever e avaliar artigos em cada categoria. todas as ferramentas abaixo estão disponíveis gratuitamente na internet. Bastar copiar e colar. Ferramentas para escrever um artigo científico conforme a sua categoria Objetivo: padronizar a escrita, facilitar a leitura e a reprodutibilidade na ciência. ARRIVE Guidelines diretrizes para o relato de experimentos com animais, garantindo clareza e reprodutibilidade. CONSORT ( Consolidated Standards of Reporting Trials ) diretrizes para relatórios claros e transparentes de ensaios clínicos randomizados. STROBE ( Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology ) diretrizes para o relato de estudos observacionais, incluindo coortes, caso controle e transversais. MOGA ( Meta-analysis Of Observational Studies in Epidemiology ): diretrizes para meta-análises de estudos observacionais, promovendo clareza e integridade na comunicação dos resultados. PRISMA ( Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses ): diretrizes para o relato abrangente de revisões sistemáticas e meta-análises. Guias para avaliar um artigo científico (viés) conforme a sua categoria Objetivo: avaliar a qualidade metodológica e identificar potenciais vieses em cada categoria. AMSTAR (A Measurement Tool to Assess Systematic Reviews) ferramenta para avaliar a qualidade metodológica de revisões sistemáticas. SYRCLE's Risk of Bias (RoB) Tool ferramenta para avaliação de viés em estudos com animais. MINORS ( Methodological Index for Non-Randomized Studies ) índice para a avaliação da qualidade de estudos não randomizados. Newcastle-Ottawa Scale (NOS) ferramenta para avaliar a qualidade de estudos observacionais, especialmente coortes e caso controle. Risk of Bias 2 Tool - Cochrane Collaboration a valiação do risco de viés em estudos de intervenções randomizadas. CASP ( Critical Appraisal Skills Programme ) um conjunto de listas de verificação que ajudam na avaliação crítica de diferentes tipos de estudos, incluindo ensaios clínicos, estudos qualitativos e revisões sistemáticas, oferecendo uma abordagem estruturada para analisar a validade e a aplicabilidade dos resultados da pesquisa. APPRAISE-AI guia para a avaliação de estudos focados em inteligência artificial, especialmente em dados de saúde. COSMIN ( Consensus-based Standards for the selection of health Measurement Instruments ) diretrizes para avaliar as propriedades psicométricas de instrumentos de medida em saúde. QUADAS-2 ferramenta para avaliar a qualidade de estudos de acurácia de testes diagnósticos. QUIN Tool ferramenta para avaliar a qualidade de estudos laboratoriais in vitro que utilizam corpos de prova, assegurando que os procedimentos e resultados sejam metodologicamente sólidos e confiáveis. SNRA ( Scale for the Assessment of Narrative Review Articles ) ferramenta para avaliar a qualidade e o rigor de revisões de literatura narrativas. Joanna Briggs Institute (JBI) Critical Appraisal Checklist for Analytical Cross Sectional Studies lista para a avaliação de estudos transversais analíticos. AXIS Tool ( Appraisal tool for Cross-Sectional Studies ) ferramenta para avaliação crítica de estudos transversais. E agora, o que eu faço? O passo seguinte é fazer aquela reunião com o seu orientador(a). Bons trabalhos!!!
- Odontologia personalizada ou de precisão: quais são os desafios?
Odontologia personalizada: a saliva e seu potencial diagnóstico significativo. Há tecnologias capazes de identificar de forma peculiar a chance de prever uma doença ou patologia num futuro próximo. Também, é a chance de tratar melhor essa provável doença e de aperfeiçoar os tratamentos que já usamos. Essas tecnologias são, por exemplo, ferramentas de screening molecular e genético. A mais popular na parte de análise do DNA talvez seja o 23andMe. Após um esfregaço na parte interna da mucosa bucal, feito com um cotonete, basta colocar o material no tubo e entregar na portaria do seu prédio. No laboratório, ela fornece não só toda a árvore genealógica, mas a probabilidade de haver diabetes, obesidade, hipertensão, etc. E isso importa muito. Na Odontologia, a ideia não é diferente. Mas eu faço uma Odontologia de Precisão! Sim, eu acredito que você faça uma prótese de precisão, uma adesão de precisão, uma resina de precisão. Mas tudo isso está baseado numa média, num padrão classicamente estabelecido em algo livro de textos ou afirmado por algum consenso, revisão, meta-análise. É claro que você tem "precisão" nos seus procedimentos. Mas a Odontologia de precisão aqui significa "ir além". Compreender o que o seu paciente tem, por exemplo, logo na anamnese, prevendo se ele pode suportar o tratamento sem que algum fator desconhecido seja precipitado ou disparado na cavidade bucal. Mais uma vez: estamos além dos testes convencionais de laboratório. Porque deve haver uma Odontologia de Precisão? Os motivos são simples: nós tratamos os pacientes usando médias populacionais. Normalmente, quando temos situações à esquerda ou à direita do padrão, os tratamentos costumam não funcionar bem. Imagine aquele preparo para uma cavidade MOD que você aprendeu na graduação. Num belo dia de sol, você atende uma senhora com algo parecido, mas não igual. Faz uma restauração, que falha em pouco tempo. Faz outra e obtém o mesmo resultado. E agora? O outro motivo é uma palavra que muita gente escuta, mas não entende: a epigenética. Nossos hábitos alimentares e culturais têm influência monumental sobre a carga genética herdada. Pode acontecer nesse momento: com você ou com seu paciente. Assim, a precisão no diagnóstico e no tratamento podem melhorar e mudar a vida de um paciente que, no momento atual, está praticamente "enquadrado" na média da terapia ou sem chance de manter a sua dentição natural. Se houvesse uma luz no final do túnel revelada por um teste personalizado, que mudanças isso provocaria na sua qualidade de vida? O que se pode fazer com a saliva? A saúde começa pela boca, e a Odontologia de precisão também. A saliva contém diversas proteínas, eletrólitos, e microrganismos não aderidos aos dentes e / ou implantes dentários. O fluido salivar, ao ser coletado, pode ser analisado, e fornecer respostas para aquela halitose que não se consegue vencer de modo convencional. Uma análise molecular dos processos celulares (metabolismo de carboidratos, lipídeos, proteínas), conhecida coletivamente como "ômica", especifica quais processos estão em dia e quais estariam deficientes. Ainda, outros marcadores ou imunomarcadores inflamatórios poderão surgir em excesso, indicativos de algum tumor ou câncer. E finalmente, ela é útil para identificar pacientes que possuem o polimorfismo para o gene da interleucina 1 (IL-1) e possui risco elevado de perder seus implantes dentários. Os Tópicos em Odontologia Personalizada Conforme um trabalho publicado em 2019 sobre as possibilidades de ensino da Odontologia de Precisão nas Universidades dos EUA, os assuntos estariam concentrados nas áreas abaixo: câncer de cabeça e pescoço periodontite cárie desenvolvimento dentário desenvolvimento craniofacial dor orofacial / ATM ortodontia inflamação pulpar microbioma oral aconselhamento nutricional Os exames e kits para uma Odontologia Personalizada Diagnóstico genético OralDNA Labs: DNA salivar na detecção de microrganismos ligados à gengivite, periodontite, vírus da herpes simples, vírus do papiloma humano, genes da resposta inflamatória Proove Biosciences: variantes genéticas nas vias de serotonina e adrenalina das DTMs SaliMark: marcadores para o câncer oriundos na saliva Periopredict: variantes no gene da IL-1 23andMe: DNA salivar Diagnóstico não genético tampão salivar imunoensaios (proteína C reativa, IL-1, amilase salivar) detecção de S. mutans detecção de Lactobacilos lactoferrina (secreção na glândula lacrimal) biobancos (congelamento de células-tronco) O desafio dos quatro "Ps" Conforme outro artigo de 2022, a prática da Odontologia de precisão deve ser: precisa (efetiva, eficiente, segura) personalizada (direcionada e individualizada) preventiva (intervenção precoce) participativa (o paciente como doador / receptor dos dados) Apesar do exposto, na era do big data, ainda há barreiras legais e éticas. Mas quem sabe a inteligência artificial encontre alguma forma de acelerar a disponibilidade dessa odontologia personalizada.
- O papel do professor no mundo da inteligência artificial
O papel do professor no mundo da inteligência artificial Inteligências artificiais exercem uma sedução subconsciente em nossas vidas. Resumindo, é o sonho do botão mágico que resolve tudo, desde o banho do seu pet até a reforma da sua casa. Nos colégios e nas universidades, embora essa sensação de “tudo certo” paire sob as cabeças dos estudantes com a maior naturalidade, no corpo docente ela tem provocado ‘tempestades’. Primeiro, pela falsa sensação de que a I.A. veio para nos substituir no ensino. Digo que é uma ‘galhofa’ porque até agora ( volte daqui há 5 minutos nesse post, quem sabe eu esteja 1% errado ), ainda não apareceu uma configuração digital capaz de pensar e opinar num limite razoável. Ser razoável é dar corpo no seu discurso, sem derramar um barril de frases sem sentido. Digo isso com a experiência de quem já se via como educador e procurava extrair o melhor de cada mestre. Essa missão (ensinar), considerada inglória por muitos, consome boa parte do seu dia. Ninguém dá uma boa aula com meia dúzia de slides ou sem ter lido muito os documentos consistentes. Não há nada contra uma apresentação que tenha seu layout (cores, letras) gerado ou melhorado pela I.A. O problema está no texto: será que ele se auto sustenta? Se a resposta for negativa, a culpada será a I.A.? Sim, a I.A. é apenas uma ferramenta, como o carro que usamos para nos locomover ou os talheres para comer. São objetos facilitadores. Pensem no mecanismo de busca mais famoso do mundo. É um facilitador que só faz aquilo que seus usuários pedem. E para pedir, é preciso saber como. Opinar não é copiar o pensamento de alguém. É refletir sobre os fatos concretos, um exercício muito mais profundo. A geração que ‘copia e cola’, com pena de gastar seu precioso cérebro (músculo que também precisa de exercício), está perdendo tempo e logo vai descobrir que bastaria fazer o que todo bom professor faz: estudar bem para ter opinião. A I.A. vai poupar o nosso tempo? Bastante, como já o faz ao comparar padrões de lesões e fornecer opções diagnósticas. Mas ela só compara com o que tem na sua caixa de armazenamento e porque alguém colocou lá. O áudio deste post é gerado por uma inteligência artificial. Entretanto, mesmo ao ler o texto, a I.A. não corrigir alguns acentos e também não coloca as pausas. Quem apaga esse incêndio? O fator humano. Professores são a essência do ensino. Esse fato é imutável. O papel do professor no mundo da inteligência artificial será glorioso. E não se preocupe. Lá no fundo, a I.A. sabe que o seu cérebro é valioso. Um dia, ela ainda 'pegará de surpresa' aqueles que pensam que você é apenas mais uma linha qualquer numa planilha de Excel. Bons mestres são valiosos. Tenha-os sempre por perto.
- A avaliação psicológica do paciente com prótese total
O número de pacientes sem todos os dentes (totalmente edêntulos) ainda é muito grande no Brasil. Indiscutivelmente, pacientes que perderam todos os dentes possuem traumas psicológicos. Esses traumas são acumulados ao longo dos anos, tanto pelas extrações mal sucedidas como pelo uso de prótese totais convencionais que não cumprem sua função mecânica e biológica. Com o uso dos implantes dentários contemporâneos, muitos têm altas expectativas sobre a possibilidade de voltarem a sorrir com confiança. Em geral, o desejo é pela melhora na qualidade de vida. Entretanto, nós, profissionais da Odontologia, precisamos nos preparar melhor para acolhe-los, investigando esses traumas através de um questionário padronizado para a avaliação psicológica do paciente com prótese total. Quanto mais entendermos os seus medos e anseios, melhor serão as cirurgias e as recuperações. Hoje é o seu dia de fazer aquela boa ação para a alma do seu paciente. Clique abaixo e faça o download:












